Tag povo

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⁠Eles são do Sul, e nós somos do Nordeste, a gente é um povo lindo, um povo cabra da peste! 
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Inserida por suzy_benedetta

⁠"Hoje temos juízes cegos, imprensa muda e povo surdo."

Inserida por reinaldo_barreiros

⁠O resultado das eleições de um país é sempre o reflexo do seu povo em representatividade.

Inserida por carlos_alberto_hang

Tão certo quanto todo o poder emana do povo, é que de nenhum poder o povo tem usufruído.

Inserida por carlos_alberto_hang

Podemos ir muito além dos limites que percebemos em nós.

Inserida por carlos_alberto_hang

É preciso uma busca de identidade de uma nação para que ela seja uma nação de fato.

Inserida por carlos_alberto_hang

Se de fato quisermos limpar nosso país da sujeira da corrupção e injustiça, precisamos começar lavando nossa própria Alma a esse respeito.

Inserida por carlos_alberto_hang

O conformismo de muitos justificado por amor à Pátria é a sentença de morte de uma nação.

Inserida por carlos_alberto_hang

É melhor calar o povo do que dar razão a ele.

Inserida por gabriel_fontoura

Esse menino tem todo o sintoma do povo de política. É invencioneiro e linguarudo.

Inserida por pensador

Hoje muitos desses novos movimentos fascistas não estão lá para mobilizar as pessoas a invadir outros países e construir um império. Hitler quis mobilizar o povo para se alistar, quis criar um grande exército para invadir outros países e criar um gigantesco império alemão. Agora, o objetivo é ajudar as empresas multinacionais a enriquecer os próprios líderes fascistas e suas famílias.

Inserida por pensador

O povo elege o seu representante, que é aquele que terá ou tem a missão, de agir em nome e no interesse daqueles que o elegeram; nisto consiste a democracia representativa.

Inserida por NSabino

⁠Povo, Brasil e o altar de Baal
Como assim, nós amantes de Cristo, porque diz isto, história de pagão,  não,  é que está na redação,  no Brasil, na sua condição,  o ouro, e quanto ouro, diversidade de tesouros, mas contudo o povo no usufruto, faz mau uso criando o bezerro de ouro, mas como, isso foi no passado, nada disso, começa no comício,  vejo do meu lado, em cada patrício,  a ambição pelo dinheiro, imprudência no terreiro, ferrenha corrupção,  a ganância desmedida, o preconceito causando ferida, desestruturando a nação,  um sistema trágico,  democracia cobrando pedágio,  o pior, achar que todo sistema é um aglomerado mágico,  mas a integridade febril, a falta de caráter na política Brasil, consome e desgasta, uma idolatria insana na mente popular, esquerda, direita e centro, eu quero aprender para entender, não consigo embora tento, um povo com força de touro, acuado e adorando bezerro de ouro, entenda meu povo, minha gente, o altar do gozo da vida é diferente, a vaquinha da leite, pode secar, porém não se deleite, preso na ignorância sem compreender a própria liberdade, então que possamos abrir a porteira desse curral, aceitar um Deus de vida de verdade e não adorar Baal.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Brasil, políticos que subestima o povo
Eu vou prometer, vou inventar, ludibriar, enganar, o povo é cego e mudo, cheira ignorância do mundo, será,  és de fato o povo assim! uma massa manobrada, um caminhão açoitado, um trem fora do trilho, oh devo dizer, acredito em você, no seu brio, no seu brilho, a manjedoura não foi desfeita, a esperança vive, a cruz fala, a história registra, sempre nascerá uma luz, a caverna que abriga vida, vencendo as trevas, esse emaranhado sistema febril, esse caráter inclinado que manipula o Brasil, subtende não ter jeito, o engano de cada prefeito, um amargo sabor,  sem direção a classe vereador , o povo que confia no deputado, este deixa o ainda mais frustrado, tanto o senado, no executivo federal, trafega entre o bem e o mau, o conjunto subestimando o esquadrão popular, onde precisamos acreditar, se existe ou vai nascer, não sei, mas a esperança pode ser real, uma coroa de realidade de uma vida  povo rei, líder no castelo de uma plenitude oculta, onde tudo  e o mais possível sereno e honrado sistema venha a vigorar, se não me entenderam devo resumir, apenas a esperança do novo e capaz estado Brasil aí de surgir.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠“A etnomatemática não só fortalece e preserva o conhecimento, como também a cultura e a identidade do povo”.

Inserida por chicoepab

⁠Brasil, povo tributado e atribulado
Pertencemos a um Brasil de modelo e sistema complexo, entender é um dilema, pois o conhecer é ignorante deixando a fala sem nexo, culpa de quem? Difícil,  porém a crise turbulenta apresenta a  um reflexo, fala se muito em redes, de tributação,  guerra cambial, o orçamento público,  diretrizes da educação e saúde,  minha e sua integridade passeando na ineficiência segurança pública, e diria que muito mais e profundo nessa magia, um preâmbulo constitucional, que apresenta uma democracia de moral, ou seria fantasia, uma veste mentirosa, que penaliza a carne negra, que não entende o conceito de família,  o índio do século XXI que não encontrou seu ninho, o porte de águia, um povo com menosprezo de um simples passarinho, pardal, carnaval, tal qual o povo deveras tributado de forma literal e atribulado de forma fatal, a moeda com seu poder, o ouro, o tesouro, mas que a essência canalha de uma família metralha, faz do povo jumento que é assolado seu couro, a carga é pesada, onde poderá surgir uma filosofia apurada, a ética padronizada, a juventude educada, talvez um sonho meu, seu e dessa pátria amada, tributada e atribulada.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Brasil, estado ébrio e um povo conivente
Eu aqui calado, tentando gritar isolado, com meus amores e dissabores, conflitos e angústias,  uma aquarela viva de muitas cores, meu estado Brasil, febril, gentil, embriagado pelo litros da ambição,  eu, o povo assinando embaixo dessa depravação,  quando omito a minha voz, quando não percebo o valor da ética, da moral, e me rendo a voraz loucura do carnaval, o festival de bagunça da qual acampa a condição,   condição violada e constrangida, meu estado cria feridas e titubeante fica, porque eu e meus semelhantes, humanos e errantes não sabemos apurar o mel, o cultivo da honra e imparcialidade, e o umbigo é trazido ao palco, fere se amizades e padrões,  mastiga se as possibilidades, coage os sonhos, oh que tristeza saber, um submundo que mergulhamos, perdoe me almas e espíritos serenos, mas a multidão está atolada, o estado alma embriagada, eu, mudo continuo, perco e morro todo dia.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

Um povo que fica de joelhos para os impostores públicos, charlatões, demagogos e vigaristas só terá redenção se levantar os olhos para o altar dos interesses da Pátria. ⁠

Inserida por leo_da_silva_alves

Ciclo obtuso!
O povaréu recluso;
Vírus intruso.

Inserida por clickinview

O povo de Deus aqui na Terra tem um sinal:
Deus assinalou os crentes!

Inserida por eugenio_de_jesus

Fogo-fáuto

Como eu queria ser o desumano vagabundo a sobrevoar sem norte, sem medo, o mundo.
À sorte o meu lugar de não saber se atravesso o ser da pedra que sou e desmereço,
Barão fino puro o traço da goela ao laço, dádivas, duro dizeres trovas e apanhares sovas.
Do desgosto que foi do outro morte só por selo, trovador e fogo posto, finado em fim de Agosto,
Que do meu jazido brotem noites de fogo-fáuto que eu o verei de azul do alto,
Desde que sobrevoe o mundo desumano e vagabundo, deixem-me pérfido morar no fundo.
Pela minha cadaverina fecundo o solo onde amarei de novo, serei broto, povo e Papaverina
E ao meu lugar vou ousar ser bela sem que ninguém me atropele... ali irei ser flor a brotar.
Hei-de ser pelas mãos de quem amar deslumbrando de mim e do o meu encanto.
Nada posso contra o querer, sou de novo vagabundo, sobrevoo sem medo nem norte o mundo
Não vejo mar nem o azul do fundo, vejo purpura, cor de encanto e de novo morro pro mais belo acordar.

Inserida por ruialexoli

Vivo falando para o povo!
Parem de idolatrar políticos!
Vão ler um livro que é melhor!

Maria Madeiro

Inserida por mariamadeiro

O verdadeiro líder é aquele que exalta a glória e sente a dor do seu Povo

Inserida por cortezadv

E daí?
Ao fingir demência se esquiva e não se curva, nem se ressente de tanto ódio e ou maldade.
E daí? Ele diz. Praguejando a dor do povo oprimido nas ruas, pobre ou rico.
Alguém grita: - Mais de cinco mil mortos e já superamos a China.
E ele metralha em seguida, armando o polegar e o indicador em riste na direção da seita completamente possuída que cega, desajuizada e ou entorpecida comemora a morte de seu semelhante,
feito comemoram nos jogos as torcidas.

Inserida por JWPapa

Balada dos desempregados

Nem vivo nem morto, em estado catártico.
O desemprego àquela altura os imobilizava completamente.
Muitos de seus planos já haviam sido abandonados. Deixados de lado. Simplesmente.

A frustração e o sentimento de impotência invadiam seus corpos, tomando-os de assalto por completo.
A insônia, a impaciência, a desesperança já eram uma constante em suas noites/dias.

A escuridão que lhes afagava a face, também os confundia um tanto.
Face a face com a versão mais cruel de suas vidas, via o número de iguais se multiplicarem dia a dia:
- Por todo o bairro, por toda a cidade, muitos desocupados, precarizados, sambando pra desenrascar o feijão com arroz e o leite das crianças antes de o sol se por. Dia após dia.

Muitos ainda não haviam apreendido o real tamanho do problema que, feito um iceberg tendo apenas uma pequena parte à mostra, despontava de forma aterradora.

Mais de quatorze milhões de desempregados... Greves múltiplas. Revolta nas ruas. Educação na UTI. Saúde em total colapso. A população da periferia sendo dizimada pela criminalidade e pelas drogas. E o país imobilizado. Desgraçados...
Há de haver punição pra tanta maldade, se não aqui na terra, em algum lugar há de haver uma mão pesada o suficiente pra parar essa gente que não sente empatia por qualquer um que seja.

O filhinho da minha vizinha morreu ontem de sarampo. SARAMPO. Pois é... Inacreditável não é mesmo?

O vizinho da rua de cima se enforcou. Não aguentou o acúmulo de tantas dívidas e por isso se matou.

Aqui no bairro não é novidade ver gente mendigando alguma coisa pra comer. A fome como todos pensavam também não foi erradicada. Por aqui parece epidemia. O alcoolismo quadruplicou. Os andarilhos e moradores de rua são inúmeros.

Pequenos e constantes furtos aos comerciantes são frequentemente relatados, repetidas vezes os poucos comerciantes que ainda resistem de pé são vítimas de espertalhões que não querem se enquadrar na dinâmica cruel de agora.

Pelas ruas do bairro tem gente vendendo de tudo:
- Ovos, picolé, cigarros do Paraguai, abacaxi, vassouras, panelas, produtos de limpeza, balas e doces, derivados de milho, amendoins torrados, pizza de dez...

A vida está difícil mesmo. Os preços aumentaram muito.
Nos supermercados as sacolas estão quase sempre vazias. Até o macarrão instantâneo e o milho para pipocas de micro-ondas foram reajustados em mais de trinta por cento em menos de uma semana.
O preço do botijão de gás é hoje praticamente um assalto a mão armada.

O que fazer com tanta desesperança senhor prefeito? O que fazer senhor governador? Senhores deputados? Senhores senadores? O que fazer senhor presidente? Acabou o milho, acabou a pipoca. É isso?

Inserida por JWPapa