Tag política
O homem não é livre se o governo não é limitado.
Se você deixa o mal acontecer e não faz nada, com o intuito de preservar a paz, você não é pacífico, você é covarde!
Tem coisas que é melhor deixar pra lá... Não vale a pena argumentar. Excesso de razão não combina com a verdade
O propósito dos benefícios do governo deve ser o de eliminar, tanto quanto possível, a necessidade para a própria existência dos benefícios do governo.
O sistema não teme o pobre que tem fome. Teme o pobre que sabe pensar.
Para o ser humano há duas vias opostas e inconciliáveis: a militância política e a busca pela verdade.
"País rico não é aquele que pobres andam de carro, mas sim aquele que ricos andam de transporte público." Isso é bem verdade. Dá até pra imaginar o Alckmin, o Serra, o Maluf... descendo a escada rolante indo pegar metrô em São Paulo." ;)
O povo 4 anos humilhado, em época de eleição é exaltado...
Quem não se interessa por política, lava as mãos para o futuro do país, e depois não poderá reclamar do caos em que está vivendo.
Existem dois tipos de militontos: os que recebem por isso e os idiotas úteis. Respeito os que estão trabalhando, afinal, tá ruim pra todo mundo.
Quanto aos idiotas úteis... bem, são só idiotas.
Quando um governo vai bem não precisa de muita propaganda política, pois o povo, que recebe as ações, é a principal testemunha.
Governo que investe muito em propaganda é sinal de que não vai bem ou que tem outros interesses em jogo, como permanência no poder ou mesmo abafamentos de más notícias sobre si.
A principal propaganda de um governo é a sua ação.
Há muita discrepância entre o que os políticos dizem fazer e o que de fato fazem.
Palavras quando não acompanhadas da ação correspondente é pura mentira.
Governo bom é governo ético.
Isto [proclamação da república] foi um mal; a Nação ficou atônita e as opiniões divergentes não se puderam pronunciar. Ainda a de haver revoluções, e o sangue que não correu a quinze de novembro ainda há de correr
Do ponto de vista da terceira pessoa, a monarquia é a forma mais razoável de governo. Ao incorporar o Estado em uma pessoa humana frágil, ela captura a arbitrariedade e a doação da lealdade política e, assim, transforma a lealdade em afeição.
1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
A história ensina que a guerra começa quando os governos acreditam que o preço da agressão é barato.
