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Afirmar é escolher e escolher é excluir, isto é invariável e inquestionável e válido para qualquer situação, seja para uma simples escolha de roupas até uma questão política global ou racial.
O Brasil atual mergulhado na corrupção e com os corruptos cada vez mais se tornando líderes religiosos está se tornando um celeiro de falsos profetas, pois, muitos acreditam que a religião é um meio tão fácil quanto a política para extorquir o povo carente e desatento.
"Um pouco ou muito pra Esquerda, um pouco ou muito pra Direita? Leite? Tá bom, vou tirar foto com café.
Ideologias, Sistemas? Do que adianta?
Sempre haverá uma criança sem cama, como uma em berço de ouro. Uma com realidade virtual e hambúrguer e outra com fome e uma 9mm."
A política é como um jogo de xadrez que somente os políticos compreendem. Só há um desafio entrem as partes para os que vê de fora.
Se fé e política não se complementam, a ciência, religião e medicina não faria sentido estudar o humano.
A Ordem e Paz não são difíceis onde a justiça existe para todos os grupos, ao contrário da guerra e desordem que possuem como ventre confortável a INJUSTIÇA SOCIAL!
Não existe ser de esquerda ou direita!
O que existe pode ser:
O espertalhão – Ser sem escrúpulos que se utiliza da sua astúcia para poder auferir benefícios.
O esperançoso – Ser de bom coração que acredita que tudo será resolvido de forma harmoniosa.
O batalhador – Ser de bom coração, mas que acredita que o “status quo” irá mudar somente se houver uma luta para aniquilar o sistema.
O baderneiro – Ser brutalizado que quer somente ver o “circo pegar fogo”.
O benigno – Ser solidário que apesar das diversidades faz a sua parte sem entrar no mérito da questão.
O preguiçoso – Ser inerte que vive de reclamar e esperar que alguém faça algo por ele.
O ignorante – Ser que vive apertado e não sabe o que está acontecendo, mas que repete o que a “massa” passou a falar depois de ser orquestrada pelo grupo de “espertalhões”.
O alheio – Ser que sabe o que está acontecendo, entende, mas prefere ficar neutro para não dar “murro em ponta de faca”.
O intelectual – Ser que apresenta soluções, mas que os outros costumam chamar de “louco” pois ninguém entende o que ele fala.
O falso salvador da pátria – Ser que geralmente aparece travestido de homem digno, mas é somente um “lobo em pele de cordeiro”.
Não é possível democratizar a educação de um país sem democratizar sua economia e sem democratizar, por fim, sua superestrutura política.
"No Brasil contemporâneo, o brasileiro nasce sem passado, cresce sem futuro, se reproduz como erva daninha e morre sem legado."
Thiago S. Oliveira (1986 a)
MELANCÓLICA CANÇÃO
Encontro - me só
Em pensamentos inseguros ,
Sendo mais seguro não
expressá - los
Contemplando - os , consigo
abraça - los.
Por onde recorro há prantos , desgraça e destruição ,
Em lugares destinados para educação
Empossado estar a corrupção ,
Como refrigério o povo declama uma melancólica canção.
Esgotado de tudo , clamamos
por proteção ,
Inibidos pelo rancor da injustiça
Paralisados pelo medo da tensão
Presos nesta infinita cadeia de emoções.
Findando está repressão
Mergulhamos numa profunda
depressão ,
Por fim , migalhas comemos tornando-se porcos ,
com intuito de sobrevivermos
uma grande solidão
"Seja ponderado nas expectativas, nas quais, você deposita sobre o outro. Não sendo demasiado os seus sentimentos para que, suas frustrações não sejam além da realidade."
Thiago S. Oliveira (1986 a )
Um socialista é apenas alguém que é incapaz de superar o espanto que sente ao perceber que a maioria das pessoas que viveu e morreu levou uma vida de trabalho miserável, infrutífero e incessante.
De política pouco entendo,
mas uma versão somítica
diz-me o pouco que aprendo
a respeito de política.
I
Neste mundo de artifício,
cabem todos os que querem
as licenças que lhes derem
em favor do benefício,
e as finuras do ofício
são água que vai correndo
para as leis que vão cosendo
pró bem-estar e prá miséria,
porém, eu, nesta matéria,
de política pouco entendo...
II
Quando oiço, em certos tons,
o clamor do tabernáculo,
me parece um bom espectáculo
a favor dos “homens bons”…
e como são belos os tons,
em versão sempre analítica,
sobre a causa Neolítica
discutida sempre a rodos,
que deixou de ser de todos,
mas uma versão somítica…
III
Portanto, em conformidade
com o ganho e o conforto,
a politica é um desporto
e um culto de vaidade,
dando uso à qualidade
do que, assim, vai promovendo
ante as causas que defendo
dentro da minha justiça,
porém, a razão postiça
diz-me o pouco que aprendo…
IV
Talvez seja eu o culpado,
por não ter cumplicidade
com a lei da pravidade
onde o mau é bem tratado,
ou por ser mais desligado
da rotina quase mítica
destinada à boa crítica
(com dobrez e a podre paz)
a quem pouco ou nada faz
a respeito de política...
António Prates – 16/06/2016
Tenho pavor de qualquer tipo de ostentação, inclusive a intelectual. O mundo político está cheio de "idiotas confiantes", onde a bela ''oratória'' vale mais que o caráter.
Assim como as árvores soltam as folhas secas para receber novas folhagens, também nós devemos nos libertar do que não faz mais sentido estar em nossa vida para podermos nos renovar.
Sobre político eleito não se questiona como ele chegou lá, pois todos sabem, mas sim porque os eleitores votaram nele. Mas se temos políticos ruins, é porque temos eleitores piores ainda.
Se achar melhor que os demais, geralmente não passa de uma ferramenta que a pessoa usa para aliviar seu complexo de inferioridade.
Evite o estresse permitindo rir de si mesmo e se fazendo de surdo diante de comentários depreciativos de terceiros.
Pouco adianta termos excelentes leis, regulamentos e afins, se não tivermos pessoas dispostas a agir na mesma sintonia.
