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Entre um poeta e um político;
Compatibilidade, NUNCA!!!!!!!!!!!!
Nunca haverá compatibilidade;
No ver de um político e de um poeta;
Devido à responsabilidade;
Que pra tais, tal ver ter; tanto acarreta!
Tal é, por a mentira não caber;
Num poema, por tal não suportar;
Esse tanto que o outro terá que ter;
Por só com tal, se poder governar!
Porque caso se invertesse o pensar;
De um de ambos, só para ao outro agradar;
À poesia iria envergonhar!...
Devido, à mentira não rimar;
Com métrica, por em tal tão faltar;
Verdade, que faz ambas; conjugar!
Com satisfação, por tal;
VINDICANDO A LIBERDADE
Há juízes que se acham
Mais do que a própria lei,
Quando outros esculacham,
Determinam como rei.
Vai notando os meus versos.
Eu não cito instância ou nome.
Pois se aplicam a diversos
Que a lista até some.
A justiça não é deles,
No entanto se arrogam
Imputar crime naqueles
Que seu parecer revogam.
Mesmo o que seja inerme
Consideram como ataque.
O leão que teme o verme
É o juiz que acusa o baque.
Não aguenta a esbarrada:
Determina que é um murro!
E em disputa acirrada
O cochicho diz que é urro.
Mas aqui deixo minha rima,
Não me calo ante aos tiranos.
Ao que é justo minha estima;
Meu contempto aos insanos.
Pai Celestial quando usar
minha cabeça em função do
mal que tua sabetória me reprima.
Quando direcionar meu corpo
para caminha nas sombras que
tua centelha me guie.
E se por ventura eu venha praticar
O ódio em vez do amor que me
ensinasse em tuas mãos quer ser
levado !
Sou a Tua imagem e semelhança
É o meu deve sempre contigo esta
É sempre honra esta dadiva !
Bom Dia, Bom dia mesmo !
Com carinho pra meus cravinhos
Sr Jhuan e o Sr Pedro.
Pôr a cabeça em teu peito
É como pôr o ouvido na concha
Do mar.
A concha da pra ouvir o som
Do mar sentir o cheiro da maresia
Sentir os pés na areia...
Em teu peito o som do amor eterno !
PRIMEIRO HEXÁSTICO
De João Batista do Lago
na república dos canalhas
Homero não se faria ser
não sentiria qualquer prazer
mudo graçaria pela hélade
feito poema sem virtude
carente da felicidade
SEGUNDO HEXÁSTICO
onde está o pão da vida?
— no sacrário do si mesmo
tu somente és único verbo
hóstia que se dá de si
e sendo da cruz do madeiro
o único cristo a resistir
TERCEIRO HEXÁSTICO
vida de infinda busca eterna
venturosa… enigmática… é
fio de navalha… é mágica
nada quer do morto passado
nada espera do futuro
dela sabe-se só o presente
QUARTO HEXÁSTICO
esquece a glória prometida
vaidade é tesouro pobre
resiste só ao instante fátuo
sucesso luta nobre é
revela assim sabedoria
sagrando a alma da poesia
QUINTO EXÁSTICO
não revela à toa o teu segredo
guarda-o no baú da tua razão
melhor não saberem dos medos
assim não te imporão degredos
falsos demônios anjos são
todos parados nos umbrais
SEXTO HEXÁSTICO
eis-me aqui sujeito póstumo
zumbi de deambulações
aedo de poemas tortos
catando esmos corações
ditirâmbico sem o báquico
hino para minhas orgias
SÉTIMO HEXÁSTICO
líquidos eruditos vãos
velhos discursos si produzem
ágoras de sós volatizam
logos e verbos pós-modernos
etéreos assim conduzem
infernos campos niilistas
OITAVO HEXÁSTICO
poetas líquidos não enformam
voláteis são vãs plantações
semeadas em campos estéreis
espigas de milhos sem grãos
debulhadas não dar para o pão
não mata a fome de inférteis
NONO HEXÁSTICO
brisa cálida… envolvente
afasta de mim esse cálice
nunca mais o beberei
jamais quero a embriaguez
soberbia e sucesso vãos
póstumo caminho eterno
DÉCIMO HEXÁSTICO
desejo é toda potência
motor de toda existência
valor supremo dessa vida
intrínseco da natureza
convenções jamais o impedem
sagrado faz-se eterno verbo
DÉCIMO PRIMEIRO HEXÁSTICO
a dor me cobre a ossatura
invade a carne de tod’alma
s’instala na tumba da carne
alimentando pensamentos
desconstruind’identidades
valores morais sedentários
DÉCIMO SEGUNDO HEXÁSTICO
Onde some o ser humano
resta tão-somente o homem
prisioneiro do si mesmo
fluídico e sem forma própria
agrilhoado à sua caverna
é sombra sem a luz do dia
A CAIPIRINHA DO SEU ZÉ
Musica sertanejo -modão
A CAIPIRINHA DO SEU ZÉ
Seu zé me dá uma caipirinha para eu tomar
Eu quero embriagar uma dorzinha aqui dentro do peito
Seu zé essa caipirinha tem sabor de amor que acabou depois que ela olhou e quebrou meu celular
Bote outra aí seu zé!(refrão)
Seu zé o meu celular não tem mais conserto, mas essa dor aqui dentro do peito só a caipirinha pode curar
Bote outra aí seu zé!(refrão)
Seu zé bote açúcar de montão que eu quero adoçar a amargura de uma paixão mal resolvida,pois ela é tudo na minha vida.
Bote outra aí seu zé!(refrão)
Seu zé bote bastante cachaça e mexe bem.Mexe como ela mexeu comigo, pois eu a perdi pro meu melhor amigo
Bote outra aí seu zé!(refrão)
Seu zé essa caipirinha me embriagou e o gelo que o senhor colocou não esfriou o meu coração.
Bote outra aí seu zé!(refrão)
poeta Adailton
Enviado por poeta Adailton em 06/03/2019
Código do texto: T6590661
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Jesus sussurrou no meu ouvido
Música Gospel-Jesus sussurrou no meu ouvido
Quando eu achei que tinha cumprido a missão, veio aquela voz:Vai filho semear onde ninguém semeou;regar onde ninguém regou.O peso da cruz ainda não cessou. Acolherei a quem você ajudou.
Lembre que com apenas (sete) 7 pães e poucos peixes alimentei uma multidão
O seu caminho ninguém trilha,pois,pertence a mim .
Talvez você não queira enxergar
Foi EU que morri na Cruz para nos salvar
Lembre que com apenas (sete) 7 pães e poucos peixes alimentei uma multidão
A sua missão ainda não acabou,das trevas EU te tirei
Do abismo eu te puxei quando estendi a minha mão
Sou a tua salvação
Lembre que com apenas (sete) 7 pães alimentei uma multidão
Segue o meu caminho
poeta Adailton
