Tag poesias
Você não me empurrou...
Fui porque quis.
Fui em queda livre,
me lancei sem me importar se era abismo
Sem saber as profundidades
se seriam escuras..
me apaixonei..!!
.
Você pode ter sofrido e estar passando por momentos difíceis, e talvez se pergunte constantemente por que enfrenta determinada situação. Pode ser que não encontre respostas, ou que a própria dificuldade seja a resposta.
Olhe ao seu redor e perceba as poucas pessoas que realmente querem o seu bem. Poucas, né? Agora olhe novamente e veja quantas querem o seu mal… Faltam dedos para contar.
Sua vida é a maior empresa do mundo, e só você pode impedir que ela vá à falência. Use a superação como sua maior arma contra a maldade. E nunca se esqueça: ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza.
Nunca desista de você!
"Viver julgando. É um oficio reservado para poucos.
Aqueles que, se apoderam dessa forma de raciocinar.
Atrai para si. Juízo daquilo que julga vinte e quatro horas por dia.
E, a cada Juízo errado. O próprio corpo é padece.
Somatizado em derredor da própria alma apenada."
marcos fereS
És as estrelas do meu céu...
Se, és o som das minhas canções...
O seu silêncio me cala...
Sonia Solange Da Silveira Ssolsevilha
.
Um cisco de areia na calçada
Tinha razão. Toda a razão do mundo,
Para não reconciliar.
Fundamentava em verdades supremas.
Passagens antigas. E que mantinha
dilema de estar ao lado de meu próximo.
Porque um dia nos conhecemos.
Nos estranhamos, na pequenez
e limitação. Que não sonhávamos ter
E, em decorrência da vida, fora aquele ser
que nos demonstrou esse limite.
Mais um ano passando.
Quantas pessoas passaram.
E ainda pessoas carregando ,
mágoas , bem fundamentada na sua razão,
para não perdoar aquele próximo.
Que ocupou um espaço em sua vida.
Para representar uma melancolia.
Daqui algum tempo, o que seria.
Senão um cisco de areia na calçada.
Guardada no peito, quase nada.
Mais que pedra no sapato.
Perdoe. Assim como na vida tudo
possui o seu tempo.
É tempo de perdoar.
Não significa andar juntos.
Porque ambos transcenderam aquele tempo.
E aprenderam o que devia.
É a hora da justiça. Dar espaço para misericodia.
E continuar a caminhada
por essa calçada, que escolheram,
para viajar.
marcos FereS
Não desisto
Posso até me magoar
Mas insisto
Em lagrimas me afogar
Não desisto
Se há concavo, há convexo
Não há história sem fim
Sei que tenho um averso
Por mais que fuja de mim
Mais não desisto
Posso até acomodar
Mas estou sempre a espezinhar
Não desisto
Me belisque se preciso
Mas não me peça para desistir
"A sombra do tempo, condicionado no espaço.Na primazia da ação.Infinito?Finito? Invenção.Somente a gravidade sobre a massa."
marcos fereS
Esplendor
Pense numa flor.
Que cultivada no jardim.
Ao seu tempo. Cresceu.
Projetou suas cores em esplendor.
Exalando o perfume por toda sua volta.
E quando era tocada, por chuvas de pedras?
Não se deixava sequestrar.
Escondida nas sombras de outras plantas.
Projetando suas próprias vibrações.
em seu espectro único de cores.
Intransferível, na forma,
Enriquecendo o jardim.
Alçando do próprio caule,
em direção a luz do sol.
Abriu-se em pétalas até o fim.
Permitindo-se , ver. E ser vista e admirada,
Beijada e visitada.
Distribuindo pólen e sementes,
floreando a vida em sua volta.
Não temia. Porque sabia que.
Na próxima primavera.
Lá estaria seus frutos, sendo admirados
Por anônimos que passavam.
Sendo contagiando e agradecidos.
Por tanta beleza. Por aquele que as plantaram.
Não se tornara uma semente.
Que, caída em terra.
Deixou-se cimentar, suas possibilidades
de ascensão e abertura de virtudes.
Abriu-se toda, até que lhes falta-se cores.
E soltou-se naturalmente ao solo. Deixando apenas,
o botão que as segurava a raiz principal.
Tinha gozado todo o sentidos da vida.
Não fora cortada, e nem serviu de adereço.
Não ficara na sombra, com medo das chuvas.
Gastara toda sua formosura, fascinando olhos da vida.
E ao final. Gloriosamente,
desprendera espontaneamente suas pétalas ao solo.
Para fazer um tapete aos pés da planta raiz.
Para testemunhar. Que desabrochara, apesar de tudo.
Sem espaço para arrependimento entre uma pétala e outra.
Sabendo. que na próxima primavera.
O Jardim. Voltaria a florir.
marcos FereS
Quietude
Precisamos de momentos de silêncio e solidão, onde a única certeza que temos é a presença de um Deus Onipresente e o toque da brisa suave. Corremos o risco de voltarmos ao tempo, nas lembranças de outrora, entretanto, nelas não podemos permanecer. O silêncio atento torna as palavras como remédio para o coração. Mentalmente falamos consigo, mas do lado de fora a vida vai acontecendo minuto após minuto. Essa experiência é diferente para cada pessoa, é uma estrada pela qual poucos viajam. A mudança interior faz-se necessária, pois uma mente reta produzirá condutas retas. Ao trilhar por essa estrada é fundamental o desejo de mudança e assim tudo e todos a nossa volta colherão os frutos dessa introspecção. Sentir-se bem em um mundo onde as coisas e relações têm sido tão superficiais é apreciar a leveza da vida, mesmo diante de momentos tão dolorosos e pesados. Toque a si mesmo para que os outros venham ser tocados com o seu melhor e verás a beleza nas coisas simples da vida.
Texto: Silvia C. P. Lima
Paredes
Parede reais
Parede imaginárias
Parede psíquica
Parede espiritual
Parede de arrependimento
Parede falsa
Parede perfeita
Parede rebocada
Parede iluminada
Parede cansada
Parede esperançosa
Parede entediosa
Parede caída
Parede em construção
Parede bem acabada
Parede de carne
Parede com sombras
Parede visitada
Parede vazia
Parede esquecida
Parede alegre
Parede ilusória
Parede religiosa
Parede otimista
A Parede. Uma forma de enxerga-la.
marcos fereS
Além Eternidade do Agora
Para quem não se encontra na vida.
A eternidade é castigo.
Por isso nunca deixe de sonhar.
Pode ser um sonho pequenino.
Um botão de uma florzinha a desabrochar,
no seu jardim.
O primeiro voo de um filhote de passarinho.
Aprender a observar com o coração.
E não. Com o estomago.
Esse. Jamais será saciado.
Porque esse é seu papel.
Apenas indica a fome.
E o cérebro obedece.
Indica a hora de lutar ou de correr.
E se cansa todo o momento.
Aprimorando a astucia do sobreviver.
Esta correto em suas ações.
Mas sofre muitos desgastes,
durante a viagem.
E segue durante toda a vida de,
orelhas em pé.
Quando não lhes sobrar nada,
a eternidade será o seu castigo.
Porque , um pouco acima.
Um bater adâmico, do coração,
A lembrar a pacificação do espirito,
Que deveria atrever juntos com outros.
A mesma jornada.
Se existe volta, não sei.
Se eternidade. Castigo.
Como viver uma eternidade,
sem renovação.
Sem melhorar-se.
Apesar dos atritos e conflitos?
Bombardeios de idéias plantadas,
e escondidas , nas sombras
de cada pensamento.
Saiba que já estais na eternidade.
E o coração é o medianeiro,
Para equilibrar as cores espectrais
de baixo ventre, para além da cabeça.
E o que chamas de bom sensu.
De proveito para além eternidade,
do agora.
Marcos FereS
Conversão de janeiro
Janeiro novo ano.
novas promessas
a começar.
Emagrecer,
Enriquecer.
Para de beber.
E de branco se benzer.
Seguir a estrela guia.
Como fizeram os Reis Magos.
E em volta de magia.
Seu destino iam achar.
O menino encontrando.
Outra vida , fez-se ao lado.
Para aquela luz se adorar.
E seguindo a caminhada.
O que de antes. Fez-se nada.
Pegando novamente a estrada.
Não voltaram pelo mesmo lugar.
marcos fereS
Brasileiro Graças a Deus
Piso no solo sagrado.
Onde tanta gente pisou.
Gente boa.Trabalhadeira.
Gente nem tanto. Hospitaleira.
Todas lidando o próprio chão.
Plantando a vida,
e passando de mão.
Se desenhou território,
surgindo nossa nação.
Tanta gente, tanto trabalho
que deve continuar.
Tirando do solo sagrado.
Que tudo que essa terra dá.
Por isso. Querendo ou não.
Somos todos irmãos desse lugar.
Nos fortalecemos de todos dos frutos.
De nossas mãos a trabalhar.
Logo cedo aprendemos.
Que a todos pertencia.
Não seria de um bando.Com uma carta de alforria.
E a ideia de justiça. Cada vez precisaria crescer.
Partilhada para todos. O tudo, da construção.
Muita gente passaram. Dormiram com essa esperança.
Que um dia. Tudo ia melhorar.
O mesmo sonho, ainda acalentado.
Que devemos por honra.Guardar.
E saber que um dia. Isso vai se realizar.
Diferenças de idéias. Em todo lugar se tem.
Mas conhecer a verdade. É como ascender uma luz.
E, colocada na prática. Para todos melhora.
Se estamos conseguindo. É claro que não.
Verdade dita. É pouco governo e muito ladrão.
Depois de tanto trabalho.
O que de justo, escoa pelo ralo.
Dessa maldita corrupção.
E a cada imposto cobrado.
É recebo de otário.
Para toda população.
Chega de ser enganados.
Aqueles que nesse solo surgiu.
Aqueles que Nele cresceu,
e se alimentou de Brasil.
Devemos aos nossos entes.
Essa insatisfação.
Cinismo de malandros,
sindicalizados, enjangados,
togados ou não.
Mãos sujas de podridão.
Ser bom. Não é ser bobo.
Precisa aumentar a indignação.
Só de conversa não se cuida do povo.
E só de retórica, não se faz o pão.
A cada criança mal cuidada.
Quando cresce . Não espera nada.
E pouco devolve para essa terra.
Desculpas não há.
O Principio do estado. É cuidar.
Moralidade.Esta escrito. É só praticar.
A res-publica pertence ao povo.
E não para charlatão.
Bobo alegre , que quando passa.
Falta o bom ar em toda praça.
Enquanto desce o caixão.
O momento é histórico.
E não devemos esconder.
Devo isso a pátria.
Do que ela fez por você.
Chega de corrupção.
É a obrigação de nossa gente.
E quando dormirmos em berço esplendido.
Deixaremos nossas marcas. De um pensar diferente.
De um povo humilde, mas inteligente.
Que eliminaram os sangue-sugas.
Que roubavam nossa gente.
marcos fereS
Brasileiro Graças a Deus
Piso no solo sagrado.
Onde tanta gente pisou.
Gente boa.Trabalhadeira.
Gente nem tanto. Hospitaleira.
Todas lidando o próprio chão.
Plantando a vida,
e passando de mão.
Se desenhou território,
surgindo nossa nação.
Tanta gente, tanto trabalho
que deve continuar.
Tirando do solo sagrado.
Que tudo que essa terra dá.
Por isso. Querendo ou não.
Somos todos irmãos desse lugar.
Nos fortalecemos de todos dos frutos.
De nossas mãos a trabalhar.
Logo cedo aprendemos.
Que a todos pertencia.
Não seria de um bando.Com uma carta de alforria.
E a ideia de justiça. Cada vez precisaria crescer.
Partilhada para todos. O tudo, da construção.
Muita gente passaram. Dormiram com essa esperança.
Que um dia. Tudo ia melhorar.
O mesmo sonho, ainda acalentado.
Que devemos por honra.Guardar.
E saber que um dia. Isso vai se realizar.
Diferenças de idéias. Em todo lugar se tem.
Mas conhecer a verdade. É como ascender uma luz.
E, colocada na prática. Para todos melhora.
Se estamos conseguindo. É claro que não.
Verdade dita. É pouco governo e muito ladrão.
Depois de tanto trabalho.
O que de justo, escoa pelo ralo.
Dessa maldita corrupção.
E a cada imposto cobrado.
É recebo de otário.
Para toda população.
Chega de ser enganados.
Aqueles que nesse solo surgiu.
Aqueles que Nele cresceu,
e se alimentou de Brasil.
Devemos aos nossos entes.
Essa insatisfação.
Cinismo de malandros,
sindicalizados, enjangados,
togados ou não.
Mãos sujas de podridão.
Ser bom. Não é ser bobo.
Precisa aumentar a indignação.
Só de conversa não se cuida do povo.
E só de retórica, não se faz o pão.
A cada criança mal cuidada.
Quando cresce . Não espera nada.
E pouco devolve para essa terra.
Desculpas não há.
O Principio do estado. É cuidar.
Moralidade.Esta escrito. É só praticar.
A res-publica pertence ao povo.
E não para charlatão.
Bobo alegre , que quando passa.
Falta o bom ar em toda praça.
Enquanto desce o caixão.
O momento é histórico.
E não devemos esconder.
Devo isso a pátria.
Do que ela fez por você.
Chega de corrupção.
É a obrigação de nossa gente.
E quando dormirmos em berço esplendido.
Deixaremos nossas marcas. De um pensar diferente.
De um povo humilde, mas inteligente.
Que eliminaram os sangue-sugas.
Que roubavam nossa gente.
marcos fereS
Críticos Carreirolíticos
Bem sabe, depois que as caravanas foram passar,
Todos de uma vez se puseram a observar
Latidos caninos que as acompanhavam,
Mas de forma alguma atrapalhavam.
Outra, porém, é a sina do artista,
Pois, por melhor que seja, acredita que resista
A investidas cegas desses críticos?
Numa palavra: são 'carreirolíticos!'
Não há autor, ator ou prima dona,
Seja ela encantadora ou solteirona,
Que resista a um epíteto mordaz.
Responderá sorrindo: Tanto faz?
Pois, nesse caso, vai palpite de amigo
Esse aí é o domicílio do perigo!
Desprezar a corja ululante,
A pretexto que o alvo segue avante,
Desprezando os atos da matilha
É esquecer que essa camarilha
Tem o poder de vida ou de morte
Sobre carreiras. Não o fazem por esporte.
Mas, por serem desprovidos de ideias
Destroem sem pudor obras alheias.
Tão fácil é dizer: ‘Isso não presta’,
Com ar soturno de um final de festa!
Jogar no lixo um autor que ia avante
Como fazia o Flávio Cavalcanti.
Quebrava discos? muito bem , esses senhores
Numa penada destroem os autores.
Isso porque com seu poder mediático
Ressaltam num tom denso e enfático,
Ser a leitura desse pobre diabo uma besteira.
Outros fizeram melhor. E a peneira
Que eles ao serviço do público deixaram
Soterra infelizes que tentaram
Por um momento, ou menos, um segundo,
Deixar o pensamento vagabundo
Soltar uma imagem. Que importa
Se um amor eterno escala a aorta.
Mas imaginem quanta leviandade!!
Exclama enfurecida a ‘autoridade’
Essa metáfora, essa alegoria
Provém de quem ignora anatomia.
E vão falando sobre a veia cava:
´Por ela corre sem parar a lava
Dos sentimentos que esse pobre autor.
Um misto de palhaço e trovador,
Que de modo absoluto ignorava
Ser rota do amor veia cava’.
E a metáfora se perde na história,
O grande crítico a retira da memória
De quem por um acaso a decorasse
a amasse
interpretasse
Rotulasse.
O papel glorioso da aorta,
O sofrimento? Ora, letra morta...
Meus parabéns, meu caro amigo crítico,
Receio agora ter que ser político.
Terei que reduzir minhas patadas
Pois prezo muito minhas obras publicadas.
Desafiar você? Nem tento,
Não vou fazer pipi contra o vento.
Contudo , ó crítico, respeito-lhe o cetro,
Sobeja-lhe razão prá mais de metro
O seu oficio apreciaria a distância
Pontificando em algum jardim de infância
Impondo suas regras sem moral.
Ó crítico, egresso de um Mobral
E para poder espetar você de jeito
Eu acrescento: Mas que Mobral mal feito!
Dizia o Ionesco :estúpido animal
Louvando sua mente vegetal.
Quando uma idéia assim incubo,
O ventilador espalha o adubo.
Talvez a situação seja esquerda,
Mas todo crítico, afirmo, é uma merda.
Os cachorros do mercado
Os cachorros do mercado.
Todos soltos. Espreguiçados.
Na porta da frente.
Esperando a tarde cair.
Daqui a pouco.Adentro fechados.
Esperando o anoitecer.
Guardiães das portas do lado.
Durante a noite vão latir.
Vivem uma vida tranquila.
Depois de curado as feridas,
Pelas ruas do abandono.
Agora de barriga cheia ,
vivem na porta do mercado.
Olhando as pessoas.
Esperando o afago.
E a hora do guarda chegar..
Nem os olhos costumam abrir.
Dormem sonhando que chegaram no céu.
No céu dos cachorros.
Se não recebe, um agradinho na hora.
Ficam em silencio e a vontade.
São tanta gente, passando.
Que nunca falta nada de verdade.
No mercado, é assim.
É um pedaço de carne, outro de pastel.
bolachas e doces.
Churrasquinho e pão de mel.
E é no meio dessa gente ordeira.
Em volta do mercado. Trabalhadeira.
Que deixaram esquecida.
A antiga vida de cão.
São os cachorros do mercado,
Que estão sempre, ali na porta.
Agradando a multidão.
No lugar certo. Na hora certa.
Aprenderam o que fazer.
Já não estão abandonados.
Estão sendo bem olhados.
Por cada banca do mercado.
Onde todos. Tiram. O seu viver.
marcos fereS
Ave impermanente
"Não demore muito para descobrir
sua impermanência.
Alce seus próprios vôos.
Use suas próprias asas.
Senão. Chega o tempo.
E elas atrofiam.
E não poderás mais realizar,
Os vôos sonhados.
Não é feliz. Uma ave que vive no chão."
marcos fereS
Só queria...
- A beleza das fotos
- O amor das poesias
- A promessa das músicas
- O perfume das cartas
- A fidelidade na hora do desespero
- O perdão das lágrimas
- O carinho das palavras
- O elogio das frases escritas
- Os planos do futuro
Apenas isso.
Entre chuva e lágrimas, muita coisa
Desce rio abaixo. Muita coisa
Vai junto a essa correnteza
De incertezas.
Efêmero, passageiro e breve
É o amor, é a dor, é o tempo.
É o pular entre vírgulas,
É represa que rompe.
É a reticência sem ponto final,
É a vida, a continuidade.
São involuntárias mutações
E transformações.
