Tag poesia

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⁠A previsão é de chuva
De raios e relâmpagos
Lá fora,
E aqui dentro
Meu coração trovoa."

Inserida por davidballot

⁠Vista-se!

Ainda que lhe falte, 
para o medo a coragem, 
contra tantas ameaças visíveis,
E tantas dores sensíveis,
Que da alma por vezes vem!
Procure na bagagem,
Uma melhor roupagem,
E apenas vista-se bem!
Vista-se do seu melhor sorriso,
Vista-se de amor, luz e fé,
Vista-se do que é preciso, 
Para que sempre se mantenha em pé!
Assim trilhe seu caminho,
Na certeza de sua capacidade, 
Certo de que não segue sozinho,
Se entre obstáculos e adversidades,
Sua escolha se cerca do bem!
Vista a sua mente, 
Vista a sua alma, 
E principalmente o coração!
Leia algo que te acrescente,
Ouça uma música que te acalma,
Esteja sempre em oração!
Diga sempre seu bom dia,
Estenda a quem puder a sua mão,
Em dias difíceis, de tons mais cinzas,
Se compreende na empatia, 
A nobreza de qualquer ação!
E se de tudo te falta um pouco,
Resta muito aí ainda,
E ressalta a alegria, 
Do viver da forma mais linda,
Com intensidade e com paixão!
Então de tudo que é bom se vista,
E a tudo que é ruim resista,
Contemple o verde da esperança,
E ao longe que a vista alcança,
Confie no tempo da superação!
Vista-se do otimismo e da aliança,
Da paz e confiança,
Que nos mantém na direção!

Poemas e versos by Dayane Artuzi 

#myinspiration #poems #poetry #mamaepoetisa #poemas #daywriting

Inserida por DayArtuzi7

⁠"Opiniões subjetivas não devem serem expostas se não forem construtivas."

Inserida por alessandroperny

Perdi a Poesia.

Recentemente,
Talvez de forma displicente,
Perdi a poesia, 
Literalmente, 

Não se tratava de uma grande obra, 
Mesmo porque dessa não sou capaz
Era um fato presente, 
Frequente, 

Uma simples impressão de um ocaso
Vespertino, dolente
Nada extraordinário, especial, ele, o ocaso
Trazia a noite fria, outonal,

Fiquei sem poesia,
O espelho não revela mais, medonho
Um olhar vivo, atento, vibrante, 
Apenas monótono e tristonho.

Sim, perdi a poesia.

Procurando a coisa perdida, 
Mais que uma poesia, talvez a vida, 
Enquanto passam outras tantas, 
Despercebidas, 

E eu, impassível e ao todo indiferente
Procuro pela poesia loucamente. 


 ⁠

Inserida por EduardoChiarini

⁠Foi na mais tenra idade que uma parede diante do olhar despertou o desejo de voar...
Voar no pensamento, nas ideias, nas ousadias sem importar com os banquinhos em frente a tantas paredes, com portas fechadas... com silêncios.
Nem sempre foi para pensar. Muitas vezes foi para articular um plano de guerra...ou para analisar uma joaninha que subia pela parede... ou uma pequena aranha que rodopiava com suas várias perninhas.
O canto até fez pensar mas, nem sempre puniu a menina levada, (intenção da época). Canto do pensar... Penso logo existo... Existo logo penso... cogitou!
Eis que nasce Reneé D.- amiguinha imaginária de filósofo francês René Descartes (1596-1650), o maior expoente do chamado racionalismo clássico - movimento que deu ao mundo filósofos tão brilhantes como, Blaise Pascal, Francis Bacon, Hobbes, Isaac Newton, entre outros, adolesceu.
Descartes lançou as bases do pensamento que viria modificar toda a história da filosofia.... Através da dúvida metódica, chega à descoberta de sua própria existência enquanto substância pensante - num banquinho ou não - A palavra cogito (penso) deriva da expressão latina cogito ergo sum (penso logo existo) e remete à auto-evidência do sujeito pensante.
O cogito é a certeza que o sujeito pensante tem da sua existência enquanto tal.
Voltando à menina excêntrica Reneé D, levada mas doce, transformou seu pensamento em poesia, movida pela inspiração e a delicadeza das palavras, mesmo diante de um mundo, às vezes cruel, sempre com muito sentimento e sonoridade.
Hoje, na idade da flor - metáfora do desabrochar ela segue firme, Reneé D, madura , hora senta, hora arremessa, hora chuta o banquinho – na boa!

⁠Amor é como milagre, só existe para quem acredita.

Inserida por userdits

Quem ama é mais forte do que quem odeia.⁠

Inserida por userdits

⁠⁠Cristo veio ao mundo também para mostrar que justo quem pode atirar a primeira pedra é justamente quem não a atira.

Inserida por userdits

⁠RECIFE DA JANELA

O Recife lá de cima
Cabe na palma da mão
Lágrima vai escorrendo
Ofuscando minha visão
Ao partir a gente chora
Acho até que vai embora
Um pouco do coração

Inserida por RomuloBourbon

⁠beijo é 

mistério, é desejo, é fogo, 
centenas, milhares, diferentes,

todos com a promessa de serem únicos...

mas nunca são, 

e sempre são..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo é

volúpia, fogo devorador em alguns,

chama que consome,
mera paixao...

outros é suavidade, sublimidade,
porcelanas que se tocam, 

e também em alguns

mera carência, desejos da solitude..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo é mistério, é desejo, é fogo... 
é sonhos, é nutrir esperanças 
para toda uma vida, 
sonhando com o deleite de saborear, 
os doces e almejados lábios,

sim é..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo também é medo,
medo de possuir,

medo de ser possuído, 
e depois não mais existir,
há não ser enquanto desfruta
dos lábios amados..

Inserida por arremedos_poeticos

beijo é medo de querer,
pois, não saberá mais viver sem,

medo de perder-se nos lábios desejados, 
e nunca mais se encontrar, 
se não for por esses mesmos lábios..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo é 

medo de se despir da própria vida, 
e como uma roupa vestir-se
com a vida do outro..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo é 

medo de se esvair
do seu existir, 
e renascer na
existência do outro..

Inserida por arremedos_poeticos

beijo ⁠é

medo de se ver
sumindo do seu
aconchego

e se deslocar
para um
novo lar, 

lábios..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo é

medo de se despir da própria vida, 
e como uma roupa vestir-se com a vida do outro,

medo de se esvair do seu existir, 
e renascer na existência do outro,

é medo de se ver sumindo do seu aconchego

e se deslocar para um novo lar, 

lábios..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo é 

medo de não mais estar, 
porque o estar vai ser transitório,

o estar será onde os lábios dela então levarem..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo

é medo de
abandonar
velhas canções,

e se deixar embalar
pelas melodias
desses novos lábios..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo

é medo...

medo da entrega...

mas o desejo é maior que o medo, 

o que queremos sempre está além,

e depois que os lábios se tocam...

o que são os sentimentos como o medo?

[...]

Inserida por arremedos_poeticos

beijo é quando

⁠nada mais resta há não ser o momento,
o néctar dos lábios tão desejados,
e enfim alcançados,

não é só sabor, é cor, é aroma...

é calor e frio ao mesmo tempo...

é vento que sopra, são gotas de chuva...
e tempestades que não cessam nunca,

é nascente de águas jorrando...

é cachoeira escondida onde virgens se banham,

é tentar trazer para si a alma do outro pela boca..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo 

é tempo que passa e não se sente,

é consumar mais que lábios se tocando,

e sempre mais...

Beijo é tocar a alma do outro,

ligar-se a ela de uma forma física...

através dos lábios, 
as almas fazendo amor..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠beijo

é sentir no contorno dos 
lábios um do outro
o encanto das almas,
e colocá-las para dançar, 

e fazer com que se alegrem,

Beijo de quem ama,

Alma..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠A história nos conta que os tempos difíceis são os tempos das mais difíceis escolhas. No entanto, se quisermos subsistir, é preciso insistir no ritmo da criação e lembrar que todo tempo é um tempo poético. Mais que nunca, nesses tempos em que vivemos, precisamos da esperança que brota da poesia e para isso é preciso lembrar que a poesia, ao casar-se com a vida, a acompanha sempre. Seja na alegria ou na tristeza, na paz ou na guerra, na saúde ou na doença, na abundância ou na indigência. Assim, é preciso crer que enquanto houver poetas no mundo os frutos da indigência podem tornar-se flores e a esperança sempre pode ressurgir aninhada em seus botões. (Porquê poesia em tempo de indigência? - Renata B R BARRETO, 2003)

Inserida por rbrbarreto