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A arte e a cultura no Brasil por conta da maquina publica antagônica distante das verdadeiras politicas publicas de governo para a educação, ainda continua como moeda de troca de politicas de partidos.
Não sou candidato a nada no Brasil e não apoio ninguém. Por conscientização, aconselho, paguem multa. A politica deixou de ser uma honrosa representação e descambou para uma marginal profissão.
Busco por politicas culturais sim mas bem distante das politicagens de partidos que deixaram a muito tempo de serem honestas, casuísticas e ideológicas. Não compactuo com estas novas camuflagens e politicagens econômicas, demagógicas e financeiras que só contemplam ainda mais alguns grupos poderosos e poucas classes privilegiadas distante da sofrida realidade e invisibilidade popular nacional brasileira.
Distante de todas as possíveis argumentações teóricas históricas, politicas, sociológicas e econômicas acadêmicas foi por meio de um analfabetismo carismático nefasto que foi plantado e implementado de forma sem igual e pouco moral o fundamentalismo politico dogmático e agressivo em todo território continental brasileiro, pondo em risco, para sempre a tradicional unidade nacional.
A bipolarização contemporânea entre o sim e ele não, é um retrocesso de possibilidades melhores dentro da politica brasileira.
A verdadeira arte e a verdadeira cultura nunca estão nem poderão estar interligadas e algemadas por proposições étnicas, politicas, sociais ou religiosas. Quando assim aparecem, não se tratam mais de arte e nem cultura mas sim de uma maldosa doutrinação de meias verdades que vão estimulando a polarização divergente por meio indevido da liberdade.
A arte e a cultura como manifestação publica politica e social do povo é justo mas quando passa a ser ferramenta politica de um só partido é um desastre.
