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segurança do paciente.
É a assistência prestada pela equipe de saúde seguindo normas e protocolos e pensamento críticos, baseado em conhecimento cientifico, de forma a manter o paciente livre de dano físico
e psicológico durante sua estadia no serviço de saúde, é uma necessidade que deve ser atendida.
Se queres sentir que o tempo passe vagarosamente é só ficar na sala de espera de um hospital sendo paciente ligado ao SUS.
PERTO DE VOCÊ
SOU PACIENTE E IMPACIENTE.
AMANTE VORAZ E FRÍGIDA,
DOCEMENTE FRÍGIDA
QUANDO NÃO SE TRATA DE VOCÊ.
PORQUE VOCÊ É O AMOR QUE EU PROCURO,
É O SOL QUE ME AQUECE.
É O VENTO QUE ME LEVA
É A FORÇA QUE ME FAZ BEM MELHOR!
O paciente quer com todas as forças ser curado, e o aluno quer ser aprovado com o menor esforço possível. Contudo, mérito aos médicos e professores.
“O CUIDADO QUE VOCÊ TEM COM O PRONTUÁRIO DO PACIENTE E O QUE VOCÊ ESCREVE, DEMONSTRA PROFISSIONAL VOCÊ É!”
O aluno escolher o que quer que a escola o ensine, é o mesmo que o paciente determinar ao médico o remédio que quer tomar! O foco dele não é atender a necessidade social, mas o prazer egoísta e imediato de quem sacrifica os outros para se dar bem em tudo.
Paciência é virtude
Sinal de serenidade
Ela chega com o tempo
Vem com a maturidade
Requisito necessário
Justamente o contrário
Do mal da ansiedade
Sem desmerecer a importância de Hipócrates para a Medicina, no entanto, vamos combinar que muita coisa mudou nos últimos 25 séculos. E uma delas diz respeito à autonomia do paciente, que tem todo o direito de fazer suas próprias escolhas.
A figura do paciente passivo, que apenas segue as ordens do grande detentor do conhecimento – o médico –, está com os dias contados. A ideia é que, a partir de agora, ele se torne cada vez mais responsável pela sua saúde, facilitando e aprimorando o trabalho dos médicos.
Quando pensamos em percepção de valor, o conceito de experiência do paciente se amplia...
Experiências aparentemente “negativas”, mas que foram tratadas em conjunto com o paciente e onde sua participação foi ativa e determinante, podem ser consideradas pelo próprio paciente como entrega de valor.
O paciente pode compreender e aceitar um “mau” resultado.
Para que isso aconteça, ele deverá ter participado ativamente de todas as decisões relacionadas à sua condição de saúde e estar seguro de que recebeu o cuidado mais adequado, mesmo quando o desfecho se apresenta diferente do que ele esperava.
Valor e Empatia são duas palavras que fazem parte do Dicionário do Melhor Cuidado.
Ao se colocar diante do paciente, imagine-se no lugar dele e, vendo a maneira com que você se apresenta, faça a si mesmo a seguinte pergunta:
“Eu confiaria neste profissional que está aqui na minha frente? Porquê?”
Ações que entregam valor não necessariamente envolvem recursos financeiros ou estruturas altamente tecnológicas, mas não podem prescindir do envolvimento do paciente no seu processo de cuidado.
Isso não custa dinheiro, mas exige alinhamento institucional (alignment) engajamento (engagement) e responsabilização (accountability) de todos os atores de saúde.
O cuidado em saúde, quando aplicado de forma sistematizada e oportuna, embasado em diretrizes técnico-científicas, é mais seguro, tem melhores desfechos e apresenta menores custos por ciclo de cuidado, gerando valor para os pacientes e, por conseguinte, para o sistema de saúde como um todo.
Governança Clínica é trabalho de conjunto e não se faz sem alinhamento, compartilhamento de responsabilidades e engajamento.
Governança Clínica é promover alinhamento de condutas e conformidade institucional.
É trazer segurança assistencial, financeira e normativa à operação hospitalar.
As ações da Governança Clínica devem impactar positivamente na performance dos serviços e na melhoria dos seus resultados clínicos.
Acima de tudo, o paciente deve perceber que seu cuidado lhe proporcionou melhora naquilo que realmente importa para ele.
Prover o melhor fluxo assistencial, favorecendo a atuação de quem cuida – esse é um dos objetivos fundamentais do design de processos assistenciais.
É essencial imergir na estrutura física, exercitar a criatividade e remanejar espaços para que sejam mais adequados aos protocolos e fluxogramas, e vice-versa, de forma que o paciente tenha menos esforço, a equipe seja mais ágil e a operação mais segura.
A jornada para a construção da governança corporativa na saúde é longa e árdua, pede empenho e dedicação... mas, pelos frutos colhidos, mostra-se indiscutivelmente recompensadora. Para tanto, é necessário encontrar e escolher os melhores caminhos.
