Tag odio
No fim, você é meu desejo mais odiado. A lúcida loucura, meu oximoro desejado a sumir, para voltar em meio a falta.
Sempre julguei muito o amor,sempre dizia para as pessoas nunca se apaixonarem,bem,hoje percebo que eu estava enganada.As pessoas tem sim que amar, pois o amor salva qualquer alma que vague perdida por esse mundo.Eu amava odiar o amor naquela época, veja , eu amava do mesmo jeito ..
Qual é a beleza da vida? Não poder ter tudo.
O que odiamos na vida? Não poder ter tudo.
Não poder ter tudo nos permite o quê? Valorizar o que temos.
Não tenho mais tempo pra ouvir
Sobre ódio guerra e violência
Eu prefiro conversar
Sobre amor e paciência
Era tanto amor que parecia Odio...
Ou era odio amar isso tudo ...
Era tão heroi vilão que se perdia em meio de si ...
*Obs: Nunca mais se encontrou até então ...
Foi com tanta coragem que soou covarde e se pensares bem, até pra ser covarde tem que ter coragem ...
Seu sorriso (sarc) e com seus olhos tristonhos chega a convencer a quem nem busca verdades, pois a mentira é mais simplicia e doce ...
Nun mundo de desacreditados qualquer blasfêmia fêmea e efêmera grita e geme ...
Mas eu era surdo ...
Já não ouço mais e até porque não quero por um dia ter querido tanto ...
Querido ? Rs
Nem tanto ...
O usufruto que faltou fruto ou amadureceu na dor do encanto ...
Esse já morreu ... Esse já bebeu ...
Cansei de tanto ter vontade e gana ...
Hoje ... Hoje ?
Eu só espero a porra do amanhã ...
Até amanhã ...
Por que alguém deveria evitar o ódio ardente, qualquer que seja sua base – raça, classe ou ideologia? Tal ódio está de fato corroendo muitos corações hoje.
Os professores ateus no Ocidente estão a educar uma geração mais jovem num espírito de ódio à sua própria sociedade.
"Quando você é um monstro, por mais que você deseje e tente mudar, tudo a sua volta é destruído por você, porque você é o monstro..."
Ódio, é bom senti-lo correndo nas veias, tomando seus pensamentos, modificando sua vida.
Ódio é melhor que o amor, pois ele não espera ser correspondido e você não tem medo que ele acabe; você apenas sente. Trabalhar o ódio é uma tarefa fácil, precisamos apenas usá-lo de forma energética. Isso faz a gente viver em paz, sentindo o ódio correr dentro de nós.
Obrigada por me fazer odiar, precisava ter essa experiência. Quando escutamos alguém falar que odeia, você não entende... é como o amor! Só quem sente sabe.
Suas mãos que acariciavam suavemente minha face! Tornaram-se lixas! Suas unhas que roçavam com delicadeza minha nuca! Tornaram-se garras!
São seis horas da manhã e eu tenho que lhe contar algo. Sério, você não vai acreditar no que eu tenho para lhe dizer. Está chovendo forte, tem um vento frio que traz os pingos gelados para perto da gente. Eu abri a janela para espiar e o barulho da água rolando no telhado ficou mais alto, muito mais alto, tão alto que fiquei com medo. Sabe aquela chuva que vem com força, parecendo querer lavar a cidade? Então. Está um pouco mais forte que isso. Ainda não amanheceu, acho que esse tempo molhado atrasará a claridade do dia. Eu fiquei olhando para o céu por alguns minutos e me deu uma vontade louca de sair na rua e ser lavado por essa água congelante. Está frio, muito frio. Mas eu fui. Sério, eu fui. Eu abri a porta e saí de casa. É, eu disse que você não acreditaria. Eu sou louco, mas você sabe disso. Você me conhece tão bem sem nem ao menos saber da minha existência. Lá fora, o vento levou meus cabelos para trás e eu fechei os olhos resmungando. Meu rosto estava completamente molhado, senti como se estivesse colocando a cabeça dentro de um congelador. Eu fiquei parado ali perto da grade que fica na frente do quintal olhando para o calçamento da rua que parecia estar resvalando. Sei lá, deu vontade de abrir o portão e dar uma volta. A água vinda dos céus continuava mantendo a temperatura do meu corpo um pouco baixa me fazendo tremer. Você acredita que eu saí portão à fora? Sim, eu saí. Estava escuro, estava chovendo e o frio deixava minha boca roxa. Eu fui até a esquina que tem aqui perto e sentei naquele degrau que eu costumava sentar sozinho há alguns anos atrás. Eu me senti tão sozinho. Minhas roupas estavam totalmente encharcadas e eu continuava tremendo. Não havia nada na rua, nem carros, nem pessoas. Estava tudo deserto. Foi nessa hora que eu fechei meus olhos e pensei em você. Eu não lembro muito bem o que veio à mente, parecia que eu havia me desligado do mundo e entrado na inconsciência. Eu estava com tanto medo. Medo de ficar assim por muito tempo, medo de ser engolida por essa solidão sombria que se perdia no escuro chuvoso da noite. Mas eu vi o seu sorriso. Eu juro que vi. Eu gritei o seu nome na minha mente e você sorriu. Você sorriu para mim. Acho que eu sorri também. Não sei, não lembro, não tenho muita certeza, mas eu senti uma gota quente escorrer pelo meu rosto em meio a água da chuva que me banhava. Sabe, eu senti um aperto no coração. Dá para acreditar? Eu sempre fiz de tudo para ser forte e vencer o meu maior medo sem precisar de ninguém, mas agora eu me encontrei preso em uma gaiola feita de um material muito brusco e forte, eu me encontrei aqui chamando o seu nome. Eu sinto minhas forças irem embora e eu finalmente estou precisando de alguém. Mas não é um alguém qualquer. É você. Eu acho que fiquei ali sentado por uns dez minutos olhando para o nada e ouvindo a sua voz cantando para mim dentro da minha cabeça. Você cantava a nossa música, aquela que me acalma, aquela que você sabe que pode ser usada como antídoto. Você sabia o que cantar porque você me conhece. Você me conhece tão bem sem nem ao menos saber da minha existência. Você me conhece porque nós dois somos um só. O vento aumentou sua velocidade me despertando da fantasia e me forçando a mover meus pés de volta para casa. Demorei um pouco para entrar, fiquei no quintal, perto da minha janela, pensando um pouco mais em nada. Acho que era disso o que eu precisava: viver o irreal. Eu não sei por que eu saí de casa, nunca me dera essas crises loucas antes, eu posso ter pego um resfriado, sei lá, daqui a pouco vou começar a tossir. Mas a chuva, a água que congelava meu corpo, era amena. A água que limpava a cidade, escorria pelo meu corpo tentando levar toda a dor que me habita. Era irreal. Eu juro para você que era. Parecia algo do além, algo curável. O banho quente que eu tomei depois foi como um choque no meu sistema. Eu acordei. Não foi nem um pouco parecido com o momento em que o vento acelerou e me fez voltar para casa, foi algo muito mais que isso. Eu acordei do irreal. Daquela chuva, daquele frio, daquela coisa do além que supostamente tentou levar minha dor embora. Sua voz sumiu da minha mente. Você não cantava mais, você não estava aqui. Eu fiquei sozinho e assustado de novo. Eu continuo precisando de você, eu me rendi, eu admiti que não sou forte, eu gritei. Eu fiz o que pude. Você não ouviu, não me notou. Talvez você fique tão espantada com tamanha loucura que eu obtive de sair por aí sozinho e não se convença. Mas eu disse lá no início que você não iria acreditar no que eu tinha para lhe dizer. São seis e dez da manhã e o céu continua escuro, o barulho da chuva ainda está alto e a janela continua aberta. Eu olho para a água caindo lá de cima e lembro da sensação estranha que eu senti há trinta e cinco minutos atrás quando as gotas bateram no meu corpo e eu estava sozinho pensando em você. Você é minha única saída, é a única pessoa que pode me ajudar. Você está com o pouco de força que ainda me resta. Você pode desacreditar disso também, mas só você pode espantar o medo e a dor que habitam meu coração.
Me apaixonei pelo seu sorriso. Não, espera, acho que foi pelo modo com que seus olhos se fecham por alguma palavra direta. Não, foi por isso também, mas com toda a certeza eu me apaixonei porque você consegue ter tantas coisas lindas que eu não vejo como escolher, me apaixonei por tudo o que há em você.
Não eu não sei, viver no mais ou menos, se amo por inteiro, se odeio com toda a certeza é com todas as minhas forças, e quem vive nessa linha tênue entre amor e
ódio? Quem ali habita simplesmente não existe, é ignorado. Uns chamam de Bipolaridade, outros de falta de caráter, eu prefiro acreditar que foi a forma defensiva que encontrei de viver, separando entre: - Amados os que são pacientes e que vivenciam de forma plena e verdadeira o bem querer bem. - Odiados hipócritas, falsos e mal intencionados. - Ignorados, com toda a certeza os que foram amados, se mostraram odiados e hoje estão apenas esquecidos.
FILHOS E CONSUMO
Na ânsia de atender o cliente a qualquer momento e circunstância para vender mais, o mercado está influenciando o homem a decidir com base só na sua vontade, tornando-o intolerante as regras de convivência sociais e interpessoais. O consumo passou a ser deus do egocentrismo e da intolerância, quando ele é usado só com base na vontade do cliente, estamos formando em nome da liberdade verdadeiros consumistas tiranos. Isso começa em casa quando nós pais nos eximimos de educar nossos filhos com regras e respeito ao próximo, colocando-os no centro de tudo, favorecendo todas as suas vontades, e longe dos problemas, imaginando que estamos lhe dando uma vida melhor. Mera ilusão, pois estamos enxugando gelo ao querer um mundo melhor criando indivíduos egocêntricos buscando resultados coletivos. Pois o pai do ódio é o ego e o pai do amor à colaboração.
A maior arma que o inimigo teu tem é lhe deixar com raivar para em seguida te golpear e te deixar enraivado, frustado e decepcionado. Por isso, se você se deixar se levar pelo odio vai morrer cego o resto da vida. É como um assassino sedento de sangue na nevoada. Quando a raiva toma de conta dos sentimentos, a alcateia de lobos inteira se desperta. Assim você passa a ficar com os olhos e o corpo atormentado e com desejo imenso de vingança.
Rebeldia e raiva é a forma mais pura de demonstrar falta de atenção e decepção a suas metas e seus sonhos. Por isso dizem que não se importam, para colocar uma máscara por cima de sua tristeza interna.
