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``COM VOCÊ´´
Acordar no meio da noite e ver que adormeceu sobre o meu peito ouvindo cada batida de meu coração este sono calmo por tanta paz,isto é de uma recompensa que satisfaz até minha alma , e vivendo na plenitude desse nosso amor! amor que só se faz crescer ao passar dos dias aos quais vamos nos conquistando sempre com admirações,como se essas trocas de olhares fossem pela primeira vez que estamos nos vendo, ahh!! Morena acho que amor não se mede não se soma,apenas sentimos a suave brisa da paixão soprando essa paz sobre nossas vidas!..
A noite me lembra da cor escura de seus cabelos e do brilho dos teus olhos que me lembra as estrelas e até mesmo o seu sorriso me remete a lembrar que é uma noite de luar...
A noite e o poeta
Nada além do simples acalentar da noite
Entoando canções que atravessam o anoitecer
Inclinado à um romance temporal
Com seu violão e versos soltos
Música jogada no universo em ternura
Palavras acarinham a lua
A voz do poeta se lança no ar
Tudo a volta se volta em harmonia
A paz emana em poros sombrios
O amor exala em lugares inóspitos
A noite clareia
Ao som, sentado ao lado da fogueira
Centelhas de sentimentos sobem
Soprando inspiração
Ao coração alheio é nutrido
Cânticos e poemas elevam a magia
Prosa, poético amor ao luar
Instigado a plantar flores nos desertos
Estimulado a quebrar algemas de afetos
A noite voa, soa, canta, dança, abraça...
E o poeta dá aquilo que mais te dá prazer
Vida as letras
E calor ao coração frio.
Um pensamento, um pedido de amizade, uma chamada, Uma viajem, um encontro, um abraço, um beijo! Uma noite, um filho. Um Amor verdadeiro e duradouro.
Quando chega domingo à noite,
eu sinto um sentimento
tão bom.
É uma nova semana chegando,
trazendo esperanças pro meu coração.
Finda a noite,
Já ouço os primeiros rugidos da madrugada,
Coração acelerado,
Pensamentos sufocam,
Perversos, gritantes.
Minhas lágrimas vão caindo lentamente assim como o sol cai ao entardecer e o meu peito vai escurecendo de saudade como a desmaiar nos braços de uma noite infinita. Você é culpada da dor que eu sinto, mas se não fosse você eu nunca saberia o que é amar de verdade.
Lentamente, o tempo constrói com fios de ouro um reluzente ninho de estrelas em cima dos galhos das horas; onde pequenas estrelas azuis aguardam o cair da noite para voar no negro céu.
Quando o relógio da estação marcar a meia-noite,
resistirá o pinheiro de pedra, mas com seus galhos destroçados.
Antes que a noite chegue...
Venha comigo para um lugar seguro,
Antes que a noite chegue,
Deixe-me dizer que eu te amo,
Antes que a noite chegue,
Ouça os passarinhos a cantar,
Antes que a noite chegue,
O céu não é o limite,
Quando se sabe amar,
O fogo queima, mas não dói,
Quando se pode amar.
O mar não é um mistério,
Quando se tem a quem amar.
Eu estive aqui,
Por toda a minha vida,
Esperando você chegar,
E me libertar dessa solidão,
Foi quando eu vi o azul dos seus olhos,
E vi neles o reflexo do amor,
E também vi minha vida passar por um segundo,
Quando eu toquei seus lábios pela primeira vez,
Então não me deixe aqui sozinha,
Porque o sol já está se pondo,
E eu preciso de você aqui,
Quando a noite chegar,
Eu não quero estar sem você,
Não me obrigue a isso,
Você é tudo o que eu preciso,
Você é o único que pode me salvar,
Então venha,
E me mostre o paraíso,
Antes que a noite chegue...
Ela preferi a noite,
a madrugada reflete seu silencio,
escuridão sua solitude,
as estrelas....ahh...são desejos ocultos
NOITE
Cai a noite no planalto
Vinda de lugar algum
Estrelas lá no alto
O anoitecer no dejejum
De um quarto vazio
Além da janela, a cidade
Brasília, num luzidio
A magia é divindade
Ruas desertas, silêncio vadio
O dia foi embora, majestade
Sentado num canto, já é tardio
Cai a noite na cidade!
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Setembro de 2017
Brasília
Às noites entrego tudo aquilo que não me pertence...
Adverso a si, entrelaço-me ao vácuo entre os suspiros...
Tento, enfim, destruir o que me destrói...
Quando, como, onde? Terás fim com meu último suspiro?
Ou carregar-me-ei pelos escuros labirintos de incertezas?
Ocultarei, assim, minha própria existência?
Enfatizarei, assim, somente a dor?
Das chuvas irei carregar-me...
Tempestades e dilúvios a me rodear...
Sempre desejando afogar-me
Naquilo que parte de mim nunca fará...
Pálida Flor
Em águas de outros tempos mergulhei.
E naquele mar de solidão sem fim
Que de improviso me deparei
Com intenso amor em mim.
Por sendas verdes caminhei
E entre eucaliptos e flores me deitei
Para ti, amor, eu me entreguei
Mas em outros braços te encontrei.
A noite escura se fez, de improviso.
Em mim se tornou dor a vida, sem teu riso.
Meu tempo se foi, nada mais tem cor.
Pálida é a flor do amante sem o amor.
A Dependência do Amor...
Dos meus versos
Talvez exista a mais bela história de amor
Que entre dor se transforma em rimas.
Palavras que se juntam em algum momento de ilusão
E a ilusão é o resumo da dor!
Pois o caminho de quem ama...é a solidão?
E entre versos a ''Droga do amor''
Virou bebida? a mistura entre ''drogas e garrafas''?
De quem sabe, a bela ilusão do ''lítio'' ou talvez o doce de um vinho de licor
E a noite faz aquele que acorda no chão aos prantos
E a overdose do amor?
Quem diria, que um dia trocaria..
Minha ''metanfetamina"
Por uma garrafa ,de um talvez, bom uísque
"Às vezes parece que a noite está dentro de mim...
É uma escuridão que parece não ter fim... É como o céu que escurece de repente antes do temporal.
É tempestade de sentimentos, parece que tudo vai desabar com os ventos fortes...Chove em mim lágrimas de desespero inundando meu travesseiro."
___Roseane Rodrigues___
*Barulhos silenciosos*
Noite calada
Dia chuvoso
Um barulho branco de chuva que percorre a madrugada silenciosa
O silêncio é o apaziguar do ser e o gritar da alma
A melodia dançante da chuva é o lamento dos que amam
O pulsar dos relâmpagos que iluminam as nuvens negras são como lâmpadas ineptas
O vento frio rasgando a madrugada como sonância de flauta, cantante, trazendo memórias esquálidas que me torturam
Noite calada
Estardalhaço mental
MALDITA SEJA!
Depois de um dia cansativo, eu já estava deitada.
Senti a presença dela, meus olhos estatelados.
Ela, não sei como, conseguiu as chaves das minhas portas.
Eu já não aguentava mais trocar os cadeados e os segredos.
Andou visguenta e ardilosa até a beira da minha cama…
Eu não podia acreditar naquela visita, já madrugada.
Sentou-se na beirada, esticou sua mão e tocou meu corpo.
Estremeci, sentindo o seu toque aveludado e perturbador.
Ela fazia a minha cabeça girar, abarrotada de pensamentos.
Virei para o outro lado tentando ignorá-la.
Ela, não se dando por vencida, aproximou-se ainda mais.
Deitou-se ao meu lado e abraçou-me com toda força.
Quase sufocou-me com os seus longos braços e pernas.
Imobilizada, mal conseguia raciocinar; sentia o hálito quente.
Rememorei os remédios que tomei para livrar-me dela.
Com todo o esforço, consegui me mexer: tudo doía.
De um lado, para outro, e ela ali, feito parasita.
Alcancei o controle e liguei o televisor.
Ela queria atenção e começou a pular na frente da tela.
Levantei-me atordoada e circulei pelos espaços.
Ela ao meu lado, matreira, imitava os meus passos…
Abri a geladeira, peguei algo branco para beber.
E ela ali, sorrisinho sarcástico, não queria ir embora.
Decidi fazer funcionar o chuveiro na água morna.
Despi a minha roupa e senti aquela líquida carícia..
Ela avizinhou-se na porta de vidro e espreitou-me.
Então, trajei uma roupa bem mais confortável…
Toquei os lençóis do leito para ver se ela postulava.
Acendi um incenso forte para ver se ela enjoava.
Peguei o celular e ela, egoísta, o derrubou no chão.
O meu corpo pequeno e moído, eu não consegui mais lutar.
Asfixiada, abri todas as janelas para entrar o ar…
Mas ela sacudia as cortinas, sem parar, sem parar…
Abri um livro grosso, história fastienta, letras bem miúdas.
E ela se acomodou pegajosa no meu colo para ler junto.
Já era tão tarde, e eu tão cansada, madrugada adentro…
Eu não poderia ceder aos seus desencantos.
Tentei concentrar-me nos sons das ruas… Ela sibilava.
Liguei uma música baixinho, e ela tamborilou forte os dedos.
Eu quis morrer só um pouquinho naquele momento…
Juntei as forças que eu tinha e a joguei contra a parede!
Mas ela se levantou imperiosa como se nada tivesse acontecido.
Olhei para a janela e o sol, mansinho, já dizia “bom dia”.
E ela foi-se arrastando, de volta às profundezas das trevas…
Chorei, debatendo-me, abraçada aos travesseiros.
Gritei com todos os meus pulmões: MALDITA SEJA!
– Vá embora da minha vida, maldita INSÔNIA!
