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"Viver fora da caverna é doloroso, e um tanto deprimente. O indivíduo que buscou questionar a realidade e obteve respostas significativas desvendou a verdadeira realidade, e consequentemente descobriu que a vida não há sentido algum sem às ilusões, e que perante a imensidão do universo não somos nada, e nem mesmo existimos."

“Deus está morto” (Nietzsche 1844 - 1900).
“Nietzsche está morto” (Deus Alfa - Ômega)

Sou tão louco como Nietzsche! Tão pessimista quanto Schopenhauer, empírico tanto quanto Locke foi um dia! Mas acima de tudo sou humano, como todos foram, e como todos serão

Uma sociedade desesperada fomenta a ascensão de ditadores

Refutando Nietzsche, existem sim verdades absolutas, assim como existem as leis naturais da física, que também são absolutas.

A unica função do coração é bombear sangue

O apocalipse não será construído pelo Mal, mas pela estupidez.

Ela tentou me salvar de minha solidão,Quando na verdade era ela quem deveria ser salva de sua multidão.

Artigo Quinto da lei contra o Cristianismo – Comer na mesma mesa que um padre é proibido: quem o fizer será excomungado da sociedade honesta. O padre é o nosso chandala – ele será proscrito, lhe deixaremos morrer de fome, jogá-lo-emos em qualquer espécie de deserto.

Deus está morto. Viva Perigosamente. Qual o melhor remédio? - Vitória!

A liberdade individual só pode existir com uma minoritária aceitação da própria escravidão.

⁠O que é bom? – Tudo o que eleva o sentimento de poder, a vontade de poder, o próprio poder no homem.
O que é mau? – Tudo o que vem da fraqueza.
O que é felicidade? – O sentimento de que o poder cresce, de que uma resistência é superada.
Não a satisfação, mas mais poder; sobretudo não a paz, mas a guerra; não a virtude, mas a capacidade (virtude à maneira da Renascença, virtù, virtude isenta de moralina).
Os fracos e malogrados devem perecer: primeiro princípio de nosso amor aos homens. E deve-se ajudá-los nisso.
O que é mais nocivo que qualquer vício? – A ativa compaixão por todos os malogrados e fracos – o cristianismo...

Friedrich Nietzsche
O anticristo e ditirambos de Dionísio. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

Quem alcançou em alguma medida a liberdade da razão, não pode se sentir mais que um andarilho sobre a Terra – e não um viajante que se dirige a uma meta final: pois esta não existe.

Friedrich Nietzsche
Humano, demasiado humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

Há pessoas que correrão de você ao demonstrar para elas um mínimo indício de sua condição de imperfeição. Sobre isso, alegre-se!

Eu vos digo: é preciso ter ainda caos dentro de si, para poder dar à luz uma estrela dançante. Eu vos digo: tendes ainda caos dentro de vós.

Friedrich Nietzsche
Assim falou Zaratustra. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

⁠O que é a verdade para uma mulher? Desde o início, nada foi mais alheio, repugnante e hostil à mulher do que a verdade – sua grande arte é a mentira, sua preocupação máxima é a mera aparência e beleza. Confessemos nós, homens: reverenciamos e amamos precisamente esta arte e este instinto na mulher.

Friedrich Nietzsche
Além do bem e do mal (1886).

⁠Escreveu Nietzsche:

"A serpente que não muda de pele, perece. Assim também os espíritos que não mudam de opinião, deixam de ser espíritos"

Trilhe pelos jardins dos seus pensamentos e mude o que for necessário; assuma com coragem o que se é e celebre com amor a existência! 

Ninguém mente tanto quanto o indignado.

"O homem deve ser educado para a guerra e a mulher para prazer do guerreiro. Tudo o mais é loucura."

⁠O que importa não é a vida eterna, e sim a eterna vivacidade.

Friedrich Nietzsche
Camus, Albert. O mito de Sísifo. Rio de Janeiro: Record, 2019.

Desde o alvorecer da nossa espécie, o avanço tecnológico tem causado resultados benéficos e maléficos à humanidade, mas nenhum deles me pareceu ser tão constante e garantido quanto a maléfica "concentração de poder exploratório". E isso não pode dar em boa coisa.

Ninguém sabe quando e por qual meio ocorrerá o fim da nossa espécie, mas não há dúvidas que ele decorrerá dos implementos tecnológicos humanos que, somados, resultaram na concentração de poder e na potencialização dos nossos atributos morais. O que não significa que nossos atributos nocivos sejam mais recorrentes que os benéficos, mas que causar estragos é incomparavelmente mais fácil e rápido do que causar benefícios.

Tal regra dificilmente será quebrada, o que parece apontar para o "fim dos tempos" da nossa espécie. Nesse fim, imagino que a humanidade não conhecerá Deus, mas justamente demônios.

Inserida por AntonioMatienzo

Por centenas de milhares de anos, todos os primatas (dos menores saguis até nós) se estabeleceram no planeta em grupos que não passavam de dezenas de indivíduos. Cada grupo tinha seu líder. Grupos competiam pela subsistência.

O que causou confusão na nossa pobre cabecinha foi a irreversível agricultura, que começou a transformar os antigos grupos em multidões. Aí nosso instinto de grupo ficou perdido, dando início ao que viraria nossa moderna polêmica de política, religião e respectivas guerras. Esse é o "homem das multidões" tentando, instintiva e perdidamente, restabelecer suas necessidades biológicas de pertencimento de grupo e reconhecimento de liderança.

Acontece que nossas antigas ferramentas (estabelecimento de grupo e transformação do meio) que conferiram tanta prosperidade à espécie, hoje conduzem a ela própria (e a outras) a vidas infernais e à aniquilação final.

O homem coletivo, que nivela a própria importância à do semelhante e a de todas as formas de vida, que tenta retomar à outrora perdida condição sustentável, é a inédita tentativa de uma espécie tentando conscientemente superar suas necessidades instintivas, direcionando toda necessidade de liderança e transformação para si mesmo, e assim moldar sua própria evolução como espécie. Se triunfar, se converterá no além-homem. Se fracassar, será o último-homem.

Inserida por AntonioMatienzo

Os novos líderes do século XXI e parecem ser resultado dessa turbina tecnológica para a mais ancestral tragédia da política: “uma minoria mal intencionada reúne mais recursos para influenciar uma maioria de influenciáveis”. Porque afinal, além das propagandas lícitas, essa minoria se utiliza das “outras formas”. Esse fator, sozinho, já explicaria o absurdo de tantos líderes nacionais medonhos.

Inserida por AntonioMatienzo

Salvação sob condições não é salvação. É o proveito do salvador e a degradação do salvado.

Inserida por AntonioMatienzo

Estou morto, todos estamos, faltamos com humanidade a cada vez que nos alegramos, sorrindo comendo e bebendo, em quanto pessoas por falta disso estão morrendo,livre-me disso, livre-me de mim, não quero ser mais esse lixo.

Inserida por XAI777