Tag negra
Nós somos a geração que denúncia o pecado e não o pecador
Geração que abre mão de tudo por causa do amor e da felicidade.
Tem gente que é tão bonita por dentro e por fora que incrivelmente quando descobre as verdades,tem pensamentos tão fortes e imutáveis.
A MAMBA NEGRA E O LEÃO
Por outro lado, o leão, com sua majestosa juba dourada e rugido poderoso, reinou sobre a savana. Seu corpo forte e musculoso inspirava o respeito de todas as criaturas, pois simbolizava força e domínio.
O leão era o rei da selva, temido e reverenciado por todos que testemunharam a sua presença régia. Um dia, a curiosidade tomou conta dos animais e eles decidiram organizar um encontro entre os dois governantes.
Eles acreditavam que testemunhar o encontro entre a mamba e o leão seria um acontecimento que valeria a pena recordar pelas gerações vindouras.
As notícias se espalharam rapidamente e a savana fervilhava de expectativa. Mas percebendo que estavam em igualdade, a mamba e o leão trocaram olhares mais uma vez. Desta vez, porém, houve um sentimento de respeito e compreensão mútuos.
Ambos provaram sua força e poder, e estava claro que nenhum deles recuaria sem lutar. Finalmente, a mamba deslizou para dentro da clareira, com as escamas esmeraldas brilhando à luz do sol.
Movia-se, com uma graça que desmentia a sua natureza mortal. Os animais observaram maravilhados enquanto a mamba se enroscava no centro da clareira, com os olhos fixos nas criaturas ao redor.
Numa surpreendente reviravolta, a mamba e o leão decidiram deixar as diferenças de lado e formar uma aliança. Juntos, protegeriam a savana e garantiriam a harmonia entre os seus habitantes.
Os animais regozijaram-se com a notícia, gratos por dois governantes tão formidáveis terem escolhido a unidade em vez do conflito. Daquele dia em diante, a mamba e o leão governaram a savana como co-governantes, e a sua parceria trouxe equilíbrio e paz à terra.
Os animais olhavam para eles com admiração e respeito, sabendo que o seu reinado conjunto, levaria a um futuro próspero para todos.
Era uma vez, na savana da África, uma mamba e um leão, eles eram os governantes de seus respectivos domínios e eram conhecidos por seus poderes.
Tanto a mamba como o leão sabiam da existência um do outro, mas nunca se tinham cruzado antes. Cada governante permaneceu em seu próprio território, satisfeito com seu domínio.
Contudo, os animais da savana não podiam deixar de se perguntar o que aconteceria se a mamba e o leão se confrontassem. Mas o leão, reagindo rapidamente, evitou as presas venenosas da mamba com um salto na hora certa. O ataque da mamba errou o alvo, deixando o leão ileso.
Os animais explodiram em uma mistura de suspiros e vivas, surpresos com a agilidade e destreza demonstradas por ambos os governantes.
E assim, a história da mamba e do leão tornou-se uma lenda, transmitida de geração em geração como uma lembrança do poder da unidade e da força que pode ser encontrada em alianças inesperadas.
A savana floresceu sob seu domínio, eternamente grata pelo encontro fatídico que mudou para sempre o curso de suas terras.
Mas o leão, reagindo rapidamente, evitou as presas venenosas da mamba com um salto na hora certa. O ataque da mamba errou o alvo, deixando o leão ileso.
No dia da Consciência Negra, celebramos a força das raízes, a luta pela igualdade e o esplendor da diversidade que ilumina o caminho para um futuro mais justo e inclusivo.
ser mulher é
ser loira, olhos claros, nunca descabelar-se
é ter sangue escorrendo entre as pernas & não
[deixar que percebam mesmo que
você corra
você nade
você dance
[...]
eu descobri agora que
não sou mulher
sou negra, sou apenas uma negra.
[...]
Tenho uma enorme dificuldade de aceitar que o país celebre uma semana, celebre um dia, e o resto dos 358, 357 dias, se descuide da questão.
A luta que tem que ser feita passa por criar uma consciência nacional e não, digamos, nos limitarmos a uma produção de uma consciência negra, porque os negros já estão cansados de saber qual é sua condição na sociedade.
O que mais se diz ao falar da luta negra é da necessidade de resistir. Ter que resistir sem existir é simplesmente mais uma crueldade sem tamanho.
Meu corpo é livre, meu ventre é livre
E de fato eu acho que não sou mulher pra casar
Mas cuidado, se alguém quiser,
o único tanque que eu vou estar
é o de guerra
Só pra ter o prazer, de seu machismo bombardear
CLIC BUMMMMM
São os verdadeiros loucos os que praticam rituais que invocam os mortos.Não são irmãos dos filhos de Deus.
Este é o destino de toda mulher negra? Derramar mares pelos olhos sem que ninguém esteja lá para nadar também?
Para amar a Deus é preciso amar o próximo
Levando marcas e dor,
Não deixaram de lutar.
Os negros todos unidos,
Conquistaram o seu lugar.
Há muitos que não entendem,
Por que tanta discriminação?
O problema é do homem
Que já não tem mais coração.
Do seu próximo já se esqueceu,
E o mandamento não obedeceu.
Negros, brancos, pobres ou ricos...
Se não amas quem está perto,
Como poderás amar a Deus?
Siga a paz com todos e a santificação,
Se não podes amar a ti mesmo,
Tampouco amarás a teu irmão.
Sejam negros, brancos, pobres ou ricos...
Contra o preconceito, diga não.
Thiago Chaves Sousa
Uma luta ancestral pela dignidade da pessoa humana, independente da cor e origem, um respeito e valorização da vida, um direito de existir, um lugar de fala!
“Ter consciência negra é valorizar nossa ancestralidade, nossa cultura, independente de dogmas religiosos. É olhar e valorizar a cor da alma e não da pele; o valor humano e não monetário; o valor da paz e não da guerra; o valor do amor e não do ódio”. Rose Rozendo
#ConsciênciaNegra #Valorização #CulturaAfro
Entre tantas datas comemorativas, não é estranho que o Dia da Consciência Negra seja a única a ser combatida sistematicamente?
Entre tantas datas comemorativas, por que apenas o Dia da Consciência Negra sofre um combate tão sistemático?
"Na luz do dia, a voz ecoa,
Riqueza da alma, a história entoa.
Consciência negra, força e valor,
Celebramos juntos, com amor e fervor.
Raízes profundas, um legado eterno,
Na luta e na dança, um canto terno.
Memórias valiosas, um povo que brilha,
Neste dia especial, a esperança se atilha."
“20 de Novembro, frutos…”
A resistência das folhagens e frutos de modo geral, sempre nos apontam a simplicidade, ou mesmo a facilidade do seu surgimento, no entanto gostaria de deixar uma visão além, nessa metáfora, onde as flores negras, com sua elegância ímpar, e os frutos de alma escura, como a jabuticaba e a amora silvestre, são símbolos de uma beleza que não se contenta em florescer nas “sombras”. Essas expressões naturais nos convidam a mergulhar nas profundezas da história e a refletir sobre a resistência, a ancestralidade e a luta incessante do povo negro no Brasil. Em um dia como o 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, estas comparações se tornam ainda mais pertinentes, revelando um legado que transcende o tempo.
As flores negras, com sua delicadeza paradoxal, evidenciam a força que se revela na adversidade, são flores que brotam em meio às dificuldades e que, mesmo em solos áridos, encontram formas de se expressar e de colorir a paisagem. A jabuticaba, com seu sabor agridoce, assim como a amora selvagem, que cresce de maneira quase silvestre, são frutos que trazem em sua essência a história de um povo que, em constante luta, celebra sua identidade e busca reconhecimento. Esses frutos, que nascem em árvores resistentes, são a metáfora perfeita da luta do povo negro contra as amarras da opressão e do racismo.
O Dia da Consciência Negra é mais do que uma data simbólica; é uma convocação à reflexão e à ação. Como diria Marcus Garvey, um dos mais importantes líderes sobre a luta pela liberdade, “Um povo sem o conhecimento de sua história, origem e cultura é como uma árvore sem raízes.”
Este apelo à interconexão nos faz lembrar que a emancipação não se dá apenas no campo do indivíduo, mas como um ato coletivo. As flores e os frutos negros servem como metáfora dessa unidade: cada um traz uma parte de suas histórias para a formação de um mosaico cultural vibrante, fruto da resistência e da luta.
O autor de século das fraldes, do centro de luz
é o maior criminoso do século de todos os planos invisíveis da materialização.
