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A CAPIVARA E A VARA
A capivara é um ser pensante
Sabe onde procurar abrigo
Come mato para sobreviver
Sem dúvidas, tem a felicidade consigo
No profundos da floresta onde cantam os sábias
Ao lado de um tronco de uma árvore está a vara
Que, por sua vez, não pensa, não come, não sente
Não vive como a capivara
Seu propósito não é condizente
O homem é um ser com alma
Assim como a capivara ele precisa sobreviver
Pega então a vara e sua coragem
E procura algo para comer
Entretanto falha em todas as tentativas
E a vara fica em vão
Abandonada pelo único que acreditara em sua capacidade de viver
Mesmo sem um coração
As profundezas da floresta já não estão em seu alcance
O canto dos pássaros não acalma a sua mente de fantasia
Agora só lhe resta o chão da estrada
E sua perpétua melancolia
Nos profundo dos lagos cristalinos
A capivara bebe das águas que a natureza lhe dera
Agradece à Buda, Jesus ou Espíritos da floresta
Pela maravilhosa vida que lhe propurzera
Em meio de suas preces sem sentido
A capivara abre seu olhos castanhos
E ao olhar para direita sua visão se transforma em pergunta:
O que aquela vara faz sem um dono, sozinha e sentindo culpa?
Alegre-se, viva mais um dia e procure ser feliz...regale seus olhos olhando a natureza... deixe entrar a magia e ordem no seu desmesurado coração e sinta-se grato.
Rezar pro Sol e dançar pra Lua... abraçar as árvores e amar a chuva. Captar os sutis sinais da natureza, o perfume das flores, a brisa gelada que vem do sul, aquele quentinho gostoso do início da manhã. Trilhar o caminho de volta às origens e trazer de dentro da alma a esperança, abrir os olhos da mente e enxergar finalmente nossa verdadeira missão.
A escrita é igual a lei de Lavoisier sobre a natureza:
"Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"!
Por isso, estará sempre atual e contemporânea.
Guararema SP
Pequena por natureza e grande em beleza, traz proezas onde você com certeza vai sentir a leveza de um clima de grande pureza.
A natureza reflete nosso estado de espírito e, como um aspecto de nós mesmos, quanto mais em sintonia com ela e o Criador, mais fortes nos tornamos. Estar rodeado de materiais e das coisas ditas “não naturais” pode ser prejudicial para alma e coração. A simplicidade e a tranquilidade da natureza abrem uma infinidades de portas, essas que nos ajudam a enxergar o que antes só conseguíamos ver.
A natureza munificente segue os métodos do divino e verdadeiro, e circunda todas as coisas em sua lei perfeita. Enquanto as nações convulsionam com sangue e violência, quão silenciosamente a grama cresce.
Viva cada estação que passa; respire o ar, beba a bebida, experimente as frutas e resigne-se à influência da terra. Adote o ritmo da natureza. O segredo dela é a paciência.
Se você ficar perto da natureza, de sua simplicidade, das pequenas coisas dificilmente perceptíveis, essas coisas podem se tornar inesperadamente grandes e incomensuráveis. A natureza a ser comandada deve ser obedecida.
Tive vontade de deitar na beira da trilha e me lembrar de tudo. Os bosques fazem isso com você, eles sempre parecem familiares, perdidos há muito tempo, como o rosto de um parente morto há muito tempo, como um sonho antigo, como um pedaço de música esquecida flutuando pela água, acima de tudo como eternidades douradas da infância passada ou a masculinidade passada e todos os vivos e moribundos e a mágoa que ocorreu há um milhão de anos e as nuvens enquanto passam por cima parecem testemunhar (por sua própria familiaridade solitária) esse sentimento.
Hoje simplesmente não
posso me ver separada
da natureza, nem me vejo
parte dela..
Me sinto simplesmente Ela!
Natureza Morta
A natureza morta
Viva no teu olhar
As asas cortadas
O céu a se despedaçar
As vozes estão caladas
Não há porque lutar
Nós somos lembranças
De um passado
Que ninguém vai lembrar
E a velha canção de guerra
Não irá mais tocar
Você se apaga
Antes mesmo de queimar
O destino está traçado
Ninguém pode mudar
As cartas foram marcadas
No nosso jogo de azar
Esse deve ser o fim
Mas você disse que não acabaria assim
Esse deve ser o fim
Você continua o vazio dentro de mim
E a velha canção de guerra
Não irá mais tocar
A chuva lava
Mas não pode te salvar
E a natureza morta
Volta pra se vingar
De tudo o que fazemos
Ao invés de amar
A natureza em foco em minha alma-
28/01/22
Sinto com ela toda sintonia
A natureza em sua sinfonia
Enche meu coração de alegria
A minha emoção é imensurável
Tanta perfeição é inesgotável
Ela é infinitamente admirável
Sinto por ela tão grande gratidão
Em sua vida e dinâmica em ação
Viver, é estar com ela em conexão
Ser parte dela é uma dádiva de Deus
NORMA SILVEIRA MORAES
Garimpo selvagem
Quanta tristeza e destruição
Em nossas matas e florestas
Vai secar, ainda a plantação
Um deserto que não presta
O garimpo é para joias criar
Pouca gente vai se enfeitar
Poucas pessoas vão lucrar
E a natureza vai se erosar
A erosão vai com tudo acabando
As crateras, as árvores vão matar
Muitas nascentes vão secando
Assim muitos rios vão secar
O desmatamento também seguindo
O homem só pensa em ganhar dinheiro
E vai assim tudo destruindo
Seja o garimpeiro ou madeireiro
É preciso prestar bem atenção
Pensar bem na sustentabilidade
Para o bem do planeta e nação
Ter a natureza em qualidade...
NORMA AP SILVEIRA DE MORAES
A Natureza ainda dá o que ninguém te pode tirar. E em troca não te pede nada, a não ser respeito.
Aceita!
Somente quando o líder populista supera o seu caráter ambíguo e a natureza dual de sua ação e opta decididamente pelas massas, deixando assim de ser populista, renuncia à manipulação e se entrega ao trabalho revolucionário de organização.
