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A receita certa para felicidade nos tempos atuais, é simples e só depende de nos mesmo. Devemos amarmos mais o pouco que temos, só ouvirmos e vermos o que nos interessa, acreditar mais em nossa intuição e se todo mundo corre para uma direção sempre ande ao seu tempo no sentido contrario.
Por mais que fomos educados por valores, éticas e trocas afetuosas e amorosas com todos indiscriminadamente pelos caminhos. Os novos tempos das informalidades nas relações interpessoais e egoísmos latentes individuais da geração celular, tudo mudou. E isto envolve uma migração necessária sobrevivente, para um comportamento menos dolorido e não revoltante, diante os novos valores que só persistem de forma abstrata por conveniência. Hoje independente dos lugares e das pessoas, amigos, parentes e conhecidos, só devemos ser amorosos fortuitamente com os poucos que nos tem generosamente por prioridades e com os outros que ainda conhecemos, vida que segue, devemos ser indiferentes como dita a nova lei...e que sejamos felizes novamente com todos que se sentem felizes com nossa convivência. Obrigado vida, por me mostrar claramente está nova lição.
Catastroficamente e prodigiosamente, a moda psicótica dos bebes reborn que assola as sociedades pós moderna tecnológica, incidirá sobre a diminuição gradativa no números de adoção de crianças de verdade, já tão vitimadas por suas infelizes trajetórias de vida, semeadas pela violência, esquecimentos, abandonos e muitas dores, causadas por relações egoístas e irresponsáveis de casais, que vivem num carrossel da hedionda busca do prazer, de qualquer jeito, por uma noite.
Il fut temps où les bêtes parlaient; aujourd'hui elles écrivent. (Houve um tempo em que os animais falavam; hoje eles escrevem)
A modernidade é pura vaidade.
Assim como uma bela mulher fácil tomada pelos ares do entorpecimento, a modernidade dança à beira do abismo que ela mesma criou.
