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"Quem tiver melodias na alma e musica no coração, não suporta, nem pode suportar, partituras de aves engaioladas "
Numa pauta de música, se lhe faltar uma nota ou se essa nota tem um tempo errado, a melodia não existe... em vez disso, existe um amontoado de sons parvos e desconformes. Na língua portuguesa, a mesma coisa acontece, quem escreve como lhe dá na gana não faz melodias, mas desarranjos gramaticais que nos arranham os olhos e o coração... e reparem, eu nem sou músico, mas sei como ouvir.
Suas Asas
O cheiro do mar me abraça
E o silêncio canta melodias
O vento colore os pássaros
Que no ar escrevem poesias
As árvores se unem as estrelas
E juntas começam dançar
Parece que o mundo inteiro se uniu em meus olhos querendo brilhar
As flores voaram pro alto
E as folhas um caminho formou
A chuva que cai me arrasta
Meu frio já até sente calor
Eu sinto minha alma em meu peito
Vejo o amor cristalizar
Formando uma joia de sonhos
Que vivos querem despertar
Me empreste suas asas meu anjo
A lua preciso alcançar
Vou pedir que conte uma história
Ouvindo o universo cantar
Me empreste suas asas meu anjo
Foi a lua que me chamou
Preciso chorar em seu colo
Ouvindo ela falar de amor.
"Palavras sutis soam como o canto dos pássaros em liberdade, porque conseguimos ouvir com tons suaves de uma melodia"
Busque no silêncio o melhor da sua mente: a criatividade para fazer o seu sucesso com melodias agradáveis.
Em tempos sombrios de pouca liberdade, os passarinhos enquanto voam pelas paisagens cercadas, entoam e cantam tristes melodias e piam por mim.
Composição sublime, majestosa, feita de dois universos, de duas artes formosas, fortes sentimentos, uma mesma origem, essencialidades distintas, profundez e liberdade, vontades implícitas e explícitas verdades, cores iluminadas, uma integridade genuína de um amor verdadeiro, tanto fraterno quanto de amizade, amabilidade rara permitida por Deus, poesias vivas, mais do que lindas palavras, melodias de almas, não apenas algumas cifras, considerando que nelas, a felicidade se propaga, uma amando a outra verdadeiramente, na fala e na prática, dádiva de um mútuo contentamento, que deixam valiosas marcas que não se apagam com o tempo.
