Tag marinho
Cada cabeça uma sentença...
Só que o “poder” de alguns servidores públicos , mais precisamente prefeitos e governadores, querem usar as suas, discutivelmente certas , para desrespeitar todos os direitos constitucionais do povo sentenciado , nivelando por baixo.
Quando isso acabar cabeças vão rolar e o prêmio é um ostracismo político merecido.
Não é nada fácil separar a razão do coração, mas ninguém morre de razão, a gente morre é do coração.
O otimismo tem sido o ópio do povo desde sempre.
Inocentes e ignorantes confiam, baseados em promessas esdruxulas, que dias melhores virão, sem fazer o mínimo esforço para que as coisas mudem para se resolverem.
As grandes tragédias são logo esquecidas pela chegada de outras ainda maiores.
Gostaria de estar errado mas se a cada dia as coisas se complicam, não é difícil imaginar o resultado final.
Não se trata de colocar a culpa em alguém, é de fato apontar os culpados pela situação em que se encontra o mundo nesse 2.020.
Como numa Torre de Babel os homens nunca se entenderam nem conseguiram viver em paz, resolvendo suas diferenças com justiça e diplomacia.
Guerras que deveriam ser evitadas pela lógica e pela mediação, sem paixões religiosas ou ambição pelos territórios com suas riquezas, geraram gastos monumentais desviados do bem-estar do povo com a saúde e a educação.
Fomos sempre subjugado pela força dos governos dominantes, pela casta dos religiosos e juízes e pela ignorância que foi imposta à massa popular com a mentira de que o voto da maioria seria a escolha e a vontade soberana do povo.
Essa história começou a ser registrada há cerca de 7.000 anos e se algo mudou foi para pior com a apropriação do poder menos pela força das armas e ainda mais pelo poderio econômico, quase sempre obtido pelo dinheiro da corrupção.
Não houvessem as guerras e o armamentismo, o conluio do judiciário com os ladrões do dinheiro público e teríamos escolas, hospitais, instrução, capacitação profissional, saúde e pesquisas que antecipariam as vacinas para evitar as pandemias.
Esse pequeno texto não pretende exaurir o assunto que precisaria mais livros do que suportaria qualquer biblioteca.
Serve somente para dizer que os culpados foram e continuam sendo os políticos corruptos e os juízes coniventes.
E não há nada que a nossas próximas gerações possam resolver.
Só!
Ao ampliar nossa percepção, vai se formando um novo caminho a frente, encorajando mudanças em nossas vidas.
Por... Stela Alves Psicóloga Clínica
Eu não acredito...
Muita gente acredita em Deus por medo que ele exista e que possa puni-la por alguma coisa ou de alguma forma.
Dizem que Deus é brasileiro, assim fosse existiria sempre mais um recurso protelando tal pretensa punição.
Não bastasse isso, sendo brasileiro sempre há um Supremo Tribunal Federal venal, onde não seria difícil reverter qualquer punição e mesmo criar uma súmula assim:
“Não será passível de punições de qualquer natureza quem não acredita em Deus”
Brasil
Quando não tem jeito não adianta dar murro em ponta de faca.
Ou esperar duas ou três gerações sempre lembrando que o que está ruim pode piorar.
Os programas de TV policialescos estão à beira do ridículo, rompendo todos os parâmetros do absurdo.
O sensacionalismo cresce dia a dia, segundo a segundo marcado pelo IBOPE.
E a competição por quem mostra o crime mais bizarro que verte sangue pela tela plana segue irracionalmente.
E isso levará tais programas ao fim pela saturação suportável pelo ser humano.
Bem vindo fim!
CRISTALINA
Pintei de azul marinho
um pedacinho do mar,
e dois seios desenhei,
livres ao frescor do ar.
Guardei na minha retina,
a imagem cristalina
de um encanto de lugar.
O Brasil tem, como em qualquer parte do mundo há uma parte da população racista e homofóbica mas a imprensa trata como se todos ou a maioria de nós fossemos. É preciso condenar essa tendência sensacionalista e irreal.
Dois pesos, duas medidas e a defesa do indefensável.
Não vou me colocar como vestal, nem defender princípios morais que eu e muita gente às vezes transgredimos,pelo fato de que amigos ou conhecidos nos pareraçam menos perigosos do que os desconhecidos.
Nesse caso é preciso observar e evitar tomar partido.
Nem sempre quem a gente não critica merece elogios e temos visto pessoas aparentemente inofensivas serem muito cruéis.
A gente deveria ser antes velho e depois novo.
Sábias palavras do meu avô Antonio Perez, repetidas tantas vezes que eu jamais esqueci.
Uma das raras vantagens de envelhecer é que o conjunto das experiências pelas quais passamos pode ajudar a não cometer alguns erros e para que não repitamos os velhos. Erros, que podem variar de simples enganos até os monumentais, que comprometem toda uma vida ou deixam sequelas irreparáveis.
A observação atenta, que só a experiência dá, pode fazer com que algumas vezes, em vez de aprendermos como os nossos erros nós os evitemos vendo os erros dos outros.
E se a nossa imaturidade não nos permitiu isso, é bom que alertemos os mais jovens, ainda que na maioria das vezes ninguém bata com a cabeça dos outros.
Informação demais?
Cada um sabe de si, diria a velha Inácia, empregada quase da família, na casa da minha avó Rosinha.
Cuidar da própria vida, o que deveria ser uma questão de educação, passou a ser uma quase virtude nos dias modernos.
A gente não precisa ficar sentado na porta de casa, como antigamente, esperando que os vizinhos passem com as novidades, porque elas vem ao nosso encontro e nos atropelam, nas telas dos computadores, tablets e telefones interligados pelas redes sociais.
Afinal, a gente fica sabendo das coisas mesmo sem perguntar.
As periguetes desfilam suas virtudes em exíguos mini vestidos, as mais ousadas tapam só aquilo que a gente nem precisa ver para saber exatamente como é o tamanho que têm.
As recatadas... bem, dessas a gente não fica sabendo mas os maledicentes se encarregam de divulgar os predicados e preferências ainda que a gente não pergunte. Caiu na internet, caiu na boca do povo.
Antigamente a molecada se vangloriava na escola e na rua, contando quem comeu, quem comeu quem e da vontade que tinham de comer alguém.
Hoje em dia os adolescentes “ficam” e a gente não sabe se ficaram na cama, se deram uns beijinhos na porta do colégio ou se aproveitando a liberalidade, mandaram ver geral, com a experiência que dá ter acesso à pornografia e sacanagem da internet.
Ahhh... como era diferente o acesso à pornografia nos meus tempos. Para começar, guardar bem escondido com uma senha, deletar ou simplesmente olhar e apagar o histórico das visitas às fotos e outras informações era impossível.
A posse tinha que ser material e sempre sujeita a uma revista nas gavetas e bolsos de roupas no fundo dos armários. Nunca soube que as garotas da minha época tivessem fotos explícitas guardadas num baú ou que ficassem fofocando com as amigas seus sonhos mais eróticos.
Fico só imaginando se como num passe de mágica pudéssemos ter um tablet conectado em 1.958 e como se fora uma bola de cristal pudéssemos antever o futuro.
Nóóóósaaaa!!! Iria ser demais!!!!! Claro, se não fossemos queimados como bruxos...
No nosso jardim submerso
iremos decorar com raras
e sublimes Porcelanas-douradas,
E hei de amar o teu amor lindo
da Cavalo-Marinho até o infinito.
Em poucas palavras,
digo que é notável a tua grandeza,
bela e profusamente preciosa,
uma Estrela que resplandece
num lindo céu azul Marinho.
És profunda e consciente,
um vasto oceano, rico em vitalidade.
assim, tua ausência é sentida,
pois a tua presença traz sentido,
precisa ser amada de verdade,
és uma fonte de regozijo.
