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A literatura não está associada a riqueza, mas é indubitavelmente um dos meandros que o leva a sociabilidade.
200922II
“Não somos nós que lembramos.
As vezes,
é o passado que sente saudades de nós.
Tão nostálgico
que nos envia as lembranças para nos visitar.
(…)”
O crítico critica, o policial protege, o professor ensina e o médico salva, mas o fofoqueiro está à espreita para falar mal dos quatro.
Não negue sua verdade, pois estará rejeitando sua essência.
Encare seus medos, supere seus desafios, derrube as barreiras;
reflita em cada passo dado, mas de preferência, pense antes de dar o primeiro passo.
Seja fiel à sua palavra, mas fale pouco e escute bastante.
E não se esqueça: todo mundo erra, pois errar é humano. Mas aprenda com seus erros, pois
somente assim não se tornará reincidente nos mesmos erros. Errar não é pecado, pecado
é errar deliberada e repetidamente pelo simples prazer de fazer o que é errado.
Faça o bem,não importa a quem. apenas faça o bem. E se em troca alguém lhe fizer o mal, não se refugie
na mágoa - pois a mágoa é uma companheira traiçoeira -, apenas perdoe, pois não há maior gesto de amor do que o perdão incondicional.
Afinal, se Deus que é perfeito nos perdoa, quem somos nós para condenar nosso semelhante imperfeito, não é mesmo?
A vida é difícil, eu sei. Muitos são os obstáculos e maiores são nossas dores. Mas o destino humano
está nas mãos de cada homem e mulher. Somente nós podemos mudar o rumo das coisas.
Cada um de nós é senhor de seu próprio destino. Então, vá à luta e conquiste seus sonhos.
Mude seu destino, lute por seus objetivos, pois ao conquistá-los, estará em fim
pronto para ajudar outros a fazer o mesmo.
Avante, sempre em frente, consciente e pés no chão, e tudo vai dar certo.
Se eu sou tio-avô de minha sobrinha e minha sobrinha é minha nora,
o que minha sobrinha é minha:
Prima do meu filho?
Mãe do meu neto?
Filha de minha sobrinha?
Prima do meu neto ou minha netinha?
Vá pensando enquanto vou à cozinha,
mas quando voltar quero resposta para minha charadinha.
Não se deve ler por obrigação, tão pouco por capricho ou aparência. Devemos ler somente algo que nos certifique de que o tempo se tornará mais rico com aquela leitura. Algo que supere, em beleza, harmonia, contraste, pavor, loucura, em suma, o lugar que o momento nos presenteia. E que, acima de tudo, possamos ter os nossos próprios pensamentos depois de entregar nossas cabeças às palavras alheias. O que o beija-flor faz com as flores, devemos fazer com o livro: sugar o seu líquido doce e necessário e com sutileza e elegância não deixar jamais de mover as asas.
Não vivo correndo atrás de fama;
há muito escritor famoso
escrevendo uma literatura
de péssima qualidade.
É impressionante que um homem que já esteja morto possa falar com as pessoas através destas páginas. Enquanto este livro sobreviver, as ideias dele viverão.
Você possui tudo o que aconteceu com você. Conte suas histórias. Se as pessoas quisessem que você escrevesse com mais carinho sobre elas, elas deveriam ter se comportado melhor.
“O hábito da leitura leva o indivíduo a ser capaz de perceber os sentimentos e as intenções; de identificar a realidade e, finalmente, de mudar para melhor o meio em que vive.”
O ódio vem sendo disseminado em textos por ai e parece que o pessoal gosta deste tipo de literatura. A moda da vez agora é agulhar, beliscar o outro. Depois reclamam que o mundo está cheio de ódio. Será que é por mero acaso?
Não gosto da palavra ficção, porque é demasiado redutora. Prefiro dizer: isto é um texto inteiramente livre, onde posso usar os elementos que me apetecer. Neste caso é um conto, podia ser um romance. A fronteira é sempre a liberdade. E o pacto que eu estabeleço com o leitor é esse.
Você trocaria a Literatura pela Moda:
"A Literatura está em meu sangue. A Moda é uma de minhas paixões, talvez eu acorde uma manhã e descubra não estar mais apaixonada.
Poetas, romancistas e dramaturgos se dedicam, contra terríveis resistências, a entregar o que o resto de nós mantém trancado em segurança em nossos corações.
O mundo precisa de um pouco mais de música, poesia, arte e a literatura, porque só com a alma leve, o ser humano floresce!
Eu meio que criei um personagem odioso. Nesse conflito dele com a natureza, eu torceria pela natureza. Tive um certo receio de que essa antipatia pelo personagem prejudicasse a leitura, que os leitores abandonassem o livro por isso. Mas fico feliz que os leitores têm apreciado o livro, mesmo detestando o personagem, e que alguns até conseguem ter simpatia ou atração por ele.
Meus temas e meu universo não são convencionais no meio literário. Minha aparência também não. Por um lado, essa desconfiança vem diminuindo, porque já tenho mais de dez anos de carreira, oito livros, não sou mais um garotinho. Mas também me sinto mais confortável para ousar, tanto no discurso, na aparência, quanto no texto.
