Tag lirismo

26 - 50 do total de 47 com a tag lirismo

⁠Quero enxergar o meu tempo com lirismo de poeta; levo na bagagem a experiência dos homens bons, a simplicidade e a arte do povo do Vale do Jequitinhonha e beleza do bucolismo campestre. 

⁠A minha maior inspiração vem do silêncio das madrugadas; a calmaria noturna me desperta para a explosão poética; ao menor sopro da realidade  humanística me faz nascer do âmago a leveza do lirismo que suaviza os momentos de angústia e tormento. 

⁠Nas montanhas do Vale do Mucuri nasce a inspiração do lirismo encantador que floresce a vida e embrulha o amor desmedido e arrebatador.

Inserida por JBP2023

⁠SUPERLUA

Agora, exatamente
Um convite
Para rara beleza
A riscar os céus
Um colorido exuberante
Estilhaços de luminosidade
Lua cheia de raridades
Para os corações apaixonados
Um firme arrebol desenhado
Nas longínquas montanhas
De desejos e emoções
Curta distância entre o belo
E a raridade, o lirismo
O encanto inesquecível
A despertar a alma gêmea
Doçuras da vida
Um olhar umedecido  
Cores do espetáculo
Néctar do prazer
Da SuperLua que reaparece
Desde a Carta dos Direitos
Humanos de 1948
Órbita nas proximidades
Da terra a extasiar
Os corações apaixonados
Convite para o renascer
Da ternura que brota
Do âmago do verdadeiro
E contumaz AMOR

Inserida por JBP2023


A exuberância de Saratoga

O mar se revela como bálsamo
Que suaviza as feridas da alma
Águas que varrem as impurezas
Dos pensamentos hostis e rebeldes
Assombram imaginações pueris
Amenizam as dores da saudade
Revigoram e revitalizam
Enchendo-nos de esperança
De dias melhores na vida
Aves riscam o firmamento
Ondas fortes parecem
Varrer a estupidez de rancorosos
Na suavidade de cada manhã
Ou no sacudir de tardes agressivas e volumosas
Nasce a expectativa de pescadores sedentos
De trazerem na rede o robalo
Dos sonhos e da sobrevivência
E assim o poeta descreve
Lirismo léxico na sua simplicidade
Menestrel do Mucuri
Exalta sensibilidade diante da
Beleza exuberante de Saratoga

Inserida por JBP2023

⁠Já não sei se poeta sou
apenas em lirismo declamo
perco-me nos versos e caminhos
onde tropeço em incertezas
procurando a quem amo

Inserida por neusa_marilda_mucci

⁠RAIZES DA LIBERDADE 

Que bela minha Teófilo Otoni...!!!
Raízes da liberdade 
Berço dos movimentos republicanos 
Minha eterna Filadélfia 
Da rua Direita ao meu Jardim Iracema 
Minha encantadora Bela Vista 
Tiradentes dos meus sonhos 
Tu és a princesa do Mucuri 
És cores do firmamento 
Saudades eternas do meu Surumaia
Do Topázio que me fez gente 
Do São Jerônimo que me deu de presente a estrela Elisabeth 
Que incandesce e solta
estilhaços de eterna beleza 
Do córrego da fumaça que me 
Deu Julia de encantos 
Benedito Otoni que Serro nos presenteou 
Rasgo meu coração para jorrar 
O sangue do amor fraterno 
Que corre na veia a verdadeira 
Fonte de sentimentos de guerreiro 
Teófilo Otoni minha eterna gratidão 
Néctar que me impulsiona 
Mantém vivas as minhas quimeras
Das muralhas do meu Mucuri 
Para as vicissitudes deste mundo cruel e insano...
Pensei e sonhei no lirismo que contagia 
Nasceu o poeta do Vale...

⁠O lirismo épico do poeta 

Um belo céu azul se forma no infinito
As folhagens das árvores a balançar, fazendo cair ao chão 
Pequenas folhas-filhas
O sol ardente expõe a claridade do dia 
O vento forte sacode a frondosa árvore na minha frente
O ronco do motor do carro que desce
Desvairado, o declive do Iracema
Nem cisma em ofuscar 
O belo dia de sexta-feira
O conflito das lagartixas na parece
Do muro, saltando em largo voo
Rumo ao jardim ainda em formação
Belas Mensagens bíblicas ecoam
Do Corcovado
A rede se coloca na minha 
Companhia, solitário 
E faminto de tudo, de imaginações
Líricas ao perceber o colibri riscando os céus 
O chilrear sincronizado dos bem-te-vis 
A descida lenta e calma 
Das aves, colorindo o firmamento 
Combinando beleza rara
Fazendo nascer do âmago do poeta
A exuberante raridade, reluzente 
Mágica e extasiante suavidade do prazer 
Fazendo florescer irradiante
Da mais excitante reminiscência
Fértil e louca 
Que o presente é incapaz 
De retratar em versos épicos 
O sangue quente e exuberante 
Que há de jorrar do meu 
Peito rasgado 
Palpitante e suavizado 
Em razão da ternura que paira 
Num momento de rara felicidade
No recanto belo e aconchegante
À espera do meu anjo 
Que perambula nas vielas do Amor 
Fraterno.

⁠Enigmas

Um caminho longo e uma ponte que fala,
um monte gigante e uma flor sob o sol,
no coração do monte há um vulcão flamejante,
o monte está a ponto de entrar em erupção,
e já não sabe o que fazer com o seu fogo ardente,
para que ele não exploda e queime a flor,
que vive de admirá-lo em suas encostas.
Extasiada está sempre aquela pequena flor,
pelo arrebatamento que lhe causa o monte.
Imagina que a flor tem o sonho de tocar seu coração,
e o monte tem um desejo ardente de encurvar-se
até tocar em suas pétalas para ali adormecer seu coração.
Ao lado do monte está aquela ponte inquieta,
sussurrando incentivos de partidas constantes,
vem! Vem! A ponte chama a flor sem cessar.
Como se a ponte também amasse a flor,
e do pé do monte, a ponte a flor quisesse arrancar.
Mas que nada! Que nada! Somente impressão!
A ponte é apenas um enigma que abre a sua boca para reclamar,
mas seus desejos claramente, a ponte não consegue expressar.
No meio da ponte está adormecido o tempo,
que nela, a sua fadiga foi descansar.
Como pode o tempo no meio da ponte assim parar?!
Cadê a força desse tempo que não deseja mais passar?
Há um passarinho que seu bico não consegue calar,
está sempre transportando assobios entre o monte e a flor,
dia vai, dia vem, e o passarinho com seu bico cheio de assobios,
leva aos ouvidos do monte as declarações de amor da flor,
e desce de lá com o bico repleto de assobios do monte,
para entregar fielmente aos ouvidos da flor.
Mas até quando? Até quando?!
Até quando o tempo na ponte vai descansar?!
E por qual motivo o tempo não consegue despertar?!
O monte até que tenta, se esforça para encurvar,
mas o seu orgulho é ainda muito maior que o amor,
que no seu coração sente pela pequena flor.
E o tempo? O tempo até que tenta acordar,
mas a ponte sem perceber segura o tempo,
e no impulso de suas contradições e impasses,
impede o tempo de despertar e mudar as coisas para sempre.

Rozilda Euzebio Costa

Inserida por bellamagnolia

⁠Savanas

Nas savanas agrestes e selvagens dos teus olhos,
minha alma caminha solitária e amedrontada,
onde está a tua caverna aconchegante ó rei leão?
Dá-me de beber das águas de teu riacho escondido,
Tenho sede, tenho sono e tenho tanto medo!
Não vês que padeço nas trilhas de tuas perigosas savanas?
Volta os teus sentidos em minha direção,
vem me encontrar nesta penosa paisagem,
onde tudo parece querer me devorar,
até o sol se torna inimigo ao meio dia,
e o vento a ele se curva em obediência.
As noites são senhoras sombrias e misteriosas,
que me fazem os terríveis pesadelos encontrar.
Quero pão, quero vinho e quero o teu peito,
e nada mais me importa senão a minha vida junto a tua.
Nas alvoradas coloridas e refrescantes,
centenas de andorinhas passam pela minha visão,
Onde vão? Onde vão todas elas voando nesta imensidão?!
Procuram certamente novas terras e novos cenários,
porque ninguém é feliz onde não consegue criar raiz.
A planta dos meus pés procura o vaso do teu coração,
acorda rei leão! Acorda deste sono de tamanha profusão!
As feras desta fria e assustadora paisagem,
me olham obstinadas como se eu fosse um pão,
estão famintas e querem alimentar suas necessidades,
mas há uma força que me transporta e me liberta,
desta fome feroz que a vida faz atingir a todas elas.
E no abstrato contexto de minhas razões,
surgem os gigantes pensamentos em discussão,
decidem entre eles o que fazer de minha desolação,
e me carregam para longe das bocas devoradoras de sonhos.
Reclina-te sensivelmente à altura do meu olhar ó rei leão!
Olha dentro dos meus profundos e cansados olhos,
neles, está o mapa que nos levará rumo ao paraíso.
Pegue o mapa sem demora e o decifre,
para que esta viagem não fique perdida na vegetação de alguma curta estação.

Rozilda Euzebio Costa

Inserida por bellamagnolia

⁠Engolido pelo mar,
O sal gruda na pele,
O sal do mar,
As ondas e o vai e vem,
Sol escaldante,
Caravelas de madeira mofada,
Homens semimortos,
O mar é para os fortes,
Engolido pelo mar,
Sem chance de voltar,
A morte certa e o sol a escaldar,
Não há como voltar...
A tempestade a chegar!
Na tempestade caravelas a afundar...
Sendo engolidas pelo mar!


Cristiano Silva

Inserida por cristianowsilva

⁠Eu vivo...
Das noites mal dormidas com cheiro de mofo,
Das xicaras de café na solidão,
Das musicas depressivas na escuridão,
Dos meus céus cinzentos clareados por luz elétrica,
Da minha vida caótica nesses dias modernos,
Eu vivo...
Da sua imagem translucida na minha vida,
De seu sorriso no esquecimento,
Das minhas cervejas vagabundas na solidão,
Das poesias escritas de montão,
Dos meus domingos fracassados,
Das humilhações diárias...
Eu vivo...
Da tapioca queimada na frigideira,
Das moedas escassas nos meus bolsos,
Da falta de grana e da falta de um amor,
Da falta de maturidade,
Do excesso de bondade,
Da morte que é uma vontade...
Da minha literatura que é uma vantagem,
Do meu mundo que é uma viagem,
Dos meus amigos que são minha bagagem,
Das minhas filhas que são minha linhagem...
Eu vivo...
Do fracasso que é meu vicio,
Do amor falido que é meu combustível,
Das rejeições que são infalíveis,
Do não que tenho nos dias vividos,
Das garotas que passam direto,
Das oportunidades perdidas...
Da garota que perdi de bobeira...
Da minha vida que é uma asneira,
Do amor que é um eterno sem rumo correr...
Vivo para um dia sozinho morrer!

Cris Silva

Inserida por cristianowsilva

⁠Entre as folhagens de vegetações frondosas, embrenhado no bucolismo de belas vistas nasce a inspiração do poeta e menestrel do Vale do Mucuri; o lirismo do menino do Mucuri é fruto da sabedoria que aflora do âmago de quem tem um bom sentimento. 

Inserida por JBP2023

⁠O lirismo de setembro

Renova-se a esperança de dias melhores
O novo mês aflora com centelhas
De paz e mansidão
A certeza do colorido de
Tempos de primavera
Brotando o perdão no coração
Enternecido da humanidade
Logo os campos estarão floridos
As chuvas de setembro prometem
Varrer o ódio depositado no
Coração dos homens
A galhardia dos homens na
Busca da independência
As chuvas das manhãs de setembro
Fazem renascer a certeza do perdão
A suave brisa das auroras causa
Encanto e ternura
Enebria o chilreio dos pássaros
Aflora a esperança de dias melhores
Um setembro amarelo em
Prol do valor estonteante da vida
Um verde acende a inclusão
A explosão econômica petrolífera
Na proteção das árvores e florestas
Suavizando o meio ambiente
Para presente e futuras gerações
Aflorando a policromia primaveril

Inserida por JBP2023

⁠Lirismo estonteante

Aurora se desponta. Altaneira e próspera. 
Fonte grande de emoções.
Villagio Di perolas. Lugar de exuberância. 
Desfile de gente bonita. Pista cercada de árvores. 
Belos chilreios de pássaros. Canários sobrevoam. 
De canto a canto. Arvores frondosas. 
Tapete da saúde. Canteiros floridos. 
Ar puro e clima ameno. Santuário de paz e amor

Inserida por JBP2023

⁠Um traçado ultramoderno de artes simbólicas; exuberância e lirismo profundo; a imaginação voa distante na plenitude da praça da Jabuticaba onde o sonho de tempos de outrora se desenha na imaginação do poeta do Vale do Mucuri, deixando aflorar sentimentos de leveza e alegria profunda

Inserida por JBP2023

⁠Em plena madrugada, céu estrelado, abraçado a plenitude da solidão, num vazio esplêndido, o menestrel do Vale do Mucuri, com intensa inspiração poética transborda e exala sua essência com versos poéticos capazes de inundar o mais tenro coração com recheios de lirismo.

Inserida por JBP2023

⁠O Lirismo do Poeta

Manhã ensolarada,
O céu com nuvens coloridas;
O vento balança as folhas dos coqueiros,
A alegria na inocência das crianças.

O azul anil da piscina
Transforma a beleza de um dia de domingo.
Minha musa se apresenta,
Como deusa da beleza.

O sobrevoo dos pássaros em chilreio
Anuncia o encanto do verão.
A inspiração do menestrel do Mucuri
Rasga o coração para jorrar
O sangue da ternura e do amor.

O verde das árvores guarda resquícios
De primavera.
Os arranha-céus colorem a exuberância
Do espaço de encanto e prazer,
Aflorando o lirismo do poeta,
Com suspiros e saudades.

A paz cultuada na essência
Da bela ária que ecoa nos ouvidos
Daqueles que apreciam
O néctar da vida.

Inserida por JBP2023

Paraíso encantado

Uma cidade que encanta e seduz.
A história e seus monumentos, as artes, a floresta, os rios e toda a biodiversidade existentes fazem parte de um contexto paradisíaco.
Andar pelas ruas de Manaus é se sentir como integrante de uma ópera, a mostrar um lirismo capaz de transportar através do pensamento para um passado de glórias e encantamento.

Inserida por isaiasribeiro

⁠O que sinto não pode ser expressado em palavras. Teria que criar um novo vocabulário para exprimir toda a dor, raiva, tédio e cansaço que carrego.

Inserida por Claudineidias

⁠Amor sem par

No encanto desse olhar,
O seu sorriso me envolve
Com a paixão que paira forte
Almejando te encontrar,
Com a mesma fantasia
E com a mesma regalia
Que me faz sonhar!
E no renovo do seu sorriso
Reconstruo o lirismo
Desse doce amor sem par!

Inserida por freitasjuniorpoeta

Do lirismo ao realismo, das ilusões ao superficial da felicidade, profundas são as buscas pelas razões curiosas do destino.

 Depois do vinho o profeta surge, as revelações de um conquistador emanam e o sagrado acontece.

 Olho por olho, pele por pele, o encontro dos desejos com a nudez entram em sintonia e fazem os dois corpos levitar.

No deleite das emoções os sorrisos transbordam e seguem noite a dentro com essência pelas correntezas de uma alegre canção.

Inserida por Ricardossouza