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Eu não acredito no tipo de magia dos meus livros. Mas eu acredito algo muito mágico pode acontecer quando você lê um bom livro.
Os melhores momentos na leitura são quando você se depara com algo - um pensamento, um sentimento, um modo de olhar as coisas - o qual você tinha pensado que era especial e particular para você. Agora aqui está, estabelecido por outra pessoa, uma pessoa que você nunca conheceu, alguém mesmo que esteja morto há muito tempo. E é como se surgisse uma mão e segurasse na sua.
Toda leitura é parcial, mas isso não nos absolve da busca pelo propósito, que nos define como espécie.
Nós nos perdemos no que lemos, apenas para retornar a nós mesmos transformados e parte de um mundo mais expansivo.
O tempo estritamente reservado à leitura, seja ele concedido exclusivamente para a obra dos grandes espíritos. Somente estes formam e instruem de verdade.
Quem tem o hábito contumaz de ler bons livros, frequentemente torna-se um bom mestre, um bom escritor e bom orador.
Quem não lê é mais analfabeto do que quem não sabe ler.
O amor pelo livro nos refina e nos liberta de muitas servidões.
Os livros são as suas naves,
Desbravadores leitores, seres insaciáveis,
Viajantes que trafegam
entre universos alternativos.
Quando suas próprias realidades
os deixam fadigados ou aflitos, dispostos ou entediados,
cada um na sua necessidade de usufruir um pouco de liberdade.
Um bom motivo para sair à procura
de uma aventura, à segurança de um abrigo,
ou um amor de verdade.
Um suspense temido, enfim, quem sabe? O que for preciso.
Poder viajar é libertador,
ser feliz com vontade
sendo um caro leitor.
Você só descobre que está no caminho certo, quando percebe que a lista de leitura é mais extensa do que a expectativa de vida.
Eu tenho paixão por ensinar as crianças a se tornarem leitores, a se sentirem à vontade com um livro, não amedrontadas. Os livros não devem ser assustadores, devem ser engraçados, excitantes e maravilhosos; e aprender a ser um leitor é uma vantagem incrível.
Em nome da folha
Nenhuma folha vive sem raiz, quando ela se solta da árvore achando que vai ser livre, ela voa e a cada vôo apodrece ainda mais, seja livre, mas jamais esqueça de fincar raízes A'Kawaza
O jornalismo permite que seus leitores testemunhem a história. A ficção dá aos seus leitores a oportunidade de vivê-la.
