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Não sou espelho, não reflito, não repito. Sou um bom livro, páginas envelhecidas e uma boa história.
Um dia, arriscou ir à biblioteca do palácio e ficou satisfeita ao descobrir como os livros podem ser boa companhia.
Por mais que avancemos tecnologicamente, por favor, não abandonem os livros. Não existe nada em nosso mundo material mais bonito do que os livros.
Cresci sabendo que queria ser escritora. Desde os tempos de menina, livros têm me oferecido visões de novos mundos diferentes daquele com o qual eu tinha mais familiaridade. Como terras exóticas e estranhas, livros me proporcionaram aventura, novas formas de pensar e de ser. Sobretudo, apresentaram uma diferente perspectiva, que quase sempre me forçava a sair da zona de conforto. Eu ficava admirada por livros poderem oferecer pontos de vista diferentes, por palavras em uma página poderem me transformar e me mudar, alterar minha mente.
Meu superpoder não é a invisibilidade – é ler as pessoas. Observá-las quando elas pensam que estão sozinhas. Eu as vejo como elas realmente são.
O tempo todo, eu esperava que meus livros
derramassem suas palavras delicadas
sobre exuberante tapete verde
para que eu pudesse recebê-las uma a uma
e saboreá-las como se fossem
frutas vermelhas na minha boca.
Deixe que os outros se orgulhem do número de páginas que escreveram. Eu prefiro me gabar das que eu li.
Não ensine seus filhos apenas a ler. Ensine-os a questionar o que leem. Ensine-os a questionar tudo.
Em época de crise de livrarias, ler é quase um gesto de resistência. Um livro pode ser bem mais barato do que uma camiseta. É preciso ter esperança.
A leitura é como que uma droga que confere um adormecimento agradável aos contornos da crueldade da vida.
Falta de leitura tem cura; procure uma biblioteca, uma livraria ou mesmo um sebo, antes que esse mal paralise sua mente.
Ao lermos um bom livro, destravamos as portas e janelas da alma, deixamos as palavras nos levarem para mundos encantadores e fazemos descobertas sem fim.
Sabia que um livro não era só um livro. Tudo tinha um significado. Havia uma teia invisível que conectava as palavras. Era como magia.
