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A boca do justo fala por segundos, por minutos ou por horas afins, dependendo do tempo em que o pecador ficou exposto à conversa do mundo.
A fé de ontem foi boa, hoje é melhor e amanhã será bem maior à medida que o justo se relaciona dia após dia com o seu Autor e Consumador.
O justo medita na instrução de Deus e aplica os Seus ensinos aos ouvidos dos perdidos, na oportunidade de trazê-los alívio, quebrantamento, alegria e cura pelo poder da fé.
O justo não vive rindo das conversas inflamatórias de amigos; mas, diz coisas pertinentes e superiores aos seus pensamentos.
Nem a prata nem o ouro possui algum valor diante do justo que retém as riquezas da sabedoria divina.
O justo não precisa de justificativas, quando afirma a verdade; já o mentiroso fica dando desculpas para justificar as suas falhas.
É bem-vinda a entrada do justo em qualquer setor da comunidade, desde que o outro entenda que o seu bem lhe proporciona um bom acordo.
Entre o justo e o ímpio encontramos decisões contrárias: um dá para o caminho do contentamento e o outro para o caminho da infelicidade e nos cabe julgar em que futuro queremos ficar assim que fizermos a melhor escolha.
Com fé o justo encontra apoio, socorro e assistência; sem fé, ele passa apertada e se inquieta à toa.
Quem se atreve a ignorar a Palavra de Deus pela boca de um justo, será perseguido e frustrado na vida, enquanto continuar recusando os sábios conselhos do Senhor.
Ser bom e justo num mundo corruptível é o mesmo que estar no meio de uma guerra sem munição. Tenhamos sabedoria suficiente para sair ileso.
Diante de um serviço, por amizade paga se em dobro mas diante de uma inimizade paga se, o preço justo e nem mais um centavo a mais.
Perdoar sempre é tornar se melhor, aperfeiçoar se e aparar as arestas dos desgastes da pedra bruta, todos os dias.
