Tag julgar
Doente são pessoas que tentam acreditar nas cagadas que fazem na vida, e alegam a doença aos outros que descobrem tudo.
Não julgue pela aparência, não julgue pelo caráter, não julgue. Isto é, se você não quer ser julgado.
O que é liberdade para nós pode ser prisão para outros e vice-versa. Entenda e não julgue. Seja mais justo com outros e a vida será mais justa com você.
"Se cada um se preocupasse um pouco mais consigo mesmo, certamente a preocupação com o outro tomaria um rumo diferente, porque é a partir de nós mesmos que passamos a compreender melhor o outro. Mas se não nos compreendemos como vamos fazer isto? Se nos julgamos, nos culpamos, nos maltratamos, não nos perdoando e portando-nos como carrascos, como vamos proceder com o nosso próximo? Como vamos enxergar o outro permanecendo indiferentes a nós mesmos?"
Aquele que se considera tão perfeito ao ponto de se sentir capaz de julgar as imperfeições do próximo; deveria, então, usar toda essa imensa perfeição para satisfazer a própria necessidade de perfeição.
Verdades absolutas não existem, o que existe é a verdade de cada um, de acordo com o momento de cada um, portanto, ninguém tem o direito de julgar ninguém, porque apenas cada um sabe o que é ser ele mesmo, sabe das dores e das alegrias de ser quem é, ninguém mais.
A efemeridade do julgar
Manhã fria que aos poucos se aquece. Como de rotina metrô cheio. Pessoas com histórias, idades, gostos, estilos... enfim, a diversidade que há numa metrópole. Os que conseguem viajar sentados: livros nas mãos, jogos, trabalhos, pastas e um estilo próprio que toca aos seus ouvidos, hora suave, hora gritante, assim é a manhã de um paulistano.
De repente as portas se abrem, uma senhora entra...olhos amedrontados, corpo encurvado e as pernas ansiosas por um assento... ninguém levanta e nem a percebem; os sentados fecham os olhos e a ela menosprezam...ela procura o banco azul em tom claro. Logo avista uma moça, sentada no banco em que ela se enquadraria. Moça elegante e sorridente, traços de pouco sofrimento e um meigo olhar para a senhora que ali permanecia.
Um senhor já grisalho, ao ver tamanha frieza logo exclama: "já que os jovens não se levantam...assenta neste banco minha senhora...". A moça ergue a cabeça e avista os olhares de reprovação. Sorriu e novamente a seu livro se fixou. E na longa trajetória a ela todos olhavam...
Na penúltima estação um jovem rapaz se aproxima, com duas muletas e pernas saudáveis. O Rapaz elegante da moça se aproxima, e a entrega seu apoio e as muletas que nas mãos trazia. Todos pasmos. Quem diria? Aquela meiga moça uma de suas perna já não possuía...
O Último Toque
Capela entreaberta, credência posta, ambão entornado em verde e o lecionário aberto! Liturgia em tempo comum e a rotina diária de um grande hospital com sua complexidade: muitos doentes, familiares em oração, religiosas preparando a celebração, o terço deslizando nas mãos com petições e meu violão ao lado, esperando o momento certo de ser tangido.
O sacerdote se aproxima. Uma religiosa se levanta para acender as velas e enunciar o primeiro comentário da celebração e suas intenções. Pego meu violão e já anseio pela penúltima melodia, a única que consigo enternecer com facilidade. Ainda estou aprendendo!
A celebração se inicia. Durante a procissão de entrada, sinto que alguém fixou os olhos em minhas mãos. Pergunto-me: “será que estou tocando errado?”. A celebração prosseguia e o olhar daquele moço continuara inarredável. E aos poucos o jovem rapaz de banco em banco se aproximara lentamente.
Fiquei pormenorizando cada passo de sua aproximação. Já estava no ofertório, momento de entrega e concentração, quando vem ao em minha direção com um pedido insólito: “Por gentileza, posso tocar a música da comunhão?”. Logo me enraiveci. Era a minha música preferida! Levantei-me e fui ao encontro da religiosa responsável no intuito da não aceitação desse pedido esquivo. A irmã, já anciã, com o olhar compenetrado disse-me: “Deixe-o tocar!”.
A missa prosseguiu. Momento eucarístico. Enciumadamente, entrego-o meu violão. Para nossa surpresa, ele tocara maravilhosamente cada nota, numa harmonia que chegara ao coração. Mãos que tocavam divinamente e olhos em lágrimas que não pareciam ter fim. Questionei-me tamanha emoção, mas senti que vinha consigo uma dor inexplicável. Terminando aquele momento rico e divino, devolveu-me o violão com um sorriso satisfeito, porém senti que ainda havia uma dor imensurável naquele olha.
Após a benção final, como de costume, comecei a guardar os instrumentos musicais. Aquele moço que me surpreendera já havia se retirado. A religiosa anciã veio-me ao encontro e disse-me algo que jamais esquecerei: “sabe aquele moço que lhe pediu o violão? Eu permiti com que ele tocasse e vivesse aquele momento único, pois seria seu último toque”. Perplexo a questionei sobre o estranho “último toque”. Ela olhou-me, já lacrimejando, respondeu-me: “Nesse momento, ele está dirigindo-se ao centro cirúrgico e amputará o braço direito. Esse foi o seu “último toque””.
"O mundo vai te julgar, te jogar no chao, mas lembre-se, existe um Deus apaziguador, que vai te dar a mao, por isso segure-a, levante, e mostre ao mundo quem voce é"
Quem muito critica..pouco vive
Quem muito se apressa..pouco vive
Quem muito espera..pouco vive
Quem muito teme..pouco vive
Quem muito tem coragem..pouco vive
Quem muito julga..não vive
A vida não é um mar de rosas e por mais que tenha pessoas com problemas piores que os meus ou passando por dificuldades piores, cada um sabe o tamanho da sua dor, e só quem sente pode julgar. Então você não tem o menor direito de dizer pra mim que o que acontece comigo é besteira ou que eu não devia dar importância.
A folha, o tempo
A filha do vento
A saudade, a dor
Os dias e seu resplendor
A vida e o amor
A estarem juntos
Julgarem mudos
Toda a solidão do mundo.
Há uma sociedade que diz que há padrões, onde julgam o certo e o errado, o moral e imoral, o racional e emocional. Uma sociedade que sabe muito bem julgar, mas não sabem reparar suas próprias falhas.
Para você me julgar, não precisa me julgar pelo que falei, por minhas atitudes. Me julgue sabendo quem sou, porque meus erros e atitudes só quem podem aponta-los sou eu mesmo.
É extremamente ingênuo avaliar qualquer pessoa pelo que vemos e ouvimos, sem antes descobrirmos verdadeiramente o que está DENTRO dela.
As pessoas vão sempre ter motivos para te julgar mal ou bem,não importando o que você esteja passando.#3; Seja você mesmo e esqueça o passado, a dor, o sofrimento, o rancor, o ódio e todos os outros sentimentos negativos. Não se arrependa daquilo que fez ou do que não fez. As pessoas estão mais interessadas em criticar como você se expressa com o momento que está passando, do que te dar atenção e conversar sobre como você se sente. A maioria das pessoas quer ver seus erros e acertos, cobrar de você, porque não enxergam o que te aflige. É com a voz que se tece a paz, o amor, a importância das pessoas. Você pode dizer que sempre está feliz, mas será totalmente falso se disser isso. Todos temos problemas, e estes, nada mais são que pensamentos. Não se importe!
Ao perceber e julgar o defeito de alguém, cuidado, pois pode estar falando de ti mesmo.
Pois é na primeira semelhança com que se identifica.
Antes de criticar e julga uma pessoa por sua simplicidade primeiro avalie a sua capacidades intelectual.
Pessoa e pessoas
Infelizmente as pessoas não veem verdadeiramente as pessoas.
não as compreendem
não as perdoam
não as amam
Tantas pessoas precisando de pessoas
Mas seguem as pessoas
que julgam pessoas
e também passam a julgar
sem nem ao menos perceber
que pessoa ela é para julgar
a pessoa que esta lá.
12/12/13
Não se precipite em querer chegar a uma conclusão a meu respeito pois...Desperdiçará o seu tempo, abraçando uma mentira.
