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Há pessoas que sentem um prazer insano ao desestimular o outro. Adoram essas frases feitas de água fria, como “não vai dar certo”, “isto é impossível” ou a clássica “é melhor nem tentar”. Geralmente são sujeitos de poucas conquistas na vida, muitas frustrações e um punhado generoso de inveja. Chegam a ter inveja até do que ainda não aconteceu. A possibilidade de vitória alheia lhes provoca terremotos no fígado e na alma. São pessoas infelizes, que vivem de espalhar grãos de sua infelicidade pelo mundo. Nem sempre conseguem.
Nunca desista de algo antes de tentar só porque te anunciaram impossível. Para cada não, há um sim. E todos nós temos nossas vitórias reservadas na vida.
Não há última palavra sobre nada. Nem quero que me digam que alguém é a última palavra sobre qualquer assunto. Mas não vou perder meu tempo argumentando com vaidoso. Não vai adiantar nada mesmo.
Se a justiça não parece justa, a culpa é de quem redige tais leis. Aqueles em quem você vota, talvez aceitando cerveja, aterro, vantagem, promessa, safadeza remunerada em campanha ou apenas caindo em sua lábia florida.
Mãe não tem diploma ou certificado. Nem carteira de habilitação, fórmula matemática ou contrato de letras miúdas. Mesmo que ser mãe não seja para qualquer uma. Por isto, não haverá mãe por decreto judicial, por lei irrevogável ou por receita médica. Não mãe de verdade. Nem basta se declarar mãe apenas por se achar que é. Não há presunção de maternidade. É preciso ser, simplesmente ser. Mas, antes de tudo, é preciso saber ser mãe.
Porque ser mãe é oferecer a certeza do conforto sem qualquer palavra, mesmo na idade em que as palavras ainda não têm qualquer sentido.
Não haverá surpresas, à verdadeira mãe. Não haverá decepção. Tampouco haverá febre de glórias palpáveis ou efêmeras. Haverá, sempre, apenas orgulho de ser mãe.
Um burlão tem-se dedicado ao mesmo conto do vigário, de modo mais sofisticado.
Ele publica anúncios na secção de classificados, em jornais diários.
“Tio Libório aderiu à onda de boicotar os programas da Globo. Afirma aos quatro cantos que deixou de ser bobo. Está purificando a mente com coisas de qualidade. Virou fã do João Kléber e do “Teste de Fidelidade”. Do sofá da sala se emociona com os televisivos policiais, entregas de cestas básicas e filas dos hospitais. A revolta o transformou em uma nova criatura que defende a censura, a ditadura e a tortura. Arrumou um porrete de aroeira - quem pular no seu quintal vai ganhar na moleira.”
O Jornal Escolar O Corujinha permanece ativo na memória coletiva daqueles que o fizeram. E também daqueles que não o fizeram...
O Corujinha surgiu na área de conhecimento Sociologia, sua proposta é interdisciplinar, com valorização ao conhecimento sociológico.
Você nunca atrai o que quer! Sabe por quê? Por que sempre está conectado com aquilo que não quer. Você não quer violência, crime ou corrupção. Mas, está diariamente conectado com isso, através das reportagens transmitidas pelos jornais televisivos.
'Não queira fazer a outro o que não quer que façam a você'
Tão antigo e pouco lembrado e/ou seguido.
Não é questão de castigo, nem de praga, nem de azar, é questão de energia. Pessoa ruim atrai energia ruim. Energia ruim traz coisas ruins.
