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Estar aberto para escutar a sua mente inconsciente, a sua intuição, te faz ser mais assertivo e encurtar os caminhos na busca da sua felicidade e realização.
Um momento de dor pode permanecer eternamente lembrado por aquele que sofreu.
Não importa se passaram cinco anos, vinte anos ou uma vida inteira.
Para o inconsciente não existe tempo linear.
A análise não é um tema unificador, mas o papel do analista é um sujeito impotente no palco da tragédia.
O que desconhecemos dita os rumos do que pensamos que conhecemos.
Não importa qual o nome que daremos, o inconsciente sempre tomará as decisões e o nosso ego encarregar-se-á de dar as justificativas.
“A escuridão traz com ela a luz que precisamos para darmos o próximo passo com segurança. Rubenita Simey”
No inconsciente, nada pode ser encerrado, nada é passado ou está esquecido.
Na vastidão do inconsciente, residem os segredos que moldam nossos comportamentos. É lá que as histórias não contadas do nosso ser são escritas silenciosamente.
DIMENSÃO INCONSCIENTE versus DIMENSÃO CONSCIENTE
DIMENSÃO INCONSCIENTE
É oculta, subjetiva, espiritual e religiosa.
É da Alma, é a Consciência ou Informações impregnadas na própria Alma.
É reminiscente, compõe-se de Informações marcantes oriundas de cada Mente em cada vida passada ou diretamente do Espírito.
Determina a Personalidade com que a Alma nasce.
Corresponde a casa 12 na Astrologia.
É conhecida através da meditação, intuição, introspecção e autoreflexão, quando a Alma direciona sua total atenção para si mesma.
DIMENSÃO CONSCIENTE
É evidente, objetiva, científica e filosófica.
É do Corpo, é a Mente ou Informações gravadas e fluentes no Cérebro.
É corrente, compõe-se de Informações oriundas do processo de Educação ou Aculturação.
Determina o Comportamento cotidiano da Alma.
Corresponde a casa 1 na Astrologia.
É conhecida através da observação, experimentação, estudo e reflexão, quando a Alma direciona sua atenção para comportamentos, fenómenos corporais, estrutura neuro-encefálica e pensamentos.
Tornar-se iluminado ou iluminada, diz respeito à forma como tu usas a tua luz já reconhecida para iluminar não ao mundo exterior, mas ao fundo interno e íntimo da tua própria sacola das ações reprimidas.
Ontem, no churrasquinho aqui perto de casa, encontrei-me com a Andreia, amiga de longa data. Eu estava sentado comendo um espetinho quando ela passou, toda elegante na calçada logo à minha frente. Falei: “Psiu, Andreia, não dá atenção a pobre mais não? hahaha.” Ela riu, veio me cumprimentar e sentou-se ao meu lado. Da última vez que conversamos, ela estava se preparando para um concurso e estava noiva. “Andreia, fiquei sabendo através do Gu que você passou na prova, se casou e tem dois filhos lindos. Olha só, parabéns! Faz tempo que não nos vemos, né? Me conta as novidades.”
“Poxa, me desculpe por não ter te visto, Alê. Eu estou muito chateada com o que uma recalcada lá do bairro anda falando de mim pelas costas.” E nisso, ela começou a “discursar” sobre suas mágoas e incômodos. Falou disso por mais de uma hora, esquecendo-se do que eu havia questionado.
Tentei mudar de assunto várias vezes, perguntando sobre os filhos, o casamento, o novo emprego. Mas a mente dela estava presa no que a outra pessoa pensava, no que diziam dela. Fiquei pensando em quanto tempo e energia ela estava desperdiçando com essas opiniões alheias. Ela havia conquistado tantas coisas maravilhosas, mas estava se deixando consumir pelo veneno das fofocas.
Quantas vezes nos encontramos assim, prisioneiros do olhar dos outros, incapazes de ver o tesouro que temos em nossas próprias mãos? Andreia é apenas um exemplo. Cada um de nós já caiu nessa armadilha de permitir que o valor que os outros nos atribuem determine nossa felicidade. A verdade é que nossa felicidade deve ser construída sobre os alicerces do nosso próprio estado real e pessoal: nossa saúde, nossas capacidades, nossas relações e tudo aquilo que nos traz alegria genuína.
Quando paramos de dar tanto peso às opiniões dos outros, podemos começar a celebrar as pequenas e grandes vitórias que compõem nossa vida. Podemos apreciar os momentos de risada, os abraços calorosos, as conquistas pessoais, e até os simples prazeres, como um espetinho bem feito no churrasquinho do bairro. A opinião dos outros pode ser barulhenta, mas não é mais importante do que aquilo que sentimos e vivemos em nosso dia a dia.
Infelizmente, Andreia não conseguiu mudar de assunto. Seu olhar era de puro ódio. Ela não conseguia parar de pensar naquelas palavras cruéis que acabara de me contar. Cada tentativa de desviar a conversa era inútil, como se um ímã a puxasse de volta para aquele círculo vicioso de mágoas.
A noite foi passando, e a Andreia, ao invés de comemorar suas vitórias, afundava-se cada vez mais na angústia das opiniões alheias. Por fim, o churrasquinho ficou até indigesto e eu já estava sentindo azia, de tanta negatividade nas palavras da minha amiga. Perdi a alegria e a vontade de comer. Quando finalmente nos despedimos, senti um aperto no coração. Vi nos olhos dela a tristeza de alguém que, apesar de todas as conquistas, não conseguia encontrar felicidade.
Caminhei de volta para casa refletindo sobre quantas vezes deixamos de viver plenamente por causa das expectativas e julgamentos dos outros. Era doloroso ver uma amiga tão querida, que havia alcançado tanto, estar aprisionada na opinião de uma pessoa que nem era importante para ela.
Pensei comigo: “A vida é breve e preciosa demais para ser desperdiçada com o que os outros pensam. Cada segundo perdido nessa prisão é um segundo a menos de felicidade.”
No fim, espero que um dia ela possa se libertar dessa tristeza e reencontrar a alegria que merece. Porque, no final das contas, a única opinião que realmente importa é a nossa, e viver preso às palavras e opiniões dos outros é desperdiçar a própria vida.
Alessander Raker Stehling
O conceito de inconsciente coletivo, proposto pelo psicólogo suíço Carl Gustav Jung, desvenda as camadas mais profundas da mente humana, compartilhadas por toda a humanidade ao longo da história. Jung postulou que além do inconsciente pessoal, existe uma dimensão coletiva que abraça imagens, arquétipos e experiências comuns a todas as culturas.
Jung faz a distinção crucial entre o inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo, delineando as profundezas da psique humana. O inconsciente pessoal é o repositório das emoções e ideias reprimidas, uma coleção única desenvolvida ao longo da vida de um indivíduo. Aqui residem os traumas, anseios e experiências exclusivas que moldam a singularidade de cada ser.
No âmago desse inconsciente coletivo repousam arquétipos universais, símbolos fundamentais presentes em mitos, religiões e contos ao redor do mundo. Essas representações, como o herói, a mãe, e a sombra, moldam nossos sonhos, narrativas e comportamentos, transcendendo fronteiras culturais.
Os reflexos para a humanidade são profundos. O entendimento do inconsciente coletivo oferece uma perspectiva unificadora, destacando a interconexão da experiência humana. Proporciona uma base para a compreensão empática, transcendendo diferenças superficiais. Ao reconhecermos os arquétipos compartilhados, podemos entender melhor a riqueza e diversidade das narrativas humanas, promovendo a aceitação e a cooperação. Essa compreensão ampliada, guiada pelo inconsciente coletivo, oferece uma via para a busca de significado e unidade na jornada humana.
Pensar ao invés de seguir o inconsciente coletivo é transcender as correntes da conformidade e da repetição automática. Significa desafiar as normas estabelecidas, questionar as crenças arraigadas e buscar uma compreensão genuína do mundo e de si mesmo.
Quando pensamos de forma independente, somos capazes de discernir entre a sabedoria herdada e a verdade pessoal. Em vez de simplesmente aceitar ideias pré-concebidas, examinamos criticamente cada conceito, avaliando sua validade e relevância para nossa própria jornada.
Pensar requer coragem e introspecção. É um convite para explorar territórios desconhecidos, desafiando-nos a sair da zona de conforto e enfrentar nossos próprios preconceitos e limitações.
Ao escolher pensar ao invés de seguir o inconsciente coletivo, abrimos espaço para a reflexão e evolução pessoal. Tornamo-nos os arquitetos de nosso próprio destino, moldando nossas vidas de acordo com nossas próprias visões e valores, em vez de simplesmente seguir a correnteza das convenções sociais e culturais.
“Participe do teatro da vida,
Porém, não seja...
Um mero figurante.
Torne-se o protagonista de sua história.
Não tenha medo de atuar.
– Vaias? – Passarão!
– Aplausos? – Passarão!
E o último ato você já conhece:
– Os véus da vida se cerrarão!”
(Rogério Pacheco – 05/02/2024)
Teófilo Otoni/MG
“Não faça dieta de... seus sonhos.
Porém, não torne sua mente obesa.”
(Rogério Pacheco – 01/02/2024)
Teófilo Otoni/MG
ESTÍMULO INCONSCIENTE
A vontade de vencer é um estímulo subliminar que se aloja abaixo do limiar de nossa consciência e nos leva inconscientemente ao
Triunfo
Eu sou
É o nome do que, dentro de mim,
Acessou o inconsciente coletivo e
Viu o mundo através dos olhos da unidade.
ALMA DORMINDO SEM SONHO, ACORDADA OU SONHANDO, CONSCIENTE, AUTOCONSCIENTE E INCONSCIENTE!
Alma Dormindo sem Sonho é aquela que não está em nenhum grau de funcionamento!
Alma Acordada ou Sonhando é aquela que está em algum grau de funcionamento invisível e ou visível pelo movimento do seu Corpo!
Alma Consciente é aquela que tem alguma visão ou percepção da Realidade Interna e Externa do seu Organismo!
Alma Autoconsciente é aquela que tem alguma visão ou percepção de si mesma como Entidade distinta da Realidade Interna e Externa do seu Organismo!
Alma Inconsciente é aquela que não tem visão ou percepção da Realidade Interna e Externa do seu Organismo!
Uma Alma Acordada ou Sonhando pode estar Consciente ou Inconsciente!
Assim, as palavras Consciente e Inconsciente aplicam-se apenas à Alma Acordada ou Sonhando, mas não à Alma Dormindo sem Sonho!
"O inconsciente carrega em si uma eterna tensão entre o visível e o invisível, como se a essência da criação fosse um espelho onde ciência e espiritualidade se entrelaçam." – Dan Mena.
