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O VELHO E O TEMPO
O vento do tempo soprou à distância,
todos os sonhos de minha infância
e os ideais de minha mocidade,
trazendo o vendaval da realidade.
Minhas pernas estão lentas, ao andar,
e já não conseguem acompanhar
a rapidez que o tempo passa,
feito um caçador que me fez caça.
Assim têm sido cada um dos meus dias:
adormeço quando a escuridão se inicia
e acordo tendo o sol por companhia.
Porém, sei que, tão logo vai acontecer,
eu adormecerei com a lua, ao anoitecer,
e o sol acordará sozinho, quando amanhecer.
(Livro “Arcos e Frestas”, página 14)
Eu tenho a idade do tempo! Do meu tempo!
Se queres, posso ter menos ou mais que aparento ter...
Se queres posso ser e sou:
Sou jovem!
Sou anciã!
Tenho a idade para viver!
tenho a idade do meu viver!
Do seu viver se assim querer eu a sua idade ter.
A idade vem me ensinando coisas banais, triviais, coisas que deixei passar sem notar, e que hoje, mesmo ainda estando no auge da juventude, me arrependo de não tê-las notando antes.
Sua idade não atrapalha a minha maturidade,
Sou decidida e tenho coragem,
Quero você pra toda eternidade
«Que idade tenho? Tenho a soma dos meus anos de vida. Mas quando estou feliz parece que tenho menos, quando estou triste parece que tenho mais. A minha idade depende do que estou a viver e de quem me acompanha no momento. Quantos anos achas que tenho eu, aqui e agora, contigo?»
Os que vão e os que ficam.
Ninguém fica velho antes do tempo e ninguém deveria morrer antes dessa hora.
Ficar velho é algo que não se ensina porque não dá para aprender.
E nesse caso, os conselhos valem pouco, porque de verdade, para pouco servem.
Quem faz como os outros dizem, faz o dos outros, não o seu próprio.
É nessa caminhada sem volta, onde é possível olhar para trás mas impossível refazer qualquer coisa, ou fazer o que deixou de ser feito que mora o arrependimento.
Alguns se arrependem muito, uns poucos não se arrependem de nada e a maioria vive demais os últimos anos com essas lembranças imutáveis.
Quem parte leva tudo dele consigo, deixa um pouco de lembrança, e aquilo que um dia possa ter sido seu tesouro de nada valerá porque só há uma certeza, do pó viemos e ao pó retornaremos.
O menor Necessita de Atenção
Como é fácil falar de educação
Num país onde tudo dá-se um jeito
Eu as vezes me espanto com o sujeito
Que educa seguindo a lei do cão
Isso tudo tem a ver com a redução
Que pra mim está cheia de preconceito
Não queria me meter mas eu me meto
Esse povo só quer morada e pão
É preciso perder o preconceito
O menor necessita de atenção.
O menor não precisa de prisão
Deveríamos olhar o seu contexto
Ele não pode viver com eterno medo
De que o mundo não gosta dele não
Eu até que sugiro pra nação
Ler “Capitães da areia”, um belo texto
Não queria dizer, porém me atrevo
No país está faltando coração
É preciso perder o preconceito
O menor necessita de atenção.
Acredito e tenho fé, sem ilusão
Que o Brasil dará ao menor o seu apreço
Tanto àquele que tem de tudo, desde berço
Àquele que tem do nada, desde então
Só não me venha com essa tal de Redução
Pois assim ficará do mesmo jeito
O Senhor me ensinou de outro jeito
Devo lhe oferecer a Salvação
É preciso perder o preconceito
O menor necessita de atenção.
Idade.
Não faz muito tempo eu era o caçula da turma.
Muitas vezes fui excluído das brincadeiras e de uma ou outra conversa porque “não era para a minha idade”.
Outro dia eu fiz 50 anos e demorou para “cair a ficha” de que eu era um dos mais velhos naquela festa, pois os mais velhos que eu nem ir a festas iam.
Dezoito anos se passaram daquele dia e a maioria que não queria mais festa já morreu, alguns dos que foram seguiram o mesmo caminho e eu já não tenho vontade nem de fazer festa nem de ir a nenhuma festa.
Mas reconheço, fiz da vida uma bela festa.
A primeira idade, infância e adolescência,
é a fase de aprender para poder viver;
a segunda idade, juventude e idade adulta,
é época de viver aquilo que aprendemos;
já a terceira idade é tempo de ensinar
tudo aquilo que aprendemos vivendo.”
n nos completamos,nos transbordamos.
pq msm mais velha vc he mais baixinha,pq msm mais chata he carinhosa,pq msm durona he sensivel...
e eu sou a sua completa contraria ao
contrario!
Porque nunca é tarde demais para amar a si, a beleza é como um jogo de vídeo game, ela passa de fase, fica mais difícil de conquistar a medida que você avança, mas no fim das contas, o que vence é a experiência, a técnica e a vontade de continuar jogando.
Sábio são os loucos que, mesmo com a mente insana tem a capacidade de entender que altura e idade são apenas números.
Reserve alguns minutos para ouvir um idoso, escute-o com atenção, deixe-o sentir a humildade, permita-se positivar o contexto. Hoje cumprimentei uma senhora na rua, a conversa fluiu e lhe permitir alguns sorrisos sinceros, todo mundo merece atenção, nem tudo é interesse, todos merecem respeito.
Você percebe que está ficando velho quando tu termina de comer e em seguida volta da cozinha com um caneca de café e um palito de dente.
Me perguntaram minha IDADE.
Não me preocupo com números...
Penso que toda mulher nasce um DIAMANTE BRUTO e o tempo se encarrega de lapidar sem pressa.
Antes dos 35 anos uma mulher pode ser, chata, burra, egoista, deprimida, desagradável, oportunista, covarde, mesmo assim pode ser linda!
Depois, não mais...
Acaba a beleza... E passa a ser o bom humor, a inteligência, a gentileza da alegria de acordar e da leveza ao dormir, que valorizará a mulher.
Depois dos 35, 45, 55, 65 anos, a beleza é resultado da simpatia, da elegância, do pensamento, não mais do corpo e dos traços físicos.
Só a felicidade rejuvenesce na sabedoria de viver, e a luminosidade da pele, é a beleza que vem do caráter.
Aproveite sua vida sem se importar com números, e o que foi deixado pelo caminho, não volte para buscar.
Carregue consigo o necessário para lapidar seu diamante, pois, cada fase é ÚNICA e nunca esqueça que o lapidador é você!
Então você se torna um diamante lapidado, que reflete no seu estado de espírito, como num brilho no olhar.
A sensualidade vai decorrer mais da sensibilidade do que da aparência.
Portanto, minha idade é DIAMANTE LAPIDADO!
A exposição da degradação natural do corpo, mercê da idade, contraria a ideia mais comum de estética.
Muitas pessoas abandonam seus sonhos e objetivos porque se sentem "velhos demais" - mesmo tendo mais experiência, conhecimento e habilidade do que nunca para conquistarem tudo aquilo que sempre sonharam! Não abandone seu potencial, desenterre seus sonhos!
