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No sentido de civilidade, o fim da humanidade já chegou há muito tempo. Nem precisamos de profetas para isso.
Apesar de todos os problemas a humanidade ainda existe e ainda temos muitos problemas a resolver,o melhor a se fazer é pensar o máximo em como podemos nos tornar melhores como sociedade,trabalho em conjunto para que o futuro de cada geração seja mais agradável e possamos alcançar o mais próximo do dito paraíso que tanto aguardamos.
Quando nos seres humanos iremos aprender a valorizar o próximo, quando irá deixar de existir interesses econômicos e estratégicos, para beneficiar uma nação, será que vale tanto à pena tirar a vida de milhares de inocentes por um ditador, um líder descabido, uma nação corrupta, seria muito pedir a paz mundial se é que ela existe, creio que iremos aprender o significado de paz quando existir apenas um ser humano ainda vivo!
Um aprendizado, seja mais gentil e educado(a) com as pessoas que querem te ajudar. Vivemos em um ambiente forrado de pessoas egoístas, grosseiras, arrogantes e cheias de si. Esteja dispoto(a) a aprender sempre. Como dizia um filósofo qualquer: "Só sei que nada sei". E durante estas experiências aprenda a descobrir quem é quem destas pessoas e um conselho, certifique-se de estar proxímo(a) de pessoas que jogam juntos com você. Será melhor suas experiências e a gratidão eternizará.
Um tolo com bem material se vale de tal maldito poder pra humilhar um desvalorizado sábio que o capitalismo não consegue de jeito nenhum manipular, por isso se vinga usando exatamente aquele que conseguiu
Diante da pergunta “O que mais o surpreende na humanidade?”, o Dalai Lama respondeu: “Que achem chato ser criança e queiram crescer rápido, para depois desejarem ser criança outra vez. Que desperdicem saúde para fazer dinheiro e depois percam o dinheiro para recuperar a saúde. Que anseiem o futuro e esqueçam o presente e desse modo não vivem nem o presente nem o futuro. Que vivam como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.”
(Hermann Hesse para desorientado)
Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E capricho, ás vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vomito para aliviar a vontade de vomitar.
Um dos meus passeios predilectos, nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia, é o de seguir lentamente pelas ruas fora, antes da abertura das lojas e dos armazéns, e ouvir os farrapos de frases que os grupos de raparigas, de rapazes, e de uns com outras, deixam cair, como esmolas da ironia, na escola invisível da minha meditação aberta.
E é sempre a mesma sucessão das mesmas frases... «E então ela disse...» e o tom diz da intriga dela. «Se não foi ele, foste tu...» e a voz que responde ergue-se no protesto que já não oiço. «Disseste, sim senhor, disseste...» e a voz da costureira afirma estridentemente «minha mãe diz que não quer...» «Eu?» e o pasmo do rapaz que traz o lanche embrulhado em papel-manteiga não me convence, nem deve convencer a loura suja. «Se calhar era...» e o riso de três das quatro raparigas cerca do meu ouvido a obscenidade que (...) «E então pus-me mesmo dia nte do gajo, e ali mesmo na cara dele — na cara dele, hem, ó Zé...» e o pobre diabo mente, pois o chefe do escritório — sei pela voz que o outro contendor era chefe do escritório que desconheço — não lhe recebeu na arena entre as secretárias o gesto de gladiador de palhinhas [?] «... E então eu fui fumar para a retrete...» ri o pequeno de fundilhos escuros.
Outros, que passam sós ou juntos, não falam, ou falam e eu não oiço, mas as vozes todas são-me claras por uma transparência intuitiva e rota. Não ouso dizer — não ouso dizê-lo a mim mesmo em escrita, ainda que logo o cortasse — o que tenho visto nos olhares casuais, na sua direcção involuntária e baixa, nos seus atravessamentos sujos. Não ouso porque, quando se provoca o vómito, é preciso provocar um.
«O gajo estava tão grosso que nem via a escada.» Ergo a cabeça. Este rapazote, ao menos descreve. E esta gente quando descreve é melhor do que quando sente, porque por descrever esquece-se de si. Passa-me a náusea. Vejo o gajo. Vejo-o fotograficamente. Até o calão inocente me anima. Bendito ar que me dá na fronte — o gajo tão grosso que nem via que era de degraus a escada — talvez a escada onde a humanidade sobe aos tombos, apalpando-se e atropelando-se na falsidade regrada do declive aquém do saguão.
A intriga a maledicência, a prosápia falada do que se não ousou fazer, o contentamento de cada pobre bicho vestido com a consciência inconsciente da própria alma, a sexualidade sem lavagem, as piadas como cócegas de macaco, a horrorosa ignorância da inimportância do que são... Tudo isto me produz a impressão de um animal monstruoso e reles, feito no involuntário dos sonhos, das côdeas húmidas dos desenhos, dos restos trincados das sensações.
To inventando paixão para adapta-la a solidão... Inventando amor para adapta-lo a minha dor... E pra finalizar, não sei poetizar!
" a religião é tão Abusada que te compra fiado com promessas e ainda te impõe condições para te pagar"
O que eles pensam que eu sou não é o problema. O maior problema é eu realmente ser o que eles pensam.
Palavra versus Oração...
(Nilo Ribeiro)
Pode não crer na palavra,
mas creia na oração,
talvez a palavra não acrescente nada,
mas a oração traz salvação
a palavra pode ser insegura,
talvez até deficiente,
mas a oração traz a cura,
ela salva doente
meu discurso pode ser trívio,
mostrar até três caminhos,
mas minha oração traz alívio,
ela é cheia de carinhos
a palavra pode ser positiva,
às vezes apenas promessa,
mas a oração é vida,
é Jesus que nela se manifesta
a palavra seduz,
a oração conduz,
a palavra induz,
a oração traz à luz
você pode não ouvir,
mas por você vou pedir
“Meu Pai, Senhor da humanidade,
esta oração aqui lançada,
é feita com toda humildade,
vai para pessoa que não ouviu a palavra,
faça dela uma pessoa iluminada...”
Amém...
Eu já sabia que iria me apaixonar, bastou uma troca de olhares pra poder sentir que era você quem esperei esse tempo todo...
De momento não dei valor, julguei pela capa, fui radical a ponto de mentir, me perdoa, era apenas meu extinto defensor.
Mas você continuou, me confortou, me tranquilizou...
E por mais que eu faça tudo do meu jeito tão errado, você faz parecer muito certo. Obrigada pela sua humanidade
"O pior de todos os males da humanidade, talvez seja a incapacidade de compreender o que são os animais que aqui habitam. O segundo mal é matar esses animais."
A humanidade definha, agoniza, grita, e se corrói, e mesmo assim estamos aqui. O ser humano é sem dúvidas o mais resistente entre os microorganismos. Vive pela teimosia ou pela esperança.
Nós chegamos tão longe, em pensar que com muito menos tecnologia seres humanos meio século atrás realizavam o impossível. E agora, toda nossa criatividade, inteligência, interação social reside no fato de que haverá um carregador que torne isso possível. As vezes, eu acho que é a criação que trará a destruição. Dos seres biopsiquicossociais, somos o mais dependente de artifícios que nos façam sentir vivos, amados, notados, curtidos. É, uma geração virtual de seres perfeitos por trás de teclas.
Somos capazes de realizamos GRANDES FEITOS e EFEITOS em favor à humanidade, basta deixarmos Deus realizar PEQUENAS MUDANÇAS em nós.
Não é porque o ser humano é considerado um animal politico que pode se aproveitar da boa fé da população para se tornar um politico animal.
