Tag humanidade
Não temos a mentalidade ou a autoridade para julgar o destino de uma vida, mas mesmo assim julgamos.
Nós matamos, nós mudamos, mas não somos capaz de criar algo idêntico à essa perfeição.
"Se a humanidade captasse a energia do amor, seria a segunda vez na história que o ser humano teria descoberto o fogo"
A Crueldade Da Humanidade
" Eu Desejo Morrer.. Digo isso de verdade..
Não posso mais suportar a cruel humanidade, nada ama , nada gosta , as palavras são duras .. Duras como uma rocha, sem compaixão, até mais fiel é um cão, oh o amor animal.. verdadeiro e real! Poderia a humanidade sentir verdadeira sensibilidade? Vivem apenas pela razão, sem amor e nem ao menos perdão...'
Você se dá conta de que, na maior parte da vida, não lamentamos o passar do tempo, que é lamentável não valorizar a vida em sua totalidade e que esquecer-se do que dá sentido a todo o resto em detrimento de coisas que só fazem sentido quando há vida é comum, e isso de ser comum é uma marca triste da humanidade, que por esquecer-se do essencial, acha que a vida pode ficar para amanhã.
Queimaram nossa história numa fogueira na praça, chamaram toda a escória e anunciaram que era de graça.
Virtude e Bom-senso perderam espaço nos valores de algumas pessoas. Não é a toa que a televisão e outros meios de comunicação divulgam grande quantidade de sensacionalismo, tragédia, vulgarismo, superficialidade, e mesmo assim contam com uma boa audiência. Não é somente com o objetivo de tornar o povo mais ignorante, iludido e consumista - na verdade, isso já foi conquistado por ELES com grande sucesso. Hoje, pelo hábito, esse envenenamento mental já se tornou uma (necessidade) para atrair a atenção do público e são meios bastante eficazes de se ter (audiência). E quem são ELES? Um punhado de gente com grande poder politico econômico social, dedicados a se manter e ganhar mais poder a custos dos outros.
Quando a massa compreender que a mudança social começa em nós mesmos, no "Conhece a ti mesmo". A (ESSÊNCIA) das coisas terá mais importância do que a (SUPERFICIALIDADE) das coisas. Nesse sentido, palavras superficiais que geram conflitos, posturas dogmáticas e intolerantes, sejam elas na religião, na filosofia ou na política, deixará de ter força, ao passo que haveria um entendimento mais amplo do que A e B separados com antagonismo e orgulho humano. ''O Homem superior é amplo nas ideias e não toma partido; o homem inferior toma partido, mas não tem nenhuma amplitude de visão''.
O subconsciente humano é a linha tênue que divide as coisas que podem realmente acontecer com a realidade do que inevitavelmente acontece
Quero que pessoas inocentes sejam perdoadas, e que algum dia elas sejam gratas pelo o que plantaram; que pessoas ruins sejam julgadas, e que algum dia elas sejam desonradas pelo colher sua essência.
Não é nada gratificante acordar e ver pessoas de mal coração se dando bem, enquanto pessoas boas, com intenções boas, sendo humilhadas perante a população.
É triste saber que isso não poderá ser mudado por apenas uma pessoa; não será mudado por leis judiciárias; não será mudado por uma pequena quantidade da nação. Precisamos de todos, cada pessoa é essencial para produzir o bem.
Nunca use apenas a Lei como parâmetro. Lembre-se: a história da humanidade encontra-se cheia de genocídio que estava dentro da Lei. Use também, a sua Consciência.
As contradições da humanidade fornecem profundo dumping delight e uma evasão de análise de todos os fins. Como um sorriso e um paradoxo complexo recheado de citações poéticas orientais, ser humano sempre foi sobre, inevitavelmente, tropeçar em si mesmo.
Quando pequenos, somos os grandes professores da humanidade; quando grandes, nos apequenamos enquanto alunos da própria espécie.
Não estamos mais na fase da humanidade, onde éramos empurrados para evoluirmos. Hoje a nossa evolução é intencional, consciente e voluntária. A decisão é nossa de evoluirmos ou não.
ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE...
Nove de Outubro de 2015, Sexta-feira, 7:45h da manhã.
Avistei ao longe um casal de velhinhos já octogenários. Ela na frente, os pés inchados por alguma patologia, arrastava com dificuldade um carrinho de feira vazio. Ele, logo atrás, magrinho-de-dar-dó, se equilibrava em uma bengala em passos trôpegos. Verdade que não havia faixa de pedestres ali; rua tranquila, sem outros carros passando. Parei o meu e fiz sinal para que pudessem atravessar calmamente, não me custando nada esperá-los. Um meio sorriso se esboçou na fronte da senhorinha e, passo a passo, foram tomando a rua rumo ao outro lado. O senhorzinho segurou o ombro de sua senhora com uma mão para dar impulso ao passo e ajudar a bengala em seu equilíbrio, vagarosamente.
Avistei pelo retrovisor uma motociclista que vinha logo atrás em uma velocidade baixa, mas suficiente para que eu pudesse colocar o meu braço para fora e balançá-lo, em sinal de “venha devagar… mais devagar”. A motociclista ignorou o meu gesto, ignorou a esquina… possivelmente embalada musicalmente pelos fones de ouvido logo abaixo do capacete. Ultrapassou o meu carro e freou bruscamente em cima do casal de velhinhos. O susto foi tamanho que os dois foram ao chão… corpos, bengala, carrinho de feira, respeito, civilidade. Tudo caído no asfalto.
A motociclista continuou “empinada” em sua moto e não fez nenhuma menção de ajudá-los, não moveu um músculo sequer… e eles estatelados no chão. Abri a porta do meu carro e saí e, antes que eu pudesse fazer algo, o velhinho, com toda a dificuldade e com certa rapidez olímpica para a sua idade, se levantou do chão, levantou a sua senhora com os joelhos ensanguentados e pegou a sua bengala. Em pé na porta do meu carro, pude ver uma cena similar às populares surras que ocorreram nas novelas globais “Senhora do Destino” e “Celebridade”. O velhinho, juntando as forças de seus braços magros, “empunhou” a sua bengala como se fosse uma espada e, como se tivesse tomado um elixir da juventude, desferiu golpes na motociclista posuda. Um, dois, três, quatro, no retrovisor da moto, no ombro dela, no tanque na moto, nas pernas dela. Aí sim, ela reagiu, se movimentou, pois AGORA sim, era com ela, antes não! Ela começou a gritar “velho louco! velho louco!” e ele, com a sua “bengala-sabre-de-luz”, tentava fazer alguma justiça com as próprias mãos, ainda muito trêmulas, pela idade e também pelo susto.
A motociclista arrancou a sua moto dali “gesticulando palavrões” deixando o velhinho ainda agitado e nervoso. Deixei o carro em direção aos dois para prestar alguma ajuda, pois os ferimentos físicos e emocionais eram visíveis. Peguei a minha garrafinha de água e ofereci a senhorinha sentada na calçada. Perguntei se poderiam entrar em meu carro para levá-los até o Pronto Atendimento, mas não aceitaram, alegando que estavam bem e precisavam fazer a “feira do mês”, em um supermercado próximo dali. Se levantaram, sacudiram a poeira; a senhorinha enxugou o suor e as lágrimas com um roto lenço, ajeitou seus cabelos e também o boné na cabeça de seu senhor, e, ambos, continuaram os seus vagarosos passos apoiados um no outro (creio agora que mais tristes e decepcionados do que quando se levantaram pela manhã).
Isso tudo não durou 5 minutos de relógio, e escrevo para que fique uma pequena eternidade em registro. Foi tudo muito rápido, mas não pude deixar de notar que, no veículo da descerebrada motociclista estava adesivado: “Livrai-me de todo mal, amém”.
No mínimo, irônico.
Amor não é doença.
Amor é terapia.
É cura.
É alegria.
Amor é o que falta na humanidade,
para viver com dignidade.
