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"Sou um menino que envelheceu logo à nascença. Dizem que, por isso, me é proibido contar minha própria história. Quando terminar o relato eu estarei morto. [...] Mesmo assim me intento, faço na palavra o esconderijo do tempo”.
( em "A varanda do frangipani", Lisboa: Editorial Caminho, 1991.)
E é aí que esta história começa. Meu pai desaparecido, meu tio ausente e a noiva do Frankenstein ameaçando me colocar no orfanato.
A minha provocação sobre adiar o fim do mundo é exatamente sempre poder contar mais uma história. Se pudermos fazer isso, estaremos adiando o fim.
Sei que não sou o melhor em escolher amores
Nós dois sabemos que meu passado fala por si
Se você não acha que fomos feitos um para o outro
Por favor, não deixe a história se repetir
Fábula A Lebre e a Tartaruga
Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente
Moral da história: Devagar se vai ao longe.
Todo herói nos anais da história enfrentou horas sombrias. Nesses momentos, é importante reconhecer nossas limitações.
O que quero fazer com a minha vida única, fascinante e preciosa? É muito simples. Quero alegrar as pessoas. O máximo que eu puder, enquanto puder. E, no fim, espero que minha história ajude os outros a perceberem que não é preciso saber que se vai morrer pra começar a viver.
Esta é a história de um ladrão, mas não um ladrão qualquer. A primeira coisa que precisa saber é que ninguém sabe quem ele é.
Uma história não deve ser apressada, tem-se de compor devagarinho, é que nem bordado, deve obedecer a um risco.
Às vezes penso que na biblioteca da vida, na sessão do amor há mais histórias de decepções que finais felizes
Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado.
"Minha vida, minha historia... Muitas alegrias e tempo jogado fora, não quero reescrevê-la e sim vivê-la como se fosse o ponto e vírgula de um texto, parece o fim mas é apenas um novo recomeço."
Tenho de fazer mágica, e ser poeta,
Tenho de criar mundos,
Fazer histórias, entrar na história
– Na minha história…
Eu sempre vou me apaixonar por quem não se apaixona por mim
E é por isso que a minha alma chora
E eu não aguento mais, não aguento mais
Essa mesma história sempre se repete
Saiba que eu sinto muito, mas, por favor, não fique bravo comigo por desabafar sobre tudo isto. A história foi tudo o que você me deixou.
A história inteira não é senão uma transformação contínua da natureza humana.
Mas sabe o que é? É que eu tô em outra boca. Era pra ser mais profundo, né? Era pra ser "A" verdade! A boa ansiedade, a vontade, a saudade, era pra ser... Mas não deu! É que antes de você, já existia eu. E eu tenho um amor próprio, que é tão profundo, que você não percebeu. Você quis brincar de amar, quis uma história perfeita pra fantasiar, como nos filmes onde o carinha "bate e bate" e a mocinha se põe a chorar. E se ele a ama, ele a magoa. E se ela o ama, ela o perdoa.
Mas aqui não é assim.
Sinto muito!
Aqui é mais simples:
É que se você finge não tá afim,
Eu saio pra cuidar de mim.
Mas sabe o que é? É que numa dessas saídas, não precisei de fantasias, roupas, nem ficar louca. Foi simples como eu sou, simples como enxergo o amor. Encontrei uma nova história,
Uma história que entende que já sou completa, que o amor não é fantasia, não tem curvas, ele segue em linha reta. Alguém que quer me cuidar pra eu não ir embora... Sabe qual é? É que de estória, em estória, você e eu perdemos a hora e eu precisei viver esta história. Então mete o pé!
Mude as circunstâncias mudando primeiro você. Afinal, novos ciclos começam quando os velhos terminam.
