Tag hipocrisia
O homem em geral, tem a tendência natural de enxergar o erro alheio com uma lupa de aumento e ser míope em relação aos seus próprios erros.
"Hoje vejo campanhas "anti-bullying" sendo feitas por Pais que o praticaram contra seus colegas boa parte da vida. Eles as fazem por medo de que seus filhos sejam vítimas ou por que realmente amadureceram?
Estou vendo essa comoção toda que está acontecendo em Ipaba por causa da triste morte de um munícipe que foi alvejado pela PM e me gerou uma reflexão. Eu não vi o acontecido e não posso opinar nem periciar sobre a conduta policial, o que temos são meras especulações. Mas independente do que houve, usar uma arma de fogo para conter um paciente mental em surto, definitivamente não era o protocolo ideal. No entanto, eu enxergo tanta hipocrisia por parte da maioria da população, que só enxergou esse rapaz nesse momento fatídico. Só após sua morte ele foi visto. Teve que acontecer uma tragédia para muitos se compadecerem com sua situação de vulnerabilidade social e psíquica. Dito isso, que fique a reflexão sobre a importância e o suporte que damos a essas pessoas em vida. Porque agora pós acontecimento, ele não precisa mais de acolhimento. Ele precisava antes e, vocês que ficam lacrando em rede social possivelmente nunca sequer o viu passar na rua, afinal, até ele morrer era apenas um ser invisível e esquecido pela quase totalidade da sociedade, mas que só ficam à espreita esperando um fato triste para posar de bonzinhos e postar textões de apoio nas redes sociais.
No mais, ficam minhas sinceras condolências aos amigos e aos familiares que o amaram em vida.
A maioria das pessoas não são exemplos do postam na rede social, só postam pra mandar indireta para os outros, ou mostrarem algo que não tem e não são ou do que não fazem, pra parecer melhor que o outro!! Vivem de falar e falar, e não não praticar... por isto não reconhecemos a pessoa quando convivemos com ela e olhamos sua rede social, usam filtro no físico e também no intangível, CHEGA DE HIPOCRISIA MINHA GENTE
Elofensa é a máscara dissimulada da ofensa, um elogio que esconde uma agressão sutil, um golpe com a intenção de nos ferir com palavras doces, a hipocrisia que se veste de falsa gentileza !
Divina
Não quero ouro, nem incenso, nem mirra;
não quero o menino, nem a mãe do menino.
Basta de milagres!
Basta de falsas puritanas!
Eu quero os três reis magros,
eu quero José com seu cajado sagrado,
eu quero sonhar com a estrela de Davi viva entre minhas pernas.
Sou um anjo em quatro dimensões.
Dê-me um pouco de calor e eu serei sua salvação.
O hipócrita vive se gabando da sua moralidade e apontando os erros dos outros. Mas ele tem os pés de barro e o telhado de vidro.
Quando os esquerdistas falam que querem respeito e "direitos humanos", é que querem que você que não é de esquerda respeite os crimes que eles cometem contra você.
O motivo oculto das pessoas não quererem ter filhos é o socialismo. Ele te dá medo da escassez, dos impostos e taxas, do controle social e da censura. Num país capitalista as pessoas não olham para o futuro sem pensar em ter filhos. No capitalismo a família cresce, pois há trabalho, fartura, abundância e liberdade. O socialismo dá medo, enquanto o capitalismo te dá coragem.
A Essência da Hipocrisia
Canta a voz amarga, rasgando a ilusão,
Dos campos sombrios de um chão corrompido,
Onde a lama é trono, em negra ascensão,
E o poder se vende ao mais atrevido.
São caçadores de luzes vazias,
Artistas do engodo, da falsa glória,
Tecem com jactância suas vilanias,
E maculam a pátria com má memória.
Carrapatos vorazes, sugam a vida,
Em fisiologismo pútrido e vil;
Tergiversam em trama torpe e fingida,
Erguendo um império de escárnio febril.
Aloprados em tronos de tirania,
Boçais que governam com mão opressora,
Desalmados que abusam da democracia,
Transfigurando a lei que outrora consola.
Prevaricam, usurpam, em podridão,
Onde a dignidade jaz enterrada,
Fraude e mentira moldam a nação,
Por mãos imorais, brutalizadas.
Mas mesmo no caos que a ética rasga,
Ergue-se ainda o brado de integridade;
Valores inegociáveis brilham,
Contra a ferrugem que o mundo invade.
Pois no oceano da fome e da dor,
No mar de corrupção corrosiva,
A utopia resiste, clama amor,
E a esperança jamais se esquiva.
Bonés da Hipocrisia.
Bonés da hipocrisia, o nome é preciso,
Para esses senhores de riso indeciso,
Que ostentam promessas, discursos vazios,
Enquanto enterram os sonhos alheios.
Nojo dessa gente hipócrita e vil,
Que veste o cinismo feito um troféu hostil,
Desvios de verbas, apropriações,
Satisfazendo só suas ambições.
Saqueadores do suor do povo,
Assassinos da esperança de um Brasil novo.
Genocidas dos sonhos, dos dias melhores,
Falsários contumazes, mestres de horrores.
Marajás, maranis, podres figuras,
Destruindo valores, criando agruras.
Tergiversadores em circo patético,
Onde o escárnio se torna antisséptico.
A vanglória da mediocridade é a lei,
Indutores da mentira — eis o que sei.
Boçais e trapaceiros de toda a sorte,
Que negociam o futuro até a morte.
Mas o povo, cansado, um dia se erguerá,
E a hipocrisia, enfim, ruirá.
Pois verdade e justiça, ainda que tardias,
Romperão os bonés dessa vil covardia.
Para meus leitores imaginários, sim, eu sou hipócrita, como não seria sendo gente? Feliz ou infelizmente, as pessoas acabam por se contradizerem, mudarem de caminho, como muitos dizem "o mundo da volta" ou "a ocasião forma o ladrão". Mas, claro que eu sou hipócrita com limites, são hipocrisias sutis, eu diria, como mandar indiretas, julgo muito quem o faz, mas também o prático.
Embora possamos nos perceber em posições antagônicas, essa oposição frequentemente não reside na essência do problema, mas na divergência dos meios para solucioná-lo. No entanto, ambos os lados compartilham um mesmo horizonte: reconhecem a existência do problema e a necessidade de sua resolução. Assim, a aparente dualidade dissolve-se na unidade do propósito.
Muitas vezes, ao nos posicionarmos em lados opostos, somos guiados mais pelo ego e pela emoção do que pela análise racional. Defendemos nossas ideias como quem defende um sentimento, em vez de buscar, de forma objetiva, a solução mais eficiente para o problema. No entanto, não seria a abordagem analítica a que traria os melhores resultados?
Quando priorizamos a solução em vez da disputa, conseguimos nos desprender de quem propôs a ideia, de quem é a vítima ou de quem acusa. Dessa forma, deixamos de lado a necessidade de defesa de um lado específico e focamos na união para resolver o que realmente importa.
Não podemos romantizar relacionamentos antigos apenas por sua longevidade, quando sabemos que muitos se sustentavam por meio de violência física, psicológica ou financeira contra as mulheres. Assim como não podemos relativizar a proteção das mulheres por questões ideológicas – seja ela a nora de um símbolo da esquerda ou a esposa de um ícone da direita, sua segurança e direitos devem ser inegociáveis.
Da mesma forma, em uma democracia, não podemos aceitar que o devido processo legal seja violado. Um juiz que ignora a Constituição, um advogado sem acesso aos autos do processo, uma mãe de criança presa por mais de um ano por escrever de batom em uma estátua, enquanto marginais condenados têm suas penas reduzidas ou anuladas. E, acima de tudo, jamais podemos permitir que vidas sejam tiradas por qualquer motivo – seja religião, classe social, sexualidade, política, bens materiais, raça ou feminicídio.
Enquanto alguns condenam o assistencialismo, mas defendem subsídios e privilégios para empresários e aliados, pregam a moral cristã sem praticá-la e valorizam a meritocracia enquanto usam nepotismo, outros se dizem contra regimes autoritários, mas idolatram ditaduras, condenam o consumismo enquanto ostentam marcas de luxo e pregam paz e diálogo, mas promovem cancelamentos seletivos. No fim, a verdadeira mudança não está na defesa cega de um lado, mas na coerência entre discurso e prática.
A VITRINE DO SILÊNCIO
Na vitrine do Fatal, suas curvas perfeitas ofuscam sua real natureza.
Olhos curiosos a espiam, desejos silenciosos a consomem.
Um sorriso falso, máscara de seda velando a dor que a consome.
Lágrimas amargas, atrás do rímel, invisíveis aos olhares mundanos.
A beleza, um cárcere privado; a mercadoria exposta, a carne em oferta, a alma em leilão.
Um preço a pagar, um sorriso forçado, a dignidade em estilhaços.
O Fatal sorri, a sociedade cúmplice, enquanto ela se desfaz em silêncio.
A cada transação financeira, a cada olhar lascivo, a cada toque frio, a realidade se impõe: ela está presa em um sistema que a define, que a explora, que a condiciona.
Com o "EU" fragmentado, sonhos desfeitos, futuro incerto, um vazio profundo.
Mas o Fatal não se limita àquela vitrine. Sua sombra se estende por toda parte, transformando cada um de nós em mercadoria. O Fatal, a vitrine, um reflexo distorcido da sociedade. Vendemos sorrisos forçados em reuniões; nosso corpo e mente, em jornadas exaustivas; nossos sonhos, em troca de migalhas de reconhecimento. A alma, uma mercadoria barata, negociada em contratos e relações tóxicas. A liberdade? Um luxo perdido a cada hora extra, a cada compromisso assumido por obrigação, a cada "sim" que significa "não". A prostituição, em suas múltiplas facetas, se infiltra em cada canto da vida, espreitando nas relações interpessoais, nas pressões sociais, nas demandas do trabalho, nas expectativas da sociedade. A hipocrisia se espreita em cada julgamento, em cada crítica, em cada olhar que condena, mas que se alimenta do mesmo sistema que explora. A busca por validação, por reconhecimento, por segurança, nos reduz a estilhaços, vítimas e cúmplices dessa grande farsa. A mulher na vitrine, um símbolo dessa realidade, um reflexo de nós mesmos. Ela vende seu corpo; nós vendemos nosso tempo, nossa energia, nossa dignidade. A moeda de troca é diferente, mas a essência da transação é a mesma: a alienação, a exploração, a busca desesperada por sobrevivência em um sistema que nos reduz a mercadorias.
Na vitrine ou na rotina, a alienação é a mesma; a exploração, sistêmica; e a luta pela dignidade, uma constante e necessária revolta contra a hipocrisia que nos cerca...
(a.c) -
21/02/2025
O Brilhante
De que te orgulhas, mísero vivente
Filho do pó que aborrece toda gente
Pensas no que serás futuramente
E teu orgulho se desaparece.
Ignorância vil, cegueira brutal
De quem se julga mais que o semelhante
Não vê que humilde pedra de uma gruta
É mais útil que um brilhante?
Não me convive para a farra da hipocrisia; sou vacinado contra o vírus da corrupção e da desonestidade.
A hipocrisia é o véu que encobre a verdade, mas com o tempo até o tecido mais grosso se desgasta e revela o que estava escondido.
Hipocrisia. Muito se critica e vilaniza a desonestidade certos indivíduos, mas infelizmente, de forma geral as pessoas que se declaram de bem se assemelham a aqueles que criticam. A sociedade não recompensa pessoas honestas. Você apenas precisa parecer honesto. Muitas vezes a ética também é colocada rapidamente de lado quando o individuo tem algo a ganhar.
Vivemos em uma sociedade em que honestidade virou imaturidade
O valor e a moral virou algo banal
Onde um povo que vive de aparência
Desdenha das crenças
Desconhece a maturidade
Não dispõem de humildade
Abusam da desonestidade
Sem respeito ao seu semelhante
A hipocrisia é constante
Um povo sem esperança
Sem fé na mudança
Conformados e acomodados
Com o caos instaurado que assola a humanidade
Um povo cheio de maldade
Nem aí para humanidade!
