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Somos soldados de nós mesmos.
A vida dá as batalhas mais difíceis aos soldados mais fortes.
Somos o exército de um homem só.
A vida é feita de lutas é por isso que somos todos soldados até o fim de nossos dias.
Vivemos, Sonhamos e Morremos.
A guerra vai acabar. Os líderes vão apertar as mãos. A velha continuará esperando pelo filho martirizado. Aquela menina vai esperar pelo amado marido. E aquelas crianças vão esperar pelo pai heroico. Não sei quem vendeu nossa pátria. Mas eu vi quem pagou o preço.
A guerra é um lugar onde jovens que não se conhecem e não se odeiam se matam entre si, por decisão de velhos que se conhecem e se odeiam, mas não se matam.
Nota: A citação costuma ser atribuída ao piloto alemão Erich Hartmann, mas não há fontes que confirmem essa autoria. A frase contém uma ideia semelhante ao pensamento atribuído a Paul Valéry.
...MaisVem curtir a onda comigo, sou a salvação e o perigo,
Vem sentir a briza comigo, sou a dádiva e o castigo.
Vocês mortais se ocupam com seu trabalho, seus amores, suas guerras, como se apenas a vida desperta importasse. Porém, existe outra vida à espera quando vocês fecham os olhos.
Eu me perdi nesse teu olhar...
podia jurar que já te conhecia de outras vidas,
que nos emanamos pela madrugada de um sábado qualquer numa juventude rebelde e inconsequente de um passado não tão distante.
O teu toque alcançou minha alma, fez refém, entrega inevitável.
Essa tua boca convidou-me a conhecer o perigo da adrenalina e o tesão do proibido.
Eu quero mais é que se exploda as idealizações da minha cabeça.
A bem da verdade é que ando com medo de não amar a tempo.
E agora passo a pensar que esse tempo pode não chegar.
Enquanto isso, deitar no teu peito tem sido a melhor fuga do caos mundano.
Pois aqui é onde sobrevivemos, nossa zona de guerra.
A escravidão não é nada importante pra tu, né? Se ninguém te contou, eu vou contar. A guerra pode ter terminado, mas não acabou de verdade.
Faça amor, não faça guerra
Essa é a mensagem
Positividade e fé pra isso
Pela felicidade
Cê sabe bem que altos e baixos fazem parte
A vida é bela, mas só pra quem tem coragem
E quando sentir-se derrotado, concentre suas energias nas suas raízes (família, fé, amigos, trabalho), serão elas que te alimentarão. Readaptar-se é a melhor forma de seguir adiante.
Nunca desista dessa guerra chamada vida por ter perdido uma batalha, pois são essas pequenas e cotidianas batalhas, que nos dilaceram a alma e mutilam nossos sonhos, as que nos preparam para os reais desafios, é nas pequenas derrotas que nos tornamos grandes e vitoriosos. Não desista de si, persista, floresça, encante e se encante. Sempre haverá uma nova primavera.
A guerra me ensinou a valorizar o presente porque o amanhã poderia nunca chegar. O que eu não sabia na época era que o amanhã provaria ser menos importante do que o ontem.
Quantas guerras serão necessárias para que tenhamos um pouco de paz? Uma. No final das contas, será preciso apenas uma. Em longas trincheiras rodeadas por egos humanos. Dentro de cada um dos nossos mais diferentes corações.
Os ideais serão algo que se possa alcançar?
Venho manifestando já por vezes minha opinião de que cada povo e até cada indivíduo, em vez de sonhar com falsas “responsabilidades” políticas, devia refletir a fundo sobre a parte de culpa que lhe cabe da guerra e de outras misérias humanas, quer por sua atuação, por sua omissão ou por seus maus costumes; este seria provavelmente o único meio de se evitar a próxima guerra. E por isso, não me perdoam, pois se julgam todos, sem dúvida, inocentes: o Kaiser, os generais, os grandes industriais, os políticos, os jornalistas... nenhum deles tem absolutamente nada de que recriminar-se, ninguém tem culpa alguma! Poder-se-ia até pensar que tudo foi melhor assim para o mundo, embora alguns milhões de mortos estejam embaixo da terra. E saiba, Hermínia, embora esses artigos ignominiosos não me possam atingir, às vezes me entristecem. Dois terços da gente do meu país leem esta espécie de jornal; leem de manhã e à noite coisas escritas neste tom, são trabalhados permanentemente, incitados, açulados; semeia-se neles o descontentamento e a maldade, e a meta final de tudo isto é outra vez a guerra, a próxima guerra, que já está chegando e que sem dúvida alguma será muito mais horrenda do que a última. Tudo isto é claro e simples, qualquer pessoa pode compreendê-lo; com uma hora de meditação todos poderiam chegar ao mesmo resultado. Mas ninguém quer agir assim, ninguém quer evitar a próxima guerra, quer livrar-se nem livrar a seus filhos da morte aos milhares, nem quer parar um instante e pensar voluntariamente. Uma hora de reflexão, um momento de entrar em si mesmo e perguntar a parte de culpa que lhe cabe nesta desordem e na maldade que impera no mundo... mas ninguém quer fazê-lo! E assim tudo continua como estava e a próxima guerra vai-se preparando cada dia que passa, com o auxílio de milhares e milhares de pessoas diligentes. Estas coisas sempre me desesperaram: para mim não existe “pátria”, não existe “ideal” algum. Tudo isto não passa de frases inculcadas por aqueles que preparam a próxima carnificina. Não tem sentido pensar ou escrever algo que seja humano, de nada vale ter boas ideias na mente... são duas ou três pessoas que agem assim em compensação, há milhares de jornais, de revistas, de conferências, reuniões públicas ou secretas que, dia após dia, insistem no contrário e acabarão por alcançá-lo. Hermínia permaneceu ouvindo com interesse.
— Sim — disse em seguida — você tem razão. Naturalmente haverá outra guerra; não é preciso ler nos jornais para saber disto. É certo, embora isso nos entristeça, que o homem, apesar de tudo e de todos, apesar do que possa fazer, o homem tem inevitavelmente de morrer. A luta contra a morte, meu caro Harry, é sempre uma coisa bela, nobre, prodigiosa e digna, da mesma forma que a luta contra a guerra. Mas há de ser sempre uma quixotada sem esperanças.
— Talvez seja verdade — exclamei enérgico — mas com verdades semelhantes a esta de que temos todos de morrer e que, por conseguinte, tudo é igual, é que convertemos a vida em algo monótono e estúpido. Desta forma teremos de renunciar a tudo, ao espírito, às aspirações; teremos de destruir a Humanidade, teremos de permitir que reine o egoísmo e o dinheiro e esperar a próxima guerra com um copo de cerveja à mão.
Estranho foi o olhar que Hermínia me dirigiu; um olhar de regozijo, cheio de ironia e malícia, de compreensão e camaradagem, mas também cheio de arrogância, de consciência e de profunda seriedade.
— Isto não se aplica a você — disse em tom maternal. — Sua vida não será monótona nem estúpida, embora saiba que sua luta é inútil. É muito mais lisonjeiro, Harry, lutar-se por alguma coisa bela e ideal e saber ao mesmo tempo que não se conseguirá alcançá-la. Os ideais serão algo que se possa alcançar? Viveremos para acabar com a morte? Não, vivemos para temê-la e também para amá-la, e precisamente por causa da morte é que nossa vida vez por outra resplandece tão radiosa num breve instante.
(de O Lobo da Estepe)
Não é da luz que precisamos, mas do fogo; não da leve garoa, mas do trovão. Precisamos da tempestade, do redemoinho e do terremoto.
A verdadeira batalha de um guerreiro é a que ele trava consigo mesmo, é de onde advém o crescimento, já que não se evolui com a inércia.
Alma
Prisioneira do corpo, a alma vive em guerra com o carcereiro.
Quando se despreza não se pode fazer a guerra; quando se comanda, quando se vê algo abaixo de si, não há que fazer a guerra.
O general da intervenção disse que o Rio de Janeiro é um laboratório para o Brasil. E nós somos as cobaias?
