Tag guerra
Sempre me considerei uma pessoa conservadora e grande fã da moda antiga.
Mas o mundo retrocedeu demais;
E eu já sinto saudades dos 'bons tempos' do futuro.
O homem utiliza de sua razão, demonstrando a sua irracionalidade: Se forma sem se educar, fala em paz, mas promove discurso com palavras ameaçadoras de guerra, tem como ação a sua plena contradição.
A FLOR AMARELA E A ESPADA
A Flor amarela
Entusiasmada e bela
A Espada cortando
O vento uivando
E uma voz murmurando
Atrás da janela
Pedindo por ela
Pra dar liberdade
A Flor amarela.
A Flor amarela nos traz alegria
A Espada é justiça
Que nos contagia
Matando a sede de quem a queria.
A Flor amarela tem grande poder
A Espada cortante
O guerreiro vibrante
De rosto pintado
Com a Espada na mão
Lutando na guerra
Com a Flor amarela
Fazendo aquarela
Em teu coração.
De Espada em punho
No vento uivante
A Flor positiva
Amarela constante
A Flor e a Espada
Na escuridão
Trazendo alegria
Ao teu coração.
A Flor e a Espada
É ação combinada
Levando esperança
Na longa jornada
Fazendo as pazes
Na guerra armada.
Espada de guerra
É justiça na terra
Cortando o vento
Na mão do guerreiro
A Flor no deserto
A Flor no canteiro
A Espada e a Flor
Espalha energia
Justiça e amor.
A Flor que encanta
É a Flor com espinho
A Flor por um dia
Na lata vazia
Trazendo harmonia
Ao corpo cansado
No barro molhado
Espalhando alegria.
A Flor
A Flor amarela se planta no chão
Rachado ou não
Com água irrigada
Ficando espalhada
Em teu coração.
A Flor mais bela
A Flor encantada é aquela
Que nasce na pedra
Na parte rachada
Mostrando que ela
Além de ser bela
É forte igual à Espada
De ponta afiada
Na mão do guerreiro
Na pedra ou no chão
Sem água ou não
Vencendo as batalhas
Do teu coração.
O poder da Espada
E a beleza da Flor
A Espada ofensiva
A Flor decisiva
Celebram a vida
Com paz e amor.
A Espada na cinta
A Flor no outeiro
O vento cantando
A chuva molhando
O soldado arrastando
O teu companheiro.
A Espada é justiça
A justiça usa a espada
Fazendo injustiça
De forma velada
Sorrindo
Zombando
Com a Espada na mão
A Flor na lapela
Mostrando que ela
Leva-te a prisão.
A Espada malhada
Forjada no fogo do céu
A Flor amarela
Colhida
Vendida
Plantada na pedra
Plantada no chão
Resiste ao ódio
Do teu coração.
A Espada é arma de guerra
No céu e na terra
A Flor amarela
É paz na favela
Colhida no beco
Acolhida na mão
Entregue ao vilão
Entregue ao soldado
Que entra armado
No beco apertado
Deixando um rastro
De sangue no chão.
O homem ainda não aprendeu que a única guerra que há um vitorioso é aquela que luta contra si mesmo, alcançando assim os louros da vitória íntima.
A Resistência da Guerra
Tanques, tropas, militares
Invasão, míssil, bombadeio
Só humanos são tão capazes
"Animais ditos racionais" aniquilando sem freio
O ódio e a cegueira pelo poder
No domínio dos espíritos do mal
Monstros difíceis de conter
Sedentos de sangue e de controle imperial
Destruição, assassinato, separação
A meta cruel não se aloja numa boa alma
A mente vaidosa é atroz nos atos em prol da insana ambição
A arma que busca a vitória, sem dó, sob o alcance da palma
De um lado, de novo, no exercício da estupidez
Um desumano calculista, mercenário e frio
Do outro lado inocentes vítimas da insensatez
Fugindo ou resistindo ao comando bravio
Idosos, jovens, bebês, crianças
Cidadãos guerreiros. Filhos da terra
Sob ações violentas, obrigados à mudanças
Sem escolha nem desejo, enfrentam as consequências da guerra
Como pode, num planeta de natureza tão bela, haver tanta maldade
O Putin é apenas o bárbaro da vez
A vida sempre foi tratada com banalidade
Se atentarmos, no poder, poucos escondem a sua nudez
A alvura da Ucrânia servindo de alerta
Hoje a instabilidade do mundo
Não se limita ao oriente médio e a sua vasta oferta
Costume religioso não é o único pano de fundo
Como ter esperança na paz irrestrita
Se os registros literários vomitam a verdade humana milenar
O horror não poupa nenhuma geração. Ele faz visita
O algoz trajado de bom nem só em ação covarde é possível identificar
Iludida com a espécie humana, a civilização resiste
Sob adestramento, hipnose, alienação ou condicionamento
Vai absorvendo as modernas teorias místicas acreditando que está evoluindo para não ser definitivamente triste
Enquanto o tempo passa trazendo uma nova fornada de nascimento
Porém não é só, o que não é pouco sequer tolerável
A violência bélica dos agressores da guerra maldita
Estupros e sequestros. O nojo é inevitável
Atuam aliciadores e traficantes de gente sofrida
Curem- se, enquanto há tempo, desta doença chamada narcisismo
Ela não é só o ponto de partida das grandes desgraças. Do caos irreversível
No dia a dia, ela desequilibra o organismo
Ela te acorrenta às ilusões desfrutadas diante do inteligível
Ucrânia, ucranianos, Zelensky, liberdade
É urgente o cessar-fogo para a retomada do direito a paz
Nossos olhos e corações não suportam mais tanta ação covarde
A democracia não pode sair de cartaz
Irmãos pelo mundo à fora
Reféns da maldade inclusa no DNA de autoritários selvagens
Simpatizantes das atrocidades de outrora
Que nos envergonham. Que reiteram a certeza de que alma tem variadas roupagens
Acabai políticos com a GUERRA
Se quisessem acabar com tal guerra;
qualquer um de ambos, podia fazê-lo;
bastando em um dos tais, haver querê-lo;
bastando em mais ninguém, querer ver terra.
Se fossem tais a ser assassinados;
a mesma já teria terminado;
quando um por outro fosse assassinado,
dado que os tais são únicos culpados!
Que pena, ser sempre O POVO a pagar;
que pena, ser sempre O POVO a morrer;
que pena, ser sempre O POVO a chorar…
Tanto a, por culpa de AMBOS, sepultar;
tanto a, por culpa de AMBOS, tão sofrer;
tanto a, por culpa de AMBOS, tão matar.
Porque amanhã é dia do PAI, e ambos os sois, parai em homenagem a toda a nossa existência, com esse só vosso bárbaro ACTO POLÍTICO, hoje mesmo e resolvei as vossas quezílias; mas com O POVO, em PAZ!!!
GUERRA INSANA
A guerra foi declarada
De um lado a força desenfreada
Exterminando inocentes
Alegando emboscada.
Do outro lado a resistência
Suportando a guerra armada
Sonhando com a paz
Na guerra não desejada.
Muitos jovens se alistando
Pra defender a pátria amada
De armas não entendem
Mas se jogam de almas lavadas
Se espalhando pelos campos
Com armas empunhadas.
As crianças assistindo
Toda aquela confusão
Teus pais fugindo
Para dar-lhes proteção
Atravessando as fronteiras
Em busca de outro chão.
Enquanto isso acontece
O agressor reaparece
Comendo frutas no salão
Sorrindo ele anuncia
Diante da televisão
Que o ataque continua
Até que haja rendição.
O mundo todo assistindo
De ataduras nas mãos
Pois não pode interferir
Sem que haja retaliação
Nova guerra pode surgir
E exterminar a população.
O agressor enlouquecido
Pode apertar o botão
E lançar bombas de grande destruição
Para a guerra se espalhar
Jogando nação contra nação.
O agressor não é humano
Não tem alma
Nem coração
Deve ser interditado
Tirar de circulação
Resgatando assim a paz
Trazendo mais união.
Para ti, ditador putin!
Por não ser possível, ressuscitares;
Quem andas a MATAR, grande assassino;
Como poderia esse teu destino;
Ficar limpo, a tanta gente matares!?
Como poderíamos consolar;
As MÃES e PAIS, a quem FILHOS mataste;
Com esta vil guerra que provocaste;
E ainda continuas a MATAR!?
Prepara-te SACANA para o pago;
Que irás receber, dado por “teu” POVO;
Como e bem apelidaste, UM tal ser…
Prepara-te, pra sentir, seu SOFRER;
Prepara-te, VELHO, pra um sentir novo;
Idêntico ao causado, em tanto estrago!!!
Políticos da NOSSA Terra, após já quase uma mês de GUERRA, continuam a aplaudir zelensky de pé... mas porquê?!?
Andam parlamentares, desta Terra;
A aplaudir de pé, FRACO presidente;
Que não se importa com a dele GENTE;
Mas tão só com poleiro, e daí, GUERRA!
Andam esses políticos, palermas;
A alimentarem, tal continuar;
De um poleiro, com tal salvaguardar;
Que não vê O POVO, a MORRER pelas bermas!!!
Por ficarem escondidos a ver;
A TANTO POVO, a ser assassinado!!!
Aplaudem tais, de pé, esse animal…
Cuja terceira guerra mundial;
Que VIVO, deixaria, a pouco achado;
Sequer em tal, tem qualquer precaver!!!
Aplaudam, é quem pela PAZ, tão luta;
Aplaudam, é quem pela PAZ, labuta;
Aplaudam, é só quem, a PAZ disputa.
Com uma indescritível mágoa, desses políticos hipócritas, que só se preocupam com os deles, políticos poleiros; digo:
- Põe fim e esta GUERRA zé, pois só pela via da PAZ, alcançarás, agora já não uma victoria mas pelo menos; uma Ucrânia não totalmente destruída!
Por vezes/SEMPRE, e em nome da VIDA, é mais importante perdermos a razão que tão temos, do que perdermos a MESMA.
A guerra perdida.
Do que você morreu, perguntou um soldado ao outro.
Morri alvejado pelo inimigo.
Mas quem era seu inimigo?
Não faço ideia. Nem ao menos sei que guerra eu combatia?
Mas como você poderia estar em uma guerra e não saber qual era ela, ou quem era seu inimigo?
Foi assim: Eu não a comecei e nem ao menos percebi ela chegando, também não concordei com ela ou entendi as razões, eu não sabia porque aqueles que antes eu chamava de vizinhos se tornaram inimigos e tão pouco estava preparado para me virar contra eles.
Então, porque morreu nela?
Porque do mundo de onde venho, os fortes ainda decidem quem vive e quem morre ao invés de ampara-los.
Os poderosos ainda brigam pela razão e os líderes ainda agem como ditadores. Desse mundo de onde venho eu simplesmente não tinha nenhuma escolha.
Mas e quanto a você, morreu de que afinal?
Morri da mesma guerra que você, porém, eu padeci da falta de empatia, da falta de amor, da falta de respeito e da falta de carinho que um dia deram início a ela. Padeci dos frutos resultantes justamente das escolhas que fizeram por você.
Lamento muito ouvir isso. E a propósito, eu me chamo Inocência e você?
Eu me chamo Esperança.
Odilon dos Reis
Às vezes, um sorriso no rosto e uma tristeza no coração ... Às vezes, uma guerra exterior mas por dentro aquela paz...Às vezes, nos sentimos sozinhos em meio a multidão... Às vezes um até logo quer dizer até nunca mais... Às vezes tudo; Às vezes nada... Às vezes ninguém passa pela mesma estrada que a gente, então sonhadores e mudos seguimos em frente... Às vezes pronto;mas indeciso. Às vezes forte; mas impreciso. Às vezes perdido; mas no caminho. Às vezes sangue... Às vezes vinho... Às vezes flores... Às vezes espinhos...
A guerra é um combate entre representantes distintos que nem sempre concordam com a vontade dos seus representados.
...Às vezes, um sorriso no rosto e uma tristeza no coração ... Às vezes, uma guerra exterior mas por dentro aquela paz...Às vezes, nos sentimos sozinhos em meio a multidão... Às vezes um até logo quer dizer até nunca mais...
Homens sem coração
Senhores da guerra e da
Destruição
Da morte
E da desilusão
O que ganharão?
Maldade e maldição
A guerra é o terror
O inferno
A perseguição
Mas por que tantos nela estão?
Não vêem que nela não há solução
São cegos pela percepção
De que com ela chegarão
À vitória da acumulação
Daquilo que não levarão.
Esta actual GUERRA na NOSSA Ucrânia...
Por ser, só política decisão;
demonstra a todo O POVO, em nossa Terra;
que esse agir, a que damos nome: GUERRA,
é prova de em tais, tão FRACA visão!
É prova, que pra eles o vil poleiro;
mais importa, que a dos tais POVO, VIDA!
importa, pois, é não verem perdida;
tal MAMAR, que em tal têm, tanto certeiro.
Daí, estarmos agora a assistir;
ao massacrar de um POVO, por tirano;
tal como, a um assistir, de um pobre actor…
Pois, caso assim não fora, o “benfeitor”;
veria em qualquer vencer, mero engano…
veria O em pela PAZ, bom desistir!
Mais vale, um país, não ser destruído;
Mais vale, a VIDA, de um POVO em tal tido;
Mais vale, pois, que em tais, POLEIRO havido!!!
A força de expressão positivista é uma força nata aos homens. Expressa quando a realidade é nua e crua! Quantas guerras interior, a vida nos reserva. Soldados que sobrevivem, almejam as montanhas com seus picos reluzentes a luz do sol. A paz, tão sonhada é gerada nos campos de batalha.
As vezes me pego a pensar que estou tão certo em insistir no erro, que me perco, fico sem direção, sem saber qual caminho seguir. Percebo que sou uma criança, que cresceu e agora tem crianças, apenas visto minha armadura e endureço meu coração, para aguentar mais uma porrada que sei que a vida vai me dar nessa guerra incessante.
