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O Senhor da Guerra
Acastelado em seus palácios
O senhor da guerra decide invadir e conquistar
E não se importa com o órfão abandonado
E não se importa com a viúva do soldado
Na segurança de seus palácios
O senhor da guerra ordena destruir e atirar
E não se importa com o sangue derramado
E não se importa com o menino mutilado
E quem vai ouvir o clamor do inocente?
Quem vai se levantar contra esta guerra?
Quem vai cuidar de toda essa gente?
E reconstruir de novo essa terra?
Quem se colocará como instrumento do Senhor
Pra restituir a justiça e a verdade?
Quem ouvirá esse imenso clamor
Que sobe aos Céus, e clama por piedade?
PAZ é garantir que todas as pessoas tenham moradia, comida, roupa, educação, saúde, amor, compreensão, ou seja, tenham qualidade de vida.
PAZ é buscar a serenidade dentro da gente para viver com alegria os bons momentos, ter força e boas idéias para enfrentar os problemas e resolver as dificuldades. Isso tudo sem precisar criar uma GUERRA.
Se não acabarmos com a guerra, a guerra vai acabar conosco.
A história ensina, talvez, pouquíssimas lições claras. Mas certamente uma dessas lições aprendidas pelo mundo com grande custo é que a agressão sem oposição se torna uma doença contagiosa.
A guerra faz esse milagre: ela transforma as inimizades internas em amizade.
Política e guerra são a mesma coisa. A guerra é a política quando feita com o uso das armas.
A maneira de ganhar uma guerra atômica é garantir que ela nunca comece.
Na guerra, qualquer lado pode se declarar vencedor. Não há vencedores, todos são perdedores.
Os homens não encontram nenhum obstáculo para começar uma guerra, mas quando se trata de paz, surgem diversos obstáculos.
A guerra só acontece quando ninguém cede e ambas as partes continuam insistindo da presunção de que individualmente, se tem a indiscutível razão.
Declarar guerra é autêntica manifestação de fracasso; a inabilidade do diálogo conduz as grandes potências às trincheiras da desumanidade; morte de crianças, pessoas idosas, vítimas inocentes, tudo isso constitui-se em grave violação dos direitos humanos.
Guerra...
Estamos em guerra guerreir@s!
Antes de explanar o que penso, toda a minha solidariedade aos povos que estão sofrendo com a guerra recentemente.
Os noticiários nos sinaliza a todo o instante os horrores, as intenções, os interesses de ambos os lados.
Quem esta certo?
Qualquer resposta já gera um conflito ou até mesmo um lixamento digital nas redes sociais.
O que penso sobre guerra!
Alguém pode até me questionar, você nunca participou de uma guerra para opinar.
Sim, não participei de uma guerra declarada que gera muitos traumas irreparáveis, mas desde o nascimento já estamos experimentando os reflexos de uma guerra invisível.
Guerras dentro dos lares, produzindo traumas na infância, conflitos interiores, bloqueios difíceis de romper.
Guerras de ego, cada um querendo impor os seus interesses acima de todos, não se importando com o que o outro pensa.
O que falar das guerras espirituais?
Somos atingido em todo o tempo por um inimigo invisível, na maioria das vezes nem sabemos de onde vem os dardos inflamados do maligno.
Nossa mente é bombardeada a cada instante por pensamentos negativos, se não tivermos mecanismo de defesa estruturado, tudo desmorona em segundos.
Estamos em guerra!
O que falar da maldade do ser humano que ativa toda a sorte de mal contra o próximo?
O que fazer?
Há papéis na guerra que precisa ser apropriado por nós. O papel de pacificador, de diplomata, de acolhedor, de conselheiro.
Com o exercício destes papéis, amenizamos um pouco o sofrimento pessoal e coletivo dos combatentes desta guerra invisível que destroça todos os sonhos.
Pensem nisso guerreir@s!
Bora combater o bom combate!
Não abaixe a sua guarda, use as suas armas com amor e inteligência para que possa entender o seu papel nesta guerra.
A guerra é feita por adultos
E só para adultos
Mas a dor e o sofrimento
é refletida no olhar das crianças.
Somente um homem inteligente encontraria uma maneira de evitar uma guerra... só haverá paz no mundo quando todos os corações se encontrarem!
