Tag fotografia

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Fotografar é materializar lembranças.

O dom de fotografar permite eternizar lembranças especiais e compartilhá-las em forma de imagens.

Não é apenas o equipamento que te faz um excelente fotógrafo, mas também os sentimentos, as inspirações e as emoções.

"A arte de congelar momentos é feita sempre com a boca em silêncio e o coração emocionado".

ontem a noite estava a passear com a minha maquina fotográfica na calma noite da cidade. ouvi a alguma distancia uma musica ao tom do calmo vento que fazia e pus-me a pensar na possibilidade do som, a sua velocidade até mim, fotografei tempo e as ondas do som, ficou o momento e o som continuou nas suas ondas, eu continuei a andar. vi duas passarinhas a andarem abraçadas com asas no ar, mas com indícios de já terem habituados ao mundo dos homens, eles ao me virem choraram, por terem sentido os sentimentos. fotografei o choro. alguma coisa daquele momento tinha a ver comigo. ao lavar a foto descobri a mesma doença. sofríamos da doença de saudade e do mal da distancia de casa.

Fotografia é muito mais que um click, é sentir as pessoas !

O fotógrafo tem alma de poeta, e escreve com luz
o sentimento que sua alma desperta.

NÃO QUERO SER APENAS MAIS UMA FOTÓGRAFA
Não quero ser apenas mais um fotógrafa clicando o supérfluo das pessoas; que querem de alguma forma mostrar o seu lado exterior, muitas vezes para suprir o vazio interior.
Gosto de fotografar a essência, a individualidade e a arte que cada um carrega dentre de si.
Não quero registrar artificiais sorrisos estampados em um rosto que paralisa diante de uma câmera. Gosto de registrar o movimento, a naturalidade, o espontâneo.
Para mim, fotografar a natureza, os animais, a música, o abstrato, os sonhos das pessoas é minha grande realização; É FOTO COM ARTE.

Ser fotógrafo não é apenas saber usar bem uma máquina fotográfica! Pra mim, ser fotógrafo é sentir o momento certo de cada click, é ser ousado no olhar e enxergar ângulos onde poucos veem, mesmo se estiverem ao seu lado... Ser fotógrafo é viver com intensidade o seu momento e interagir com seu cliente ao mesmo tempo!

Não use apenas uma câmera, seja fotógrafo!

. "Ultimamente as pessoas querem parecer verdade em fotos, mas numa vida de mentira."

Paisagens em movimento

Quando vocês estiverem lendo isto aqui, estarei viajando. E estarei bem porque estarei viajando. Vem de longe essa sensação. Não apenas desde a infância, viagens de carro para a fronteira com a Argentina, muitas vezes atolando noite adentro, puxados por carro de boi, ou em trem Maria Fumaça, longuíssima viagem até Porto Alegre, com baldeação em Santa Maria da Boca do Monte. Outro dia, seguindo informações vagas de parentes, remexendo em livros de História, descobri que um de meus antepassados foi Cristóvão Pereira de Abreu, tropeiro solitário que abriu caminho pela primeira vez entre o Rio Grande do Sul e Sorocaba, imagino que talvez lá pelo século XVII ou XVIII. Deve estar no sangue, portanto, no DNA. Como afirmam que “quem herda aos seus não rouba”, está tudo certo e é assim que é e assim que sou.
Pois adoro viajar. Quem sabe porque o transitório que é a vida, em viagem deixa de ser metáfora e passa a ser real? Para mim, nada mais vivo do que ver o povo e paisagem passar e passar além de uma janela em movimento. Talvez trouxe esta mania dos trens (janela de trem é a melhor que existe), carros e ônibus da infância, porque mesmo em avião hoje em dia, só viajo na janela. Quem já viu de cima Paris, o Rio de Janeiro ou a antiga Berlim do muro sabe que vale a pena.
Topo qualquer negócio por uma viagem. Quando mais jovem, cheguei a fazer mais de uma vez São Paulo-Salvador de ônibus (na altura de Jequié você entende o sentido da palavra exaustão), há três anos naveguei São Luís do Maranhão-Alcântara num barquinho saltitante (na maré baixa, você caminha quilômetros pelo manguezal), e exatamente um ano atrás, já bastante bombardeado, encarei Paris-Lisboa de ônibus, e logo depois Paris-Oslo de ônibus também. Não por economia, a diferença de avião é mínima — mas por pura paixão pela janela. Sábia paixão. Não fosse isso, jamais teria comprado aquela f i ta de Nina Hagen numa lanchonete de beira de estrada nos Países Bascos (tristes e feios) à margem dos Pireneus, ou visto a cidadezinha onde nasceu Ingrid Bergman, num vale belíssimo na fronteira da Suécia com a Noruega.

Para suportar tais fadigas, é preciso não só gostar de viajar, mas principalmente de ver. Para um verdadeiro apaixonado pelo ver, não há necessidade sequer de fotografar, vídeo então seria ridículo. Quando não se tem a voracidade de registrar o que se vê, vê-se mais e melhor, sem ânsia de guardar, mostrar ou contar o visto. Vê-se solitária e talvez inutilmente, para dentro, secretamente, pois ninguém poderá provar jamais que viu mesmo. Além do mais a memória filtra e enfeita as coisas. Até hoje não sei se aquela Ciudad Rodrigo que vi pela janela do ônibus, envolta em névoas no alto de uma colina no norte da Espanha, seria mesmo real ou metade efeito de um Lexotan dado por meu amigo Gianni Crotti em Lisboa. Cá entre nós, nem preciso saber.

Mando esta da estrada, ando com o pé que é um leque outra vez. Lembro um velho poema de Manuel Bandeira — “café com pão/ café com pão” — recriando a sonoridade dos trens de antigamente. Pois aqui nesta janela, além dela, passa boi, passa boiada, passa cascata, matagal, vilarejo e tudo mais que compõe a paisagem das coisas viventes, embora passe também cemitério e fome. Coisas belas, coisas feias: o bom é que passam, passam, passam. Deixa passar.
Caio Fernando Abreu, in Pequenas epifanias

Fotógrafos são cleptomaníacos irrecuperáveis que sempre atacam a mesma vítima: o tempo!

Minha paixão pela fotografia está em poder eternizar um momento de emoção, que por si só, passam várias informações e sensações.

Acredite no que os teus olhos presenciam e fotografe para
que não entre a duvida.

Você percebe que está distante da família quando vê as fotos na câmera da sua mãe e percebe tristemente seus selfies e autorretratos.

Em casa de fotógrafo, o aquivo é digital

Devíamos fazer mais fotos, quando estamos felizes, assim quando se está triste tira ela do bolso e recorda o momento feliz e sorri.
Val francis

O bom fotógrafo controla seus medos.

Apenas botânicos e fotógrafos de natureza realmente sabem por que não existiriam as folhas se não existisse a luz.

Fotógrafos são colecionadores de coisas que não podemos possuir.

Eu sou o que você vê. Mas não em fotografias pois elas apenas representam uma realidade que criamos no momento do clique.

Como fazer arte sem se basear nas essências do coração ?

Fotos excepcionais não são apenas clicks, mas, muito estudo e olhar aguçado, fotografia é emoção, é contar uma história.

Fotografias sempre foram capturas de instantes, mas estão longe de ser a vida como ela é. Por trás da imagem paralisada está a vida em movimento.
Diversas tribos indígenas temiam a imagem capturada, pois achavam que sua alma ficaria presa naquele papel. Hoje, o "fake" surge da confusão entre o momento estático e o tempo que flui. Há quem segue o movimento e quem vive fixado no ilusionismo da captura. O que antes parecia ingenuidade nos índios se tornou realidade: para onde olho vejo almas presas em fotografias enquanto suas vidas passam. A imagem deixou de ser lembrança para o futuro e passou a ser a essência do momento.

O fotógrafo vê magia onde para a maioria passa por despercebido, o bom fotógrafo registra a magia e estampa a maravilha para os despercebidos!