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Estou muito cansado, com a mente super saturada de tantas responsabilidades e compromissos. No entanto, não posso ainda parar de escalar o topo da montanha, sei o quanto lá do alto uma mensagem falada com força pode libertar centenas de escravos.
Libertei mil escravos e teria libertado outros mil se esses soubessem que eram escravos.
FILÓSOFO NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA
Os objetos e as coisas existentes se tornaram submissos ao homem e se tornam uma verdade imposta. Agora, a pergunta é: se eu tocar ou revirar esse objeto ou a verdade das coisas, elas permanecem intactas ou se abalam?
Crie linhas de investigação. Tudo é nada.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Uma vez fui perguntado por uma moça;
— Quais são os únicos dias da vida em que nada pode ser feito?
Pensei com calma, olhei para ela e respondi;
— O ontem, pois tenho a nítida certeza que já passou, e o amanhã, porque talvez não chegue.
Eu não posso entender que o amor seja penas um discurso de canções e poesias que não mudem a dor de ninguém.
Nossa meta é chegar a onde queremos. Mas não depende somente de vc ou de mim. Depende mais do tempo do que de nós.
Quem somos nós?
O ser humano por séculos tenta responder a esta pergunta.
A resposta é que nós somos tudo e ao mesmo tempo somos nada.
Somos tudo dentro de nossa consciência, dentro de nós mesmos.
Somos nada, pois todo nosso ser um dia morre e é esquecido pelo tempo.
"Filósofo é aquele que pensa; não aquele que pensa que sabe pensar. É assim que eu penso, logo só sei que nada sei."
Quando não há mais terra, há o mar para nos fazer refletir: Se paramos de caminhar para dizer que não vamos conseguir ou para respiramos fundo e começamos a nadar. #DiaDoFilósofo
Por perguntar mais que encontrar respostas prontas e acabadas, me considero um filósofo em potencial.
Basta fechar seus olhos para desaparecer em si mesmo, uma linha tênue a ser traçada entre o mundo dos sonhos e da realidade. É fácil se entregar ao sofrimento, quando as feridas abertas expõem a nossa vã inocência. É árduo saber que metade da sua luz se apaga, quando a frágil arte da existência significa persistir. É incômodo se calar e sentir saudade de discutir com alguém, quando você sofre por não sofrer. A minha mente não é minha. O corpo cansa e a alma diz chega. Sou como um filósofo maldito que sabe muito sobre absolutamente nada. O tudo não é nada e o nada significa tudo. Olhos são uma vidraça para teorias que caem sobre pensamentos limitados e mentiras são histórias clichês de atitudes patéticas. Julgamos sem conhecer uma dor e almejamos o que não é nosso. E no final das contas, somos apenas cegos que guiam uns aos outros.
Deixe que a educação seja seu berço, sua infância e sua juventude e logo você poderá viver um futuro. Deixe que ela te ensine e você aprenderá cada vez mais, esteja com o saber onde você for, e acompanhe o conhecimento pela vida toda. Deixe a educação entra em sua vida, como o amor entra em seu coração.
Peguei uma agulha, e coloquei ela no meio do universo, depois tentei observar de longe, você não consegui mais ver ela, mas você sabe que á colocou lá, pois mais que seja pouca a sua chance de vencer não desacredite, mesmo você não vendo mais ela existe está ali, basta você buscar e se esforçar que você vai conseguir, acredite em você, você e maior que sua chance por isso faça com que sua chance ultrapasse você.
João Sem-Braço
Não nasci para cálculos. Não meço palavras, perco os sentidos e os centímetros, avalie os sentimentos. Para os fardos da atualidade e a busca incessante do ser, a reciprocidade não anda de vento em poupa. Pasmem! O cenário frio e calculista dos tempos modernos é retrógrado e vago. É veemente o traço da fugacidade encontrado nas projeções de vida e sua conjuntura folclórica. O romance foi assassinado. Na prática, a luta entre os sexos, é vista burlando a boa-fé da espontaneidade. E o que se assemelha a um personagem poético, é dotado de uma inocente ingenuidade. “Sabe de nada inocente”. Porque nada disso é verdade! Tudo é calculado. A aptidão para os números é multiplicada pelos corpos, subtraída pelo vácuo e somada ao descaso. Desejam praticar o desapego, apegados ao passageiro. Olha o passeio! Dar as mãos é coisa do passado, estão passando é a mão mesmo. A flor da pele fica os nervos com a falta de senso, raros são os arrepios em meio aos poros sufocados de desdém. Os beijos efusivos tornaram-se tentativas do chamado “forçar a barra”. Parece que as pessoas hoje em dia são maquetistas deste cenário onde o dissabor acarreta uma aptidão para esquivar-se do romance. A frase clichê “quer romance, compra um livro”, virou música popular complementada pelo filósofo Mr. Catra “quer fidelidade compre um cachorro e quer amor volta pra casa da mamãe”. A tendência é esta! Os espertinhos (as) de plantão implantaram nas mentes estéreis a ideia de poder como meta sem baldrame para conquista. Nada se ganha sem o devido mérito. “Bonito isso, né? Eu li num livro”.
