Tag feliz
Por esperança você que me diz, pois eu sempre quis, uma flor de lis, para ser mais feliz, como brincar no chão de giz, pera,uva,maçã, salada mista e anis.
Vivemos em uma sociedade acelerada e transparente, sendo assim a notoriedade pela bondade e pelas virtudes e o esquecimento pelos vícios e egoísmos, já se tornam claro e objetivo, diante de todos, desde dos primeiros verdadeiros ou manipuladores movimentos.
Vivo, luto e falo muito mais pelas necessárias mudanças para a construção paulatina de uma nova sociedade mais justa em vida e em felicidade do que pela tosca, incorreta e pequena vaidade da titularidade de um mudo órfão pensamento.
A culpa petrifica mas a responsabilidade mobiliza a se reparar o erro. A culpa pode ser considerada uma auto-condenação sem perdão que justifica e muitas vezes reafirma que não existe nada mais a fazer mas enquanto não nos movimentarmos para amenizar o erro, não haverá diminuição da pena e muito menos absorvição. O inferno começa em vida para todo aquele que erra e não reconhece a culpa.
Acredito na plena capacidade renovadora da sociedade, mesmo que só diante da dor. Pois não há mudanças, em tempos felizes.
Solidão não é doença e sim um estado de espirito mas ficar com alguém sem sentimento bastante para sentir se acompanhado, isto sim é um tipo de desiquilíbrio comportamental, emocional, social e psicológico.
Revelo um antigo segredo, toda felicidade é o resultado de todo esforço que fazemos para contribuir com o bom e para o bem. A ausência da fé na vida e nas suas dadivosas respostas, e sem o mínimo de esforço na direção certa, gera como respostas os recalques, as frustrações e as depressões.
Cada um trás consigo sua parcela de mérito e de culpa, sem desculpas, perante sua própria felicidade.
Eu luto por que acredito que a sociedade civil cidadã deve ser co-participe da governança paralelamente com o poder publico em todas as esferas.
Comi a torta mesmo não gostando tanto de chocolate, estourei as bolas coloridas que estavam espalhadas pela casa, congelei o camarão, com o pão fiz torradas, peguei a champanhe francesa que comprei a credito e coloquei num despacho contra os egoísmos do mundo. E fui dormir, pois a aniversariante que marcou as oito, não apareceu e nem se justificou, pois esqueceu de nos, muito mais dela e de mim.
Que cada um seja sempre um amoroso pai e mãe atentos, misericordiosos e constantes para sua conquista da sublime paz interior.
A cada dia que saio pela vida, gosto de me sentir menos. Menos errante, menos importante, menos vaidoso, menos letrado, menos isolado, menos tristonho, espalhando sorrisos de alegria sem temores. A minha liberdade constitui em ser mais uma das incontáveis criaturas bem mais importantes do que eu que habitam este universo neste momento.
Envergonha me por tudo que a cultura contemporânea ainda tem de preconceituosa, cativa, mesquinha e ignorante.
