Tag feliz
Estar feliz é agir como se somente você
fosse o responsável pelo
seu destino.
É fazer do seu destino
uma caminhada agradável
para você e para quem está próximo de você.
É amar a si para poder
ser capaz de amar o próximo
e consequentemente ser amado.
Estar feliz é uma oportunidade dentre as inumeras adverdidades que a vida nos impõe, portanto, temos que saber controlar os nossos impulsos para não exigir além do que podemos conseguir.
O homem pode viver e ter felicidade sozinho? ...ou essa pergunta, na sua essência, já nega o que entendemos por estar feliz ser uma questão do hábito de como conduzimos nossas vidas?
O estar feliz é uma tênue linha fadada ao rompimento, portanto, sábio é aquele que consegue ver as oportunidades de prolongar a chegada do inevitável.
Acredito que o ignorante tem mais possibilidade de usufruir de maiores oportunidades de estar feliz, pois a sua falta da luz do conhecimento, não o deixa ver para além da sombras que a vida lhe projeta, como os loucos, se comparado aos primeiros, suas oportunidades são ainda maiores, pois além de não olharem para essas sombras, eles não regidos por qualquer tipo de padrão social, pois vivem conforme suas ideias.
Na ansiedade da busca de ser feliz, esquecemos que somos um constante vir a ser, logo nunca seremos, assim, estabelece o paradoxo da ideia do ser, que nos coloca como completo, contrariando a nossa incompletude.
Acredito que o segredo
de uma vida feliz
é aprender viver desprendido do desejo,
pois quando se deseja,
a satisfação do mesmo
é o estímulo para um novo desejo,
sempre superior ao conquistado.
Estar feliz é ter suas necessidades básicas satisfeitas e sentir o prazer da conquista de algo que almejou.
Não uma fórmula ou conjunto de procedimentos padronizadas que possa nos conduzir a uma vida feliz, pois o estar feliz é relativo e efêmero como o próprio ser da felicidade.
O sentido do estar feliz, pode não está para onde estamos indo, mas nos diversos lugares onde passamos e ainda iremos passar.
Não acredite que alguém possa ensiná-lo a ser feliz, pois se isso fosse possível, você não seria você, mas ele próprio.
A felicidade numa visão histórico-crítica é relativa, não absoluta, logo, não é algo que pode ser conquistado e sim vivido, portanto, há um erro quando se diz: "eu sou feliz".
Se a ausência de felicidade pode estar associada a insaciável fonte de desejos que nos caracteriza, quanto ser humano, então, o louco é o único ser que pode ter uma vida feliz, porque seus desejos não ultrapassam ao realizável, pois tudo que deseja é o que está ao alcance do seu olhar.
Quando demando parte de minha vida, procurando por felicidade, eu nego a minha oportunidade de estar feliz em diversos momentos que vivi.
Na afirmação: "Eu sou feliz", trás uma ideia de consumação, que não é verdade, pois somos seres por vir, ou de conformismo que é a negação da nossa condição natural de estar sempre mudando, portanto, ninguém se reduz a um ser feliz.
Dizer que é feliz,
é negar a característica humana
de estar em constante mudança
e que o seu estado de espírito
é influenciado pelo o seu eu e
pelo que acontece com os que
você ama.
O estar feliz depende mais de você mesmo do que uma conquista, ou de um lugar, de um presente, de uma pessoa especial, pois antes que algo de fora do seu ser, possa lhe ocasionar algum tipo de satisfação ou emoção, você precisa está bem consigo mesmo, precisa enxergar e valorizar o que já tem ao seu redor.
Viver feliz não é ter o que mostrar,
pois nem sempre o que se mostra
é o que se vive, por isso,
viva o que se mostra para você.
Estar rodeado de pessoas
não assegura que uma pessoa esteja feliz,
porque a verdadeira felicidade
só é percebida no silêncio da solidão.
A verdadeira felicidade é aquela cujo o sorriso brota do coração e não dá necessidade de mostrar que está feliz.
