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Preconceito não é mimimi
Ainda existe o preconceito em nossa sociedade, pessoas que desfazem umas das outras pela cor, pela forma de vestir, pelo cabelo, pela religião, pela cultura, pela arte.
Não podemos encarar isso como mimimi, principalmente quando sabemos que muita gente vem sendo descriminada devido ao preconceito, marginalizada e até mesmo assassinada. Colocar isso como vitimismo é fazer descaso da situação alheia, até que ela atinja-o.
Se artistas, pessoas famosas vem sendo atacadas por pessoas preconceituosas, que o taxam de macaco, e várias outras denominações, imagina quem é de menos condições de vida, que é visto muitas das vezes como marginal.
E todos os dias batem, prendem e matam negros na favela, e a gente vê um país onde a maioria das pessoas que se encontram presas e que são assassinadas são negras, o mesmo ocorre nos Estados Unidos e muitos outros países.
Estava vendo uma aprovação de uma lei que vai contra o genocídio de jovens e mulheres negras, o número de genocídio de jovens e mulheres negras no Brasil é muito grande. O caso é sério, não é brincadeira, e quem sofre com isso é a vítima, a quem muitos dizem que vem se fazendo de vitimista, claro, todo opressor quer se mostrar a cima da vítima.
To escrevendo o que preciso pra começar o novo ano em paz. Você é a primeira na lista de coisas que quero. E na de que não quero, também.
Uma história não deve ser apressada, tem-se de compor devagarinho, é que nem bordado, deve obedecer a um risco.
Poetas são anarquistas, mas ainda possuem uma regra para viver. É expressamente proibido; desenlouquecer.
.. mas eu sou teimoso - e burro!
É claro que eu conheci alguém melhor que você, mas não é isso o que eu quero, eu quero igual.
Nenhum preço é alto demais quando se paga pelo privilégio de ser dono do próprio nariz.
Nota: A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Friedrich Nietzsche. Na verdade, pertence ao escritor britânico Rudyard Kipling, e foi dito em uma entrevista para a "Reader's Digest", conduzida por Arthur Gordon. A entrevista foi republicada em 1967 com o título Six Hours with Rudyard Kipling.
...MaisE pensar que eu já fiz o caminho mais longo só pra passar perto de você. Agora tenho andado muito menos.
Ao contrário dos líderes políticos, que fazem muito barulho mas raramente modificam alguma coisa de substantivo, o escritor, se quiser, tem o privilégio de ser um dinamitador discreto, que derruba muitos prédios em torno sem que ninguém ouça a explosão.
É, eu tava lá. Fingi que não te vi e você fingiu que não me viu. Pelo menos em fingir nós dois concordamos.
Um dia o povo será pelo povo
Um país em crise
Pessoas sendo
Desempregadas,
Alimentos sendo
Vendido em um valor
Elevado.
No meio da miséria
Instalaram
As olimpíadas
Para a felicidade
Dos que nada tem,
Para enganar
A sociedade.
A corrupção, todos,
Todos já sabem,
Mas continuam
Acreditando no governo.
Nos jornais dar para ver
A violência, o Brasil
Sangra, o mundo sangra
Desvalorizam a instrução pública,
Eles não ligam pra gente
A sociedade sente na pele
A miséria, a desgraça,
A dor, a sociedade sente
E cala, nada fala.
Este é o meu país,
Este é o mundo.
E tudo avança
Querem que trabalhemos
Até morrer, temos
De produzir, produzir.
Produzir até a morte,
Temos de trabalhar
Para o estado,
Temos de pagar imposto,
Temos de sustentar o governo,
Temos de sustentar na pele
A opressão e nada
Podemos falar...
A polícia cala a nossa boca,
Recebemos as ordens do estado,
As redes de televisão,
As emissoras de rádio, por sua vez
Aliena o povo, e o povo
Se conforma.
O povo pode dar a voz,
Principalmente os que sabem
Que não tem nada a perder.
Um dia o povo vai vencer.
E o povo será pelo povo.Um país em crise
Pessoas sendo
Desempregadas,
Alimentos sendo
Vendido em um valor
Elevado.
No meio da miséria
Instalaram
As olimpíadas
Para a felicidade
Dos que nada tem,
Para enganar
A sociedade.
A corrupção, todos,
Todos já sabem,
Mas continuam
Acreditando no governo.
Nos jornais dar para ver
A violência, o Brasil
Sangra, o mundo sangra
Desvalorizam a instrução pública,
Eles não ligam pra gente
A sociedade sente na pele
A miséria, a desgraça,
A dor, a sociedade sente
E cala, nada fala.
Este é o meu país,
Este é o mundo.
E tudo avança
Querem que trabalhemos
Até morrer, temos
De produzir, produzir.
Produzir até a morte,
Temos de trabalhar
Para o estado,
Temos de pagar imposto,
Temos de sustentar o governo,
Temos de sustentar na pele
A opressão e nada
Podemos falar...
A polícia cala a nossa boca,
Recebemos as ordens do estado,
As redes de televisão,
As emissoras de rádio, por sua vez
Aliena o povo, e o povo
Se conforma.
O povo pode dar a voz,
Principalmente os que sabem
Que não tem nada a perder.
Um dia o povo vai vencer.
E o povo será pelo povo.
O poeta e o povo
E os poetas, os poetas
Necessitam falar,
Tirar tudo o que esta preso por dentro,
Sem medo, tem de falar
Para o povo, muito mais
Do que sente.
O poeta não pode calar,
Diante ao sistema,
Diante a tudo o que se passa,
Diante a opressão,
Diante ao massacre social.
O poeta tem de falar
O poeta tem de escrever,
Nada pode calar a boca do poeta,
O poeta tem de ser livre,
Tem de romper barreiras.
O poeta tem de respirar
E se o ar esta poluído
Buscar uma forma de falar
Se a água está poluída
Buscar uma forma de falar,
Se estão matando a natureza
Buscar uma forma de falar,
A sociedade precisa saber,
Que estão destruíndo
O que há de mais precioso,
A natureza.
Se querem cortar os direitos
Trabalhistas, o poeta tem de falar
Se o povo não tem como
Se sustentar, o preço
Dos alimentos estão auto
O poeta tem de falar,
Levantar o povo
E juntos protestar,
O poeta não pode morrer,
O poeta tem de sobreviver
O poeta tem de buscar,
O poeta, o poeta tem que
Ir além da poesia,
O poeta tem que ter ousadia
O poeta pertence ao povo.
E se eu acordo amanhã, tomo um café e não penso em você o dia inteiro? Esquecer alguém deve ser assim; sem perceber, depois de um café.
Seja o escritor da sua vida. Não deixe que o escrevam por
você. Pode-se perder histórias fantásticas para contar.
Paixão boa é aquela pela garota que eu vi no metrô; desceu na primeira estação, sem perigo de entrar na minha vida.
