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Os professores ateus no Ocidente estão a educar uma geração mais jovem num espírito de ódio à sua própria sociedade.
É a educação que transforma pigmeus em gigantes, dá aos homens força para enfrentar os mais sérios obstáculos.
Não existem pessoas mais ou menos inteligentes, mas sim conhecimentos ainda não acessados e habilidades não desenvolvidas, o que difere as pessoas umas das outras é a vontade de buscar o que lhes falta.
Quem não respeita os contrários, deve ficar mudo com a própria opinião e surdo para opinião dos outros.
A vida homenageia a todo professor, a cada dia, uma nova página. É nossa cotidiana responsabilidade o que nela se escrever.
Ou não devemos fazer filhos, ou devemos ir juntos até o fim, criando-os e educando-os!
Em nome de uma suposta igualdade de direitos, pobreza e falta de educação são rotineiramente confundidas, como se não aceitar o convívio com gente mal educada fosse o mesmo que rejeitar os mais pobres. Existe tanto gente humilde preparada para o convívio quanto as de posses que armam barraco, e vice-versa. Grosseria é grosseria, venha de onde vier! Daí que condenar a do rico porque é rico, e impor aceitar-se a do pobre porque é pobre, será sempre preconceito em ambos os casos.
Ideologicamente não duvido de que passaríamos muito melhor sem as religiões. Nenhum de seus maiores líderes fundou igrejas. Mas também reconheço que, para muitos que não conseguem andar com as próprias pernas, as muletas ainda são importantes, ainda precisam que alguém lhes dite o que fazer, já que não conseguem pensar por si mesmos. E é no meio desse medo todo de enfrentar suas verdades que os "fazedores de cabeças" encontram espaço para se multiplicar e encher os bolsos em cima da miséria e da boa fé humanas.
"O maior investimento educional que os pais podem fazer para os seus filhos é levá-los na Escola Bíblica na igreja".
Anderson Silva
Se não gostamos de alguém o tratamento é pela educação. Quando amamos muito uma pessoa além da boa educação a guardamos no pulsar do coração.
Enquanto a desvalorização do professor predominar, mais e mais pedágios pagaremos para a transposição dos obstáculos de nossa trajetória.
Nada na verdadeira soberania de uma nação livre, justifica a perversa politica publica da desigualdade, da mais ignorância e da deseducação.
Mesmo com a chegada da 5G o Brasil do século XXI, ainda tem cerca de 13 milhões de analfabetos, são necessárias politicas publicas culturais e educacionais mais abrangentes mas ao mesmo tempo é necessário resistir ao empobrecimento de currículos.
