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Lilás

Tem que ser espetacular para ser verdadeiro?
Tem que ser famoso para ser de Deus?
Tem que ser BONITO, ENGRAÇADO ou LILÁS?
Quando lembro daquela multidão indo até o deserto ouvir a pregação de João Batista, concluo: As necessidades das pessoas de hoje são as mesmas daquelas, mas a sede não.

Deserto De Mim

Mesmo quando existe um deserto dentro de mim...
Eu consigo florescer!
Porque a minha força, vem da minha fé.
Do meu amor a Deus!!

APROFUNDANDO A FÉ NO CAMINHO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA
(França, Espanha e Portugal)
De uma forma ou de outra, desde pequena, tenho buscado aquela fé que consegue remover a inquietude humana e proporcionar a paz essencial à vida neste ou em qualquer outro plano.
Quando criança e adolescente, acreditava que tinha essa fé, isto porque participava ativamente, mesmo de forma ingênua, em atividades da Igreja Católica.
No entanto, a idade adulta, ou seja, a vida no Colégio Central em plena ditadura militar, na Universidade e, depois, como docente, aluna de mestrado e de doutorado, envolvi-me em movimentos político-sociais, na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, por um ensino de qualidade, por melhores condições de vida, entre outros, ficando invisíveis muitos dos valores religiosos que foram inicializados na minha infância.
Não mais livros religiosos, procissões, palavras proferidas em missas, novenas etc, mas livros que mostravam a realidade mundial, brasileira, baiana: desigualdade social, pobreza, desemprego, inacessibilidade a serviços básicos como educação e saúde, além da baixa resolubilidade desses serviços.
Uma mudança, por que não dizer, radical!
Essa nova vida não me deixou perceber que a vida com Deus é, como diz Frei Inácio de Larranaga, vida de fé, e fé não é sentir, mas saber; não é emoção, mas convicção; não é evidência, mas certeza.
Viria compreender um pouco essa mensagem algum tempo depois, ao vivenciar a dor de perdas acumuladas, especialmente a do meu filho de 20 anos, que me levaram a um estado de “cansaço” intenso! Não tinha a ideia de que procurava um deserto, isto é, sair do lugar onde vivia, trabalhava, e retirar-me para um lugar solitário: campo, bosque, montanha...
Teria que ser algo que me fizesse conhecer melhor o meu eu para superar a dor, para me superar.
Caminhar/peregrinar foi uma opção pois cada caminho é um caminho que nos leva ao desconhecido, ao que esse desconhecido é capaz de nos ensinar.
Em apenas uma semana lá estava eu fazendo, a pé, como peregrina, o Caminho de Santiago de Compostela, inicialmente, o Caminho Francês (33 dias pelas montanhas).
Ao chegar à Santiago e assistir à tradicional Missa dos Peregrinos, senti um “vazio” profundo, uma necessidade de continuar caminhando rumo ao desconhecido. Foi incrível! Ainda estava faltando algo!
Então, decidi fazer o Itinerário Santiago/Fisterra-Muxia (Costa da Morte), não aprovado, naquele momento, pela Igreja Católica, porque era permeado pelo misticismo.
Foram mais 96km pelas montanhas, com apenas três albergues à disposição do peregrino. Ao chegar em Fisterra-Muxia, onde fiquei uma semana bastante envolvida pelo seu misticismo, vivenciando momentos especiais, tudo ficou mais confuso. Descobri que ainda não havia conseguido a revelação que buscava e que não era muito clara para mim.
Continuar caminhando/peregrinando, não mais pelas montanhas mas por terras planas, vales e montes, seria uma saída: o Caminho Português ao “reverso”, isto é, de Fisterra-Muxia (Espanha) para Porto (Portugal). No entanto, encontrei-me em um “Caminho” sem “calor humano”, com poucos peregrinos, albergues vazios mas fui parcialmente compensada ao participar, em Redondela, durante três dias, como voluntária, da construção de tapetes de flores, com desenhos religiosos, nas ruas desta cidade portuguesa.
Ainda inquieta, tomei a decisão que deveria estar “guardada” no meu íntimo: de trem, fui de Porto para Fátima onde tentei deixar uma medalhinha desta Santa, que meu filho usava quando mudou de plano. Fátima não era o seu lugar! Uma freira orientou-me a levá-la de volta para o Brasil, onde, num certo dia, ao mirá-la, de forma especial, levantei-me repentinamente, fui ao cemitério e mandei cravá-la no túmulo do meu filho. A partir daí, não mais me preocupei com a medalha uma vez que ela já estava onde deveria, provavelmente, estar há muito tempo.
Bem, consciente ou inconscientemente fiz um deserto, um tempo forte dedicado a Deus em silêncio, solidão, e pude sentir como na fé Jesus toca as nossas feridas, especialmente aquelas que nos machucam muito!
Para Frei Ignácio, a vida de quem crê é uma peregrinação. Mas eu não sabia o que é “ser peregrina”. Aprendi no Caminho que o peregrino não sabe nada: onde vai dormir nem o que fará no dia seguinte; que fadiga, incerteza e insegurança são o pão do seu cotidiano; e que ele tem uma meta mas não consegue vê-la claramente. Assim, comecei a entender que as duas forças dialéticas da fé podem ser a certeza e a obscuridão.
Dessa experiência existencial, um dos grandes aprendizados na minha vida: quando pensei que o objetivo infinito estava ao meu alcance, nas minhas mãos, Deus se ausentou e silenciou; apareceu, desapareceu; aproximou-se, afastou-se; tornou-se concreto e se desvaneceu. Foi nas montanhas, em direção à Astorga (Espanha), onde me perdi por 14h. Pedi socorro a Ele mas tão logo encontrei o “sinal” do Caminho, deixei de crer e me perdi de novo...
Apesar do meu “afastamento/alheamento”, passei a perceber que deveria reduzir a silêncio a minha mente quando ela tentasse se rebelar e que deveria abandonar-me na fé.
Mas, como é difícil ter “aquela” fé que tudo suplanta!
Só Ele sabe como tenho tentado/venho tentando...

Quando você passa pelo deserto, é só você buscando a direção certa e tendo que reconhecer que os oásis são apenas miragens do seu ser carente de água. Onde não houver trilha certa, feche os olhos e continue... o céu sempre foi guia para quem não tem bússola. Deixe que Deus te norteie.

O silêncio do deserto não é comparável a nenhum outro silêncio porque é absoluto.

Tem coração que deveria se chamar deserto, pois assola qualquer um que passa por ele.

⁠Dizer a um paciente com câncer que tudo vai ficar bem é como dizer a alguém que está prestes a cruzar o deserto que, em algum lugar distante, há um oásis.

Ninguém merece viver no deserto da falta de reciprocidade. Ao primeiro sinal de desinteresse, desapegue, a pior forma de matar um amor é pelo cansaço!

O coração do homem de luta é como o cardo do deserto, que desafia o sol durante o dia, mas pede o orvalho durante a noite.

Conquiste amigos e não bajuladores. A vida sem amigos é um deserto, cujo provoca-lhe miragens.

Sinto que estou de pé num deserto com as mãos estendidas, e você chove torrencialmente sobre mim.

⁠Como o luar,
Do Golfo Pérsico,
Que acende a escuridão,
Do árido deserto,
E de um ávido coração,
Que sempre te admirará,

⁠Relacionamentos são uma selva. Mas a única alternativa a isso é um deserto. É preciso escolher entre sentir todo amor e todo ódio do mundo, ou viver a indiferença de apenas observar todo amor e todo ódio no mundo.

⁠" Amizade? É sinceridade, verdade,honestidade! Amigos são como brisa suave em meio ao deserto, o calor intenso no mais profundo frio, a mão que apenas acolhe! Seja amigo, seja verdadeiro,corrija quando preciso,  abrace quando preciso, simplesmente esteja quando preciso!

⁠⁠⁠São tantos os desertos para atravessar
na vida. Alguns desertos atravessamos sozinhos e, às vezes, por opção. Mas, quando acertamos a companhiaa alma fica até mais leve e o cansaço quase desaparece. Como é bom ter você ao meu lado nos desertos da vida.

⁠A viagem começa e termina em você.
A paisagem é apenas uma miragem.

⁠Estava no deserto triste e me sentindo tão só, mas quando olhei para baixo vi que flutuava, então percebi que Deus me carregava, olhei para frente e vi você amigo (a). Então sei agora que nunca estive só, pois lá estava Deus, Jesus o Espírito Santo e você. Estamos todos no mesmo deserto. Para saimos do deserto precisamos nos unir, pois juntos somos mais fortes.

Às vezes, um deserto é melhor do que um jardim, pois o deserto foi o lugar onde Jesus venceu as tentações, enquanto o jardim foi palco da queda do homem e da traição à Jesus. Adão foi desobediente, Judas foi traidor, mas Jesus é e para sempre será vencedor. Carregar uma uma cruz, seguir o mestre, enfrentar desertos e tempestades são formas de Deus provar a nossa fé de modo que possamos testemunhar o amor de Jesus. As quedas nos prostram ao chão para lembrarmos de que somos pó e dependemos da misericórdia e do amor de Deus, que é quem nos concede o fôlego de vida. A escuridão e a cegueira espirituais nos fazem valorizar a luz e o discernimento. Mas tendo em vista que o Senhor é a nossa força, nunca podemos nos esquecer de que "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus". (MCSCP)

Lembre-se do deserto de Jesus Cristo: Depois de resistir à tentação do diabo, os anjos o serviram. Aprendemos que atrás de uma provação existe uma grande vitória.

⁠Os deserto das nossas vidas servem pra diminuir a expectativa e aumentar a nossa fé.

O manancial de água viva é dado ao homem que anda sobre um deserto, porque a sua confiança está no Senhor.

Após dias, cansado e sedento 
⁠Num deserto de solidão
de um clima seco de sentimentos,
pude avistar a minha salvação,
meu momento de refrigério,
até poderia ser uma ilusão,
mas não, era uma ninfa de vermelho
que tinha vindo buscar-me 
pra um oásis eterno.

⁠Enfrentando um deserto, sedento, perdido, cansado, 
Impedido de enxergar esperança ou um mínimo de afago numa constância de sofrimento, sem nenhum preparo,
E depois de muito percorrer, ao longe pude ver uma bela imagem, sem saber se era real ou miragem,
Até que me aproximei e vi que era verdade, finalmente, tinha um oásis encontrado, 
muito além do que havia almejado, 
Mais tarde percebi que já tinha passado pelo minha salvação, mas perdi tempo como muita reclamação.

⁠"O pior deserto é aquele onde a alma sem paz caminha ...pois sabe que caminha á toa sem ter lugar algum."

⁠“Os sonhos estão transformando o deserto em paraíso.”