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"Nestes tempos vorazes, torna-se cada vez mais difícil assentir com o sofismo global denominado de desenvolvimento sustentável, uma vez que, a sociedade global está cada vez mais consumista - consumismo irracional, e cada vez mais capitalista – individualismo egoístico, inviabilizando em definitivo o conteúdo falacioso do “desenvolvimento sustentável”, pois, não é possível o pernóstico do desenvolvimento sustentável, quando o modo de produção dominante (o capitalismo) é insustentável, ou seja, a busca apressurada e sem pejo pelo lucro acima de tudo e de todos, sem limites e sem fronteiras, faz do capitalismo um sistema de produção insustentável face a finitude dos recursos ambientais do subsistema terra e sua incapacidade de reconstituição, pelo menos a curto e médio prazo."
Sou Lótus, nascida na lama das dificuldades, me banho nas águas do Autoconhecimento e sigo minha jornada, transcendendo na busca por minha essência.
O maior desafio do líder na sociedade moderna é manter o equilíbrio do grupo nas relações interpessoais, visto que a atualidade está marcada por inversões de valores, causando verdadeiro desajustamento social, dessa forma, o líder precisa se desenvolver imediatamente.
Quando fracassamos em criar tempo para o desenvolvimento pessoal, somos forçados a criar tempo para dor e dificuldades.
O tamanho do seu passo é a sua capacidade de investir e também de gerir o seu desenvolvimento profissional
Quando desenvolvemos a capacidade de ler e interpretar textos filosóficos, deixamos de viver na ignorância. Nos distinguimos daqueles que dependem de coaching, das pessoas vazias que se deslumbram por qualquer fotomontagem no Instagram, dos indivíduos que se iludem com discursos polidos e frases de efeito, ditas por alguém que ousou estudar. A sensatez entre o Coach e o Coachee está no "Cogito".
Ensaios de Angústia vol2 - Dilema de vida e de morte
Thiago S. Oliveira (1986 a)
Máscara é tudo aquilo que tira sua humanidade, sua vulnerabilidade e reforça uma armadura para esconder suas fraquezas.
Você mantém a lembrança de alguém pelos costumes, hábitos, cultura, princípios, valores e caráter do outro, não por fotografias expostas e apego material àquilo que pertencia ao outro.
As incongruências que geram os problemas da vida de alguém, gera metástase e cria uma vida doente.
Quero ser como o nascer do Sol e fazer a diferença desde cedo. Afinal, sem ele, quem nos tiraria do escuro?
A Era do medo
Vivemos, com certeza na era do medo apesar de tanto desenvolvimento e tanto conhecimento.
Temos medo do outro, temos medo de nós e do que se esconde no nosso íntimo.
Vasculhamos os detalhes da matéria, os confins do universo, estudamos o passado, tentamos predizer o futuro, mas relutamos em desvendar os mistérios da nossa alma e o que carregamos no coração.
Temos medo do futuro e nunca estamos seguros para caminhar no escuro.
Temos medo dos vizinhos, dos desconhecidos, de pisar na rua, de nos abrir ao mundo e de revelar nossas fraquezas.
Temos medo de amar e estamos perdendo o costume de sermos amados. Temos medo de dar valor aos outros e não sermos valorizados. Temos medo de nos doar e não termos o mesmo retorno. Preferimos a angústia de nos fazermos de fortes enquanto intimamente trememos de medo.
Hoje em dia estamos rodeados de informações, sabemos sobre tudo, mas aprendemos pouco. Temos mais conhecimento e menos sabedoria.
Quanto mais descobrimos sobre o universo que nos cerca e sobre o futuro que nos espera, mais medo temos. O conhecimento não nos traz segurança e confiança.
Quanto mais conquistamos, mais evoluímos tecnologicamente, mais nos perdemos de nós mesmos e se enfraquecem os elos que nos mantém humanos. Perdemos nossa inocência e nos aproximamos das cismas que nos levam à insegurança e ao pavor.
Em menos de um século perdemos muitos valores que se construíram em toda a existência da humanidade.
Parece que passamos muito tempo dissociados do nosso íntimo. Urge a hora de voltarmos para casa e redescobrirmos a humanidade que perdemos.
Aprendendo
Resiliência é essencial
Motivação um caminho sem igual
Para a capacidade ser vista como tal
Sem inteligência artificial
Talvez chocolate seja a motivação
Não é sorte, é estudo
Para o desenvolvimento em questão
A epistemologia tem sua organização
Ter consciência pra se desenvolver
Como andar de bicicleta constante tem que ser
Feche os olhos e ouça o som
Um burburinho de automação
Só existem dois lados para escolher: ser vítima das circunstâncias ou tornar-se um agente de mudança e governar a própria vida!
Evite ser uma pessoa bitolada; isso pode limitar seu crescimento pessoal e impedir oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.
Absolutamente nada poderá abalar o seu investimento em “Capital Intelectual”, seja por uma crise financeira, econômica ou governamental, essas jamais terão influência, que deprecie, roube ou desgaste o eu conhecimento.
DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DO HOMEM (DIH)
O que implica o Desenvolvimento Integral do Homem?
Implica facilita-lo a tornar-se Três Vezes Grande, ou seja, a tornar-se ao mesmo tempo excelente Cientista, excelente Filósofo e excelente Religioso.
Implica facilita-lo a produzir excelente Conhecimento próprio, excelente Sabedoria própria e excelente estado Transcendente próprio.
Implica facilita-lo a aperfeiçoar a sua Mente, a sua Consciência e o seu Corpo ou facilitar o seu aperfeiçoamento Mental, Consciencial e Corporal.
Implica a fusão entre Ciência, Filosofia e Religião; pois, a Ciência relaciona-se com o Conhecimento ou Mente no Cérebro, a Filosofia relaciona-se com a Sabedoria ou Consciência na Alma e a Religião relaciona-se com o estado Transcendente ou Sublime no Corpo.
A Mente, a Consciência e o Corpo são os três Conteúdos do Homem ou Alma Humana, tornar-se Três Vezes Grande implica otimizar-se nestes três Conteúdos, assim, o Desenvolvimento Integral do Homem implica a sua otimização Mental, Consciencial e Física.
As pessoas que desejam crescer e evoluir precisam aprender a dar e receber feedback; isso tem a ver com humildade e sabedoria.
