Tag cultural
A moralidade é uma construção do intelecto que resulta da evolução social e cultural do ser humano!
Diversidade cultural
Não é apenas uma palavra
É ela que nós ajuda
Á saber mais sobre todas
As nossas raças
Sabia que o mundo é estranho?
Com tanta diversidade
Ainda não aprendeu a viver
Sem desigualdade
Só oque basta saber
É que estamos percorrendo
A mesma estrada
Pretos, Brancos, Coloridos
Em uma só caminhada
Sou nordestino sim !
Não tenho vergonha de falar
O povo nordestino é alegre
E tem muita história pra contar
Com tanta história pra contar
Saiba que aqui no nordeste
Cultura nunca irá faltar
Falando em cultura
Lembramos dos índios
Oue não é fácil ser
Mas todos tem que entender
Que eles são índios
Guerreiros
E estão sempre na luta
Para vencer
Saiba amar
Amar para respeitar
Amar para compreender
Que ninguém tem o dever
De ser
Igual a você
O debate sobre o conceito de “Apropriação Cultural” é, de longe, um dos maiores absurdos dos últimos tempos. Beira o estapafúrdio e reflete a gigantesca miopia de pessoas que julgam poder aprisionar culturas em garrafas.
A educação é uma relação cultural
onde quem faz a intermediação
e quem é o alvo dela
trocam experiências vividas,
de realidades distintas,
havendo uma ruptura de velhos saberes,
para a construção do novo conhecer.
Enquanto estais em manifestações, estou em casa ocioso. Espero pelo tempo em que irei esculpir jovens mentes. Não se engane com o que vos digo, irei tal mentes esculpir, não talhar, posto que não sou mídia nem líder religioso. Sou apenas a muda de um professor que está porvir.
Independe de religião ou crença; o ser humano é bom e generoso naturalmente. Não há necessidade de alguma intervenção cultural.
Sinto-me como alguém que estabelece uma ponte entre a construção de conhecimentos e o saber. Sim, sou professor. Sou professor porque acredito nas novas gerações e na sua infinita capacidade de arquitetar um mundo melhor, mais humanizado! Considerando a diversidade de pessoas e a pluralidade cultural.
Vou agora apropriar-me do conceito de "Apropriação cultural" para afirmar que os cristãos têm se apropriado de uma cultura que não é deles... a cultura do mundo!
A cultura elaborada é um elemento que obriga a uma ruptura com a situação cultural anterior do indivíduo, possibilitando-lhe 'ser outro'.
O gestor cultural é muito menos um especialista da educação, história, arte e cultura de um povo que um competente gerente de negócios e captador de recursos financeiros. Logo os museus, os acervos e os centros culturais na sua grande maioria são bem mais locais rentáveis ou no mínimo autossustentáveis das cadeias produtivas no centro das indústrias criativas.
O sentido social e político da arte está como ferramenta e plataforma para Educação e o incentivo sustentável do exercício da Cidadania Cultural ajustando, adaptando e preparando o individuo político cidadão-ser social para as novas realidades selvagemente impostas ao meio pela vida em grupo.
O Patriotismo Cultural, hoje nunca esteve tão forte. A luta da sociedade civil clama por soberania, liberdade e verdade. A nação unida enfrenta por justiça as meias verdades, como não existem verdades bipartidas, enfrentam as mentiras dos falsos donos do Brasil pela cívica unidade.
O verdadeiro "marchand de tableau " se destaca em muito do grande vendedor de quadros, pois o primeiro promove ações por amor a arte e a dignidade do artista, vivo ou morto, famoso ou anônimo mas o segundo só vende obras que lhe proporcionam grandes lucros.
Em linguagem subjetiva, o curador de arte, é aquele que promove em alegria a extinção da dor do parto sofrido pelo artista no magico momento da criação.
O militarismo que não reconhece e exalta o civismo e o patriotismo de sua cultura, perde a vocação nacionalista em qualquer estado e governo livre. O militarismo sem o civismo cultural necessário, não passa de uma força armada mercenária organizada, imoral regida pelos interesses dos falsos poderosos e do dinheiro.
O verdadeiro gestor artístico e cultural, não pode viver artificialmente longe da realidade, tem que ter o profundo conhecimento da historia da arte e ao mesmo tempo o alinhamento da oferta, da procura e da importância, mesmo que relativa, com as praticas comerciais usuais do mercado
Ainda persistem a falta de centros de cultura no Estado do Rio de Janeiro. A exemplo disto podemos citar, da cultura do carnaval, da cultura do folclore
fluminense e da cultura indígena dos tamoios e tupi e seus diversos desdobramentos que conviveram com a sociedade carioca desde sua fundação.
Qualquer ser só pode escolher sua sexualidade quando tiver idade suficiente para responder civil e penalmente, sobre suas escolhas e transgressões.
O velho patriotismo por si só com a globalização morre no final do século XX, logo migro para o patriotismo cultural, que é um conceito menos pátrio de origem e mais de todos de qualquer lugar via comprometimento com o local que escolhemos para viver, ser seu e por isto lutar por melhoras. Acredito no civismo, histórico, étnico e cultural como viés de identidade que se baseia nos símbolos e ritos do folclore popular. Creio que seja o antidoto singular da nefasta uniformidade virtual propagada e que é a base da dominação universal pelos grupos econômicos poderosos na sublimação das diferenças.
O jovem brasileiro acaba indo buscar ícones, valores, modelos, ideologias e filosofias estrangeiras bem mais visíveis na internet - rede mundial de computadores pela falta do acesso ao conhecimento da arte, da historia e da cultura de sua própria cultura. Ora por outra me deparo com um jovem frustrado por ter buscado tão longe e de forma muito adaptável um valor que agora encontrou por aqui, na ainda hermética cultura nacional brasileira falando suas ideias de forma de simples e objetivo entendimento, singularizando em síntese o seu verdadeiro argumento de vontade, ideal de vida e entendimento que sempre desconheceu. Sendo assim, falta a difusão e melhor propagação dos conteúdos artísticos, históricos e culturais nacionais para que nossa identidade juvenil seja exercida por aqui e com maior vigor. Em contraposição o empresariado da festa visando grandes lucros na industria dos eventos entope o mercado pequeno brasileiro da região sudeste com valores alienígenas, modismos e fanfarras que na verdade a nós não nos acrescenta em nada e não nos diz respeito. A colonia cultural brasileira tem que encaminhar a passos novos de nossa juventude estudantil para a liberdade de metrópole mais que cultural nacional brasileira, que é para todo o planeta....infelizmente só não tanto reconhecida, por aqui.
Se não é possível ter educação, cultura e arte no Brasil de hoje. Pelo menos poderíamos ficar com a arte via governo federal pois podem cobrar ingressos.
O civismo acontece por pequenos gestos isoladamente significantes, de todo aquele que crê que podemos sim com fé e vontade
construirmos uma nação mais digna, justa e soberana, para fortalecimento de nossa historia, nossa cultura, de nosso povo heterogêneo e com uma impar identidade.
