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É engraçado o ateísmo, sua definição é a ausência de crenças mas vejo muitos tentando "converter" fiéis de forma a desvendar seus mistérios e milagres.
Tentando demonstrar a racionalidade em ciências teóricas - não comprovadas - se assemelha a um fanático religioso e intrometido.
Eu posso dizer hoje que a minha posição quanto a religião é que não a tenho como tal, percebo mais como filosofia de vida ou um contra-peso que estabiliza os nossos anseios, medos e confianças.
Quanto ao fantástico sou extremamente cético e inabordável, costumo similar a ele só que na realidade; nosso terreno assim como a natureza e o espaço.
Mas por mais que seja esta a minha visão, ainda sim vejo beleza nos crentes, pois mesmo que sejam alienados ou não, conseguem ter fé e esperança onde só me cabe o raciocínio e a limitação humana.
Vivo pensando como seria bom estar errado e eles estarem certos, de que existe alguem bom olhando por nós ou que tudo que fizemos esta escrito e por isso não me permito, não me permito discutir os fins, e me contento a viver os meios.
Se todos pensássemos desta forma individual, teríamos grupos diferentes um tanto que iguais e compartilharíamos de um exato sentido, sentido de viver.
A verdade é algorítmica.
Não relativa, é absoluta.
Pode ser objeto de narrativas alegóricas, mas não se perde. É o desafio dos mentirosos, pois ela continua sendo verdade.
Assim, em sua literalidade, a verdade nega o esquecimento no momento que a realidade simultaneamente caminha até sua maior extensão.
Revelará à razão humana, seja pela intervenção sobrenatural de Deus ou pela intenção da razão incansavelmente ensaiada que é único caminho para que livre de paixões, sem pretensões, simulações, falsidades nem enganos, se desnude em pureza.
A verdade tal como ensinada por Cristo, é a execução de propósitos que se opõem igualmente às superstições, invenções e opiniões de preceitos do que ou quem é falso. É ou não é. É simples!
"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
João 8:32
Deus permite circunstâncias cruciais em nossas vidas para que aprendamos a praticar seus ensinamentos.
Os primeiros filósofos, mesmo estando fora do cristianismo, buscavam também a verdade através da investigação lógica. Os primeiros filósofos e os filósofos cristãos estão unidos pela razão.
"Cristóvão", significa “o que carrega o Cristo". Entretanto, muitos como Colombo, dizem carregarem a Cristo, levam exploração.
No Egito parece que a vida não passa de uma preparação para a morte. Vi isso repetidas vezes na Ásia, Oriente Médio e até em New Orleans (América do Norte). Pessoalmente não entendo porque as pessoas gastam tanto tempo pensando, e até se preparando, para algo tão inevitável e simples.
Minha afobação é pela vida! Minha ansiedade é por viver! Criar coisas importantes, gerar e sentir saudade, me lambuzar dos prazeres da carne, mudar vidas, conquistar, escrever algo emocionante! Me interessa é a beleza da espiritualidade e não o funcionamento das almas penadas. Quero tocar meu baixo acústico, escalar o Monte Fuji, roubar um beijo na muralha da China!
Hoje meu guia perguntou se acredito em vida após a morte. Respondi que viver intensamente tem me ocupado muito o tempo para pensar em pormenores. Disse que não sei se existe vida após a morte, mas que tenho certeza que antes dela precisa existir vida, “e vida em abundância”.
Ter uma vida de oração não te fará se sentir um grande homem, mas sim um homem muito pequeno diante de um Deus muito grande.
Depender de Deus não é acreditar que Ele vai nos dar tudo o que pedimos, mas sim crer que mesmo podendo tirar o pouco que temos, Ele irá nos sustentar.
Há um milagre presente na doença incurável que é curada, assim como no nosso respirar. Cada detalhe é um cuidado das mãos de Deus.
A pergunta que aprisionam os religiosos a sua religião é : se não há vida após essa, qual o sentido dessa vida?
ou seja; fazer o bem e amar ao próximo como a si mesmo não é algo que se faz voluntariamente sem visar qualquer benefício, e sim uma obrigação que se deve ser feita pra não ir para o inferno.
A vida tem uma forma espetacular de esconder as coisas de valor atrás de coisas desprezíveis; o ser humano tem uma forma espetacularmente desprezível, de desprezar as coisas de valor por elas não terem aparência que querem.
Cristo carrega em Seu corpo as provas de que os salários da Lei, do pecado e da morte foram pagos satisfatóriamente.
A religião cristã nunca deixará de existir (teologias são adaptáveis), mas as igrejas torna-se-ão obsoletas, como já ocorre em muitos países aqui da Europa. E isso não significará o definhamento do cristianismo, mas uma adaptação, uma nova visão teológica, vigente à nova realidade social. A vida religiosa não se limita e não se limitará a espaços físicos, mas se encaminhará para uma prática filosófica, de caráter estritamente pessoal.
Se o Cristianismo fala de setenta vezes sete, que as outras religiões citem o sete vezes setenta. A ordem dos pastores não altera o produto, mesmo porque Deus é um oito deitado.
Estou morto, todos estamos, faltamos com humanidade a cada vez que nos alegramos, sorrindo comendo e bebendo, em quanto pessoas por falta disso estão morrendo,livre-me disso, livre-me de mim, não quero ser mais esse lixo.
Vivemos rodeados de pessoas que amam ao mundo, lutam por tudo, mas são incapazes de amar as pessoas com quem convive. Mais vale pequenas atitudes ao seu meio, do que explanar pensamentos egoístas travestidos de boas intensões. Isso advém de um primeiro princípio Cristão: “ama ao próximo como a ti mesmo”, amar não é ser apaixonado, amar é atitude, muitas vezes através do cuidado, da compaixão, da boa convivência, zelo, compreensão, orientação. Há diversas formas de amar.
"A origem e o modo de criação dos Espíritos nos são desconhecidos. Sabemos apenas que são criados simples e ignorantes, isto é, sem ciência e sem conhecimento do bem e do mal, mas com igual aptidão para tudo, porquanto Deus, em sua justiça, não podia isentar a uns do trabalho que impusesse a outros para chegarem à perfeição. No princípio, eles se acham numa espécie de infância, sem vontade própria e sem consciência perfeita de sua existência"
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
