Tag comunicação
Tudo o que podemos fazer é colocar uma palavra nas mãos daqueles que colocaram uma palavra na nossa.
Escutar é o mais perigoso, é saber, é ser inteirado e estar a par, os ouvidos não têm pálpebras que se possam fechar instintivamente ao que é dito, não se podem resguardar do que se pressente que se vai escutar, sempre é tarde demais.
Quando o Homem falou sua primeira palavra, ele se tornou o fio que treme eternamente entre o mal e o bem, o Céu e o Inferno.
Ele queria pensar em palavras que fariam alguma diferença, mas não havia nenhuma língua que ele soubesse que fosse suficiente para o momento ou que mudasse uma única coisa.
Se as pessoas discordam, geralmente é resultado de diferentes pontos de vista decorrentes de diferentes crenças fundamentais, não de que uma esteja certa e a outra errada.
A tecnologia oferece a ilusão de companheirismo sem as demandas de intimidade e comunicação sem risco emocional, enquanto na verdade faz as pessoas se sentirem mais solitárias e sobrecarregadas.
Desenvolver o hábito de dar verdadeira importância ao diálogo constitui um mecanismo fundamental para consolidar laços de amizade e consideração. No que diz respeito a relacionamentos mais próximos, o modo de formular questões, a sinceridade, o momento propício, o tom de voz e o tipo de abordagem são fatores determinantes para a eficácia da comunicação e para a conservação de uma relação feliz.
AS LETRINHAS DA COMUNICAÇÃO
OI,
Por onde andas?
Ainda está VIVO?
O dia já está CLARO e
Você ainda não me ligou.
Liga-me!
CLARO que estou bem.
De quarentena e me protegendo,
Dando TIM TIM à vida e
Cachaça ao Coronavírus.
Como o risco do contágio
Ainda não está CLARO,
Preferi ficar em casa.
Hoje percebi que já era tempo
De ocupar melhor o tempo.
Resolvi dar um sopapo na tristeza e
Um OI para a vida que VIVO.
Troquei um OI por TIM...
Agora VIVO. CLARO!...
Como é CLARO que estou VIVO, à vida faço ECO.
Vou dar um OI à natureza e às gostosuras do boteco...
Tim!.. Tim!...
“A real é que os veículos de comunicação em massa, sempre exerceram muita influência na sociedade, introduzindo novos hábitos e padrão de consumo. Antigamente o vilão era a TV, hoje são as mídias sociais”.
Eu acho que nós até comunicamos muito bem, no nosso silêncio, no que não é dito, e que o que ocorre é uma evasão contínua, enquanto tentamos desesperadamente manter-nos a nós próprios para nós próprios. A comunicação é muito alarmante. Entrar na vida de outra pessoa é algo assustador. Divulgar aos outros a pobreza que está dentro de nós é uma possibilidade muito assustadora.
Tudo o que você diz para uma pessoa é filtrado pelos seus quadros de referência, preconceitos e ideias pré-concebidas.
O segredo certamente estará na essência da comunicação e no amor com que praticamos nossas ações _ associação que gera conquista, a conquista da vida... o gênio Einstein nos disse que se um dia tivermos que escolher entre o mundo e o amor, lembremos: se escolhermos o mundo ficaremos sem o amor, mas se escolhermos o amor, com ele conquistaremos o mundo.
A parte mais bonita da oratória, é você se tornar em excelente orador, mas sendo você mesmo, apenas em uma nova versão, mais corajosa e mais lapidada.
Felicidade é só uma escolha
Aquilo que dizemos e o modo como dizemos, cada palavra e cada gesto ou comunica, ou desintegra. E é bem necessário pararmos para analisar como estamos ecoando no cosmos. Se nossas palavras e gestos são de generosidade, misericórdia, alegria e ânimo, isso ressoará e se expandirá como aquelas ondas circulares que vemos quando jogamos uma pedra na água. Estaremos nos comunicando, e podemos aqui definir a comunicação como amor. O amor é pura comunicação!
Mas se nossas palavras e gestos forem negativos, pesados, cheios de rancor, a onda também acontece e infelizmente também se expande. Porém, isso não pode ser chamado de comunicação, pois é o seu avesso. Gera divisão, destruição, choro e sofrimento que se repete e se prolonga em cada nova onda. É a "palavração" e gesticulação do mau. Também reverbera pelos ares e causa um dano pavoroso. Mas jamais pode ser chamado de comunicação; é o que há de mais distante dela; é a sua negação.
Ser feliz é o anseio mais profundo de todo homem e de toda mulher em qualquer idade de sua existência. Só que essa felicidade não é uma realidade a ser procurada, encontrada; é uma realidade que se constrói. Cada pessoa irá contribuir a favor dessa construção ou contra. É sempre uma escolha e escolha feita todos os dias, frente a cada um que encontramos em casa, no trabalho, nas ruas, e em todo e qualquer lugar em que estejamos.
Todos queremos um lar aconchegante, um ambiente de trabalho harmonioso, amizades duradouras, amores para a vida inteira, e histórias reais com o viveram felizes para sempre; mas é mesmo necessário cada um fazer a sua parte no enredo. A felicidade é uma construção que tem por argamassa as palavras e por tijolos e vigas, os gestos. E nesses tijolos e vigas, todas as expressões corporais e faciais; e todos os olhares. E nessa argamassa, toda entonação, pausas e intensidades que acompanham as palavras.
Podemos escolher nossos gestos. Podemos escolher nossas palavras. Podemos nos aplicar ao que fazemos com amor e dedicação. Podemos olhar para as pessoas com empatia. Podemos ser melhores do que temos sido. Podemos fazer as coisas de uma forma melhor do que temos feito. É só fazer uma revisão sincera de nós mesmos para constatar que isso é verdade sim. E se assim é, também é verdade que se podemos, isso é uma escolha.
Está em nosso poder ecoar o bem e a felicidade. É claro que esse é o desejo! Todavia, para que os desejos se tornem realidade são necessárias atitudes, boa vontade. Vontade: aquela disposição de espírito para o agir; aquela energia que nos firma nas decisões, aquele empenho em se conquistar aquilo em que acreditamos... Está em nosso poder. A escolha é nossa! O material de trabalho para essa construção, para esse empreendimento, já o temos. O convite agora é: Mãos à obra!
Às vezes, há palavras demais ocupando espaço e não há espaço suficiente para pensar. Eu guardo um pouco de vazio por dentro para quando eu precisar.
