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Liderança que vem da base reflete uma jornada de superação, tornando cada decisão mais humana e conectada.
Escolher líderes da base é investir naqueles que transformaram suas adversidades em força para liderar.
A violência, que jamais foi até hoje, na história, deflagrada pelos oprimidos. Como poderiam os oprimidos dar início à violência, se eles são o resultado de uma violência? Como poderiam ser os promotores de algo que, ao instaurar-se objetivamente, os constitui?
“O nível do mar protesta, lá da linha do horizonte, as classes sociais.” Osman Matos (de seu livro, Bolhas de sabão)
A escola é determinada socialmente; a sociedade em que vivemos, fundada no modo de produção capitalista, é dividida em classes com interesses opostos; portanto, a escola sofre a determinação do conflito de interesses que caracteriza a sociedade.
Entretanto para os poucos gestores do capital, tudo continuará como antes, seus filhos continuarão sendo formados pela Harvard, Stanford, Cambridge, etc., continuarão sendo as pessoas que gerenciarão estes nossos mal formados trabalhadores, restando para outros poucos, também formados por estas importantes universidades, permanecerem no exterior, pois lá as oportunidades para eles continuarão sempre infinitas.
A sociedade quis tanto simplificar sua raça classificando-se em grupos, que não perceberam como se desclassificaram como seres humanos.
As classes mais pobres guerreiam contra a classe mais rica e a vitória sempre é injusta e sempre revoltante, causando medo em ambos os territórios.
Em classes dominicais os mais experientes não podem abrir a boca, porque seus professores acham que seus alunos não estão preparados para aprenderem fortalezas, testemunhos e poder.
O desiquilíbrio social e a escassez de oportunidades educacionais e trabalhadoras, direciona grande parte da juventude consumista sem recursos, a ser um produto descartável e efêmero, das poucas classes privilegiadas.
