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"Quando o circo está sem graça, não adianta trocar o palhaço, pode ser o público que não está entendendo a piada."
Palhaço é alegia,
É a alma da plateia,
Palhaço é filosofia,
Ele também é ideia.
O circo sem o palhaço,
É lobo sem alcateia.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
“Quando o administrador do circo é mal humorado, nenhum palhaço consegue fazer o espectador sorrir.”
O circo é a base da dramaturgia, das artes plásticas e de todas as manifestações criativas populares em qualquer cultura.
A politica do "Pão e Circo" continua atolando na cidade e no estado do Rio de Janeiro. O prefeito e o governador, fazendo os cariocas e fluminenses de palhaços. Contratando shows milionários desnecessários, com uma infra estrutura municipal e estadual caótica, na saúde, na segurança, nas águas fluviais que vitimará inúmeros inocentes da camada mais pobre da população, na próxima grande chuva.
Do Pensamento:
O círculo
O ciclo
O circo
O dia, a noite
E toda a existência terrestre, abrigam a curiosidade humana.
Pode parecer, mas não é ....nenhum único dia é igual.
Estamos rodeados pelo universo inalcançável ao pensamento. Por falar em pensamento, toda a dignidade e prática da virtude do homem estão no pensamento.
Pensamentos bons, sentimento leves.
O que penso é o que sinto.
Sendo assim, a soma dos dias nos é desconhecida, mas como nos aconselha Immanuel Kant: “ Tudo que não puder contar como fez, não faça.”
Já que a leitura é pá que lavra, lembramo-nos do honorável Machado de Assis, que assim nos disse:
“Não importa ao tempo o minuto que passa, mas o minuto que vem”.
A resposta ao amor é o amor.
Bem, bem, para concluir, a reflexão nos faz chegar a Erich Fromm que apreciava falar em seus livros sobre teoria e prática e nos deixou em seus escritos: “O Amor é um ato de fé, e todo aquele que tem pouca fé, também tem pouco amor”. Então vamos ter fé no amanhã e no hoje também, mais ainda!
“A fé não costuma falhar”
Fica bem
Equilibrista de Mim
Eu visto a pele da metamorfose,
Desfaço as tramas, refaço o meu cais.
Num gesto breve, dissolvo as hipnoses,
Sou cais de vento, sou riso fugaz.
Nos bolsos trago um punhado de estrelas,
E versos soltos, de cor e cetim.
Se o mundo pesa, eu aprendo a vencê-las,
Com asas feitas de sonho e de fim.
Vem, me acompanha no passo da sorte,
Que a vida é ciranda de se reinventar.
Se a dor me visita, eu danço mais forte,
Pra sombra entender que não vai me parar.
Tecendo rimas de pólen e aurora,
Transcendo os mapas que o medo traçou.
Se o peito sangra, eu canto sem demora,
Que até ferida se faz flor, se eu sou.
Na corda bamba da minha esperança,
Equilibrista de mim, sem final.
Entre o abismo e o sopro da criança,
Eu me refaço de forma vital.
Se for pra cair, que seja em poesia,
Se for pra sumir, que eu suma em canção.
O riso é remendo, é luz, é magia,
Que costura o mundo na palma da mão.
Vem, me acompanha no passo da sorte,
Que a vida é ciranda de se reinventar.
Se a dor me visita, eu danço mais forte,
Pra sombra entender que não vai me parar.
