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Frase memorável dita por Rutger Hauer no filme "Blade Runner" (1982): “Todos esses momentos se perderão no tempo como lágrimas na chuva”. Não só momentos, mas a vida, tão efêmera, tão passageira em relação ao universo como as lágrimas na chuva. Viva!
Há quem procure a chuva enquanto só está garoando, esquece que é na tempestade que se unem verdadeiramente os raios da concórdia
Confiamos realmente tanto em Deus que até agora não fomos surpreendidos em dias nublados com chuva de canivetes
É impossível diante do sereno conter meus passos e não te convidar para logo em seguida bailarmos na chuva
Acredito no ser humano, acredito no olhar do outro, é esse olhar que em dias de inverno nos dá abrigo e protege da chuva que também cai lá fora
Não espere somente o sol em dias nublados, talvez durante a chuva ele só desponte verdadeiramente dentro do seu coração
Normalmente na tempestade merecemos ser molhados pela chuva, para nos limpar da sujeira que estampa nossa alma
Não utilize somente seu guarda-chuva em dias muito chuvosos, afinal, toda neblina é sorrateira a procura de vendavais
O sol de novo apareceu.
Como consequência a escuridão desapareceu...
Rasgam o céu os raios luminosos...
Abrolha mais um dia maravilhoso.
Cantam as aves alegremente.
Balançam seus galhos as árvores tão contentes...
A chuva de ontem seu caminho seguiu...
foi-se pra outras paragens... passou.
O vento as nuvens sombrias pra longe levou.
Retorne, oh esperança, à minha alma...
Devolve-me a serenidade, a paz e a calma.
Virá um novo amor com o novo dia...
Não ficará mais minha alma vazia.
Cansei dessa chuva
Dessa gente que só faz chorar
Resmungar, lamentar
Como se o único problema
Da face da terra
Fosse essa gente
(E será que não é?)
Quero gente de sol
Quente, fervente
Esse tipo de gente,
Meu tipo de gente.
Que faz a vida mais leve, pois
Coloca sol onde tem chuva,
E não empodera a chuva
Com o peso que só o sol tem.
Sol que Ama a Chuva
Ela era como o sol
As outras estrelas não se igualavam
à luz dela.
Genuinamente feliz.
Seus sentimentos eram poesias,
e pinturas —
fossem elas em seu próprio corpo
ou em uma parede qualquer.
Sua arte era sua beleza,
que era cada vez mais realçada
pelas pinceladas
que ela mesma fazia questão de dar.
Era consciente
de que esculpir seu corpo
doía na alma,
mas ela não tinha medo
de deixar sua obra mais bonita:
seu corpo, seu templo.
Ela não precisava de admiradores;
a própria admiração
já era mais que suficiente.
Sua beleza se assemelhava
às mais lindas rosas,
às mais verdes florestas.
Ela era sol —
mas dias bonitos, para ela,
eram dias nublados,
chuvosos e escuros.
A natureza era sua inspiração,
mas ela morava na cidade,
onde dificilmente era possível
avistar uma árvore.
Ela era como as estações:
alegre, iluminada,
fria, colorida, vasta...
Ela mudou.
Seus interesses ainda são os mesmos,
porém ela se perdeu —
e não é capaz de se encontrar mais.
Ela só quer paz.
Não confies no teu olhar para o céu, para saberes se vai chover. Precisas estar atento às informações dos meteorologistas.
