Tag calmaria
Sou a calmaria do pensamento com a turbulência da atitude, equilíbrio entre mansidão e a impetuosidade.
Sou um mar de calmaria e um maremoto de intensidade, veleja-lo, são para os que possuem coragem e força.
Melhor estar na tempestade com a certeza do amor verdadeiro do que ter a calmaria de um coração vazio
Olhando atentamente para o céu, fechei os olhos, respirei fundo, como um suspiro eternizado pelo momento, e fui conduzido pelo silêncio da imensidão do céu.
Uma imensidão alva como a neve, onde pisava com meus pés descalços, e era tomado por uma paz inexplicável.
Flutuava, o silêncio balançava meu corpo como ondas no mar, sem direção certa fui levado pelo silêncio, traçando um caminho de calmaria constante.
De olhos fechados, o tempo se eternizava naquele lugar, meu refúgio em dias de tempestade.
Deus é assim, é essa imensidão, essa paz, calmaria constante, refúgio bem presente, luz que resplandece.
Bússola…
Imagine que a vida é como um grande navio navegando em alto-mar. Cada um de nós tem uma bússola interna, calibrada com nossos valores e princípios, que nos guia através das tempestades e calmarias.
Se começarmos a seguir a direção indicada por bússolas de outros navios, que apontam para polos diferentes dos nossos, corremos o risco de nos perder em águas desconhecidas e perigosas.
Assim como um capitão que confia na sua própria bússola, devemos ouvir apenas aqueles cuja direção ressoe com a nossa essência. Afinal, não é sobre a rota que os outros traçam, mas sobre a jornada que escolhemos fazer.
Deus está, na braveza do mar, na calmaria da bonança, na beleza da natureza e na pureza de uma criança.
Devemos sempre manter
O espírito em calmaria
Ter sempre tranquilidade
E ter metas todo dia
Devemos sempre enfrentar
As coisas sem reclamar
Que tudo se irradia.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
26 junho 2024
É só mais um dia
Lentamente.
Meus olhos se abrem... sem pressa.
Vagarosamente.
Desperto para mais um dia.
Quero vivê-lo com alegria.
Devagar é meu despertar.
O sol entra por uma fresta da janela.
Abro-a devagar...
Quero a luminosidade do dia saborear.
Calmaria.
Calmaria.
Só o cantar de um pássaro lá longe.
Uma nuvem cobre ligeiramente o sol.
As sombras no quarto desaparecem.
Tudo se sombreia.
É chuva que vem?
Um vento forte sopra.
As nuvens vão sombrear outro lugar.
Hoje o sol quer o dia todo todo o meu dia iluminar.
Quantas tempestades poderia suportar, se meu ser não se condicionasse e a calmaria aguardasse, quantas quedas eu resistiria, se não houvesse a mínima possibilidade de me levantar e seguir em frente, a quantas agruras o destino me subjugaria se em nenhuma delas eu pudesse me sagrar vitorioso, enquanto existir ESPERANÇA a vida vai pulsar, e o corpo vai perseverar!
"Estou navegando a esmo, ao sabor dos ventos, muitas tempestades...
À procura de calmaria prossigo à deriva dos meus pensamentos, numa desvairada busca de mim mesmo, ao encontro de um norte que possa me orientar, para enfim deixar de vagar..."
Os desejos constantes pelo pecado são como o mar bravo, somente o poder de Deus é capaz de acalmar.
Não subestimes o silêncio da minha calmaria, pois é nele que a minha mente se alinha à sabedoria.
Na zona de conforto, eu reflicto, chego a uma conclusão e mudo.
E, quando tudo parece misteriosamente quieto, é aí que vejo as entrelinhas e conecto, com precisão, o sentido de tudo.
A noite sempre traz consigo a paz. É no limiar do anoitecer que os acontecimentos diurnos vão ficando para trás e a entrada da noite chega trazendo sua calmaria.
Toda mãe protege e guia seus filhos à procura da calmaria como um navio em alto mar, sem âncora e sem bússola, até passar toda a tempestade.
No amor sou egoísta. Quero o inteiro, o sensato, o perspicaz, o maduro, o ilimitado. No amor ou vem completo ou nada feito. O superficial não está no meu dicionário. Quero o vendaval, a calmaria, o grito, a paz, o escuro, o claro, o manso, o cruel, o limitado e o ilimitado, tudo ao mesmo tempo. Quero o equilíbrio de todos os pesos da balança. Afinal, metade não me satisfaz. Sou inteira por dentro e por fora. Sou inteira até dentro de outra metade, esperando para formar o inteiro e manter o equilíbrio das massas do universo. Portanto, não me venhas com metades, traga consigo os complementos, para formarmos o total...
Pendências
Às vezes tenho pendências exalando como se fossem me afogar em águas desconhecidas. São águas profundas de um oceano infinito e misterioso. Noutras, tenho urgências gritando de dentro pra fora. Em meio a essas loucuras, há um fio invisível que me corta ao meio. É a saudade desgovernada que me atropela e deixa marcas. Essa saudade não tem freio. Ela assola o que está na frente. Por isto preciso me recompor diante de uma falta que não consigo repor. Reinvento momentos que me deixam quase sã das minhas loucuras, mas que nada consegue preencher esse vazio. Componho-me de urgências que deveriam ser calmarias, mas que me empurram para um abismo que desconheço e sei que não vou cair. Há uma falta de conhecimento sobre abismos e tal, que preciso atingir. Mas, meu instinto fala mais alto dizendo que o medo é consequência da insegurança. Recomponho-me diante dos fatos e sinto que o amor que exala de dentro, eleva o que me deixou sem chão.
Nuvens carregadas de calmaria
Chovem uma almejada tranquilidade,
Pra mim, uma aprazível companhia
que faz bem de verdade.
Num mar de calmaria
com o sol se despedindo,
sinto uma profunda alegria
por apreciar um momento tão lindo.
O caminhar sem tempestade,
não te desafia, não te dá maturidade
e ainda te fará menosprezar
os momentos de calmaria.
