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Não crie expectativa
Nem espere de ninguém:
Regras pra não se frustrar
Com os atos de outro alguém.
Tava errada? Se desculpe.
Tava certa? Não se culpe.
E só pra Deus diga amém!
Assim como o corpo, o espírito também necessita de alimento. Sem alimentação, ambos morrem por inanição.
A humilhação é uma ferramenta usada por aqueles que buscam aliviar o próprio complexo de inferioridade.
A falta de reconhecimento e críticas que recebemos pode ser a comprovação de que estamos no caminho certo, pois podemos estar sendo avaliados por mentes deveras limitadas.
Quando atacado verbalmente ou injustiçado: o patético entra na vibração e discute, o inseguro quer vingança, mas o inteligente deixa pra lá e continua o seu caminho, pois ele sabe bem quem ele é e o que faz.
Mesmo que tenhas nascido
em condição de pobreza extrema,
não te acomoda,
estuda,
faz das tuas dificuldades
o trampolim da superação,
e salta para o alto,
acreditando sempre
no teu poder de superação!
Nosso caminho é escrito a cada dia por nós mesmos, então que façamos bom uso da caneta de que somos detentores.
Existe algo de mágico sobre as celebrações natalinas, que enternece o mais duro coração e acalenta a alma mais oprimida ao receberem desejos para que tenham um Feliz Natal. Eis a verdadeira Magia do Natal.
Saiba respeitar os limites da outra pessoa e tenha um relacionamento duradouro. Lembre-se:"O amor que dura para sempre respeita as fronteiras da outra pessoa".
O Cristão é o verdadeiro radical da nossa geração, porque ele se posiciona contra o moderno e monolítico conceito da verdade relativa
A Arte de Soltar
Um Caminho para a Resignação Consciente!
A resignação, muitas vezes mal compreendida como um sinônimo de desistência ou fraqueza, é, na verdade, uma das mais profundas expressões da arte de soltar. Longe de ser um ato de rendição derrotista, ela se manifesta como um reconhecimento lúcido dos limites do nosso poder e, paradoxalmente, como um portal para a verdadeira liberdade interior.
Soltar não é abdicar de lutar por aquilo que importa, mas discernir o que está verdadeiramente em nossas mãos e o que pertence ao fluxo incontrolável da existência. É desatar os nós da expectativa, do apego ao que não pode ser mudado, e da ilusão de um controle onipotente. Nesse processo, aprendemos a diferenciar entre a persistência necessária e a teimosia infrutífera que nos exaure.
Quando soltamos, não estamos simplesmente deixando ir; estamos fazendo espaço. Espaço para a aceitação, para a serenidade que emerge da compreensão de que nem tudo pode ser moldado à nossa vontade. É um convite à humildade, ao reconhecimento de que a vida, em sua complexidade, carrega caminhos que não prevemos e desfechos que não escolhemos. A resignação, então, torna-se um ato de coragem: a coragem de enfrentar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse.
É nesse soltar que encontramos uma paz peculiar, não a paz da ausência de problemas, mas a paz da ausência de resistência inútil. A arte de soltar nos ensina que, às vezes, a maior força não reside em agarrar-se, mas em saber liberar. E ao fazê-lo, abrimos as portas para novas possibilidades, para o fluxo da vida que, de outra forma, ficaria estagnado pela nossa insistência. A resignação, assim, se revela não como um fim, mas como um ponto de partida para uma existência mais leve, mais sábia e verdadeiramente livre.
Procure ser uma pessoa honesta, verdadeira, confiável, generosa, disciplinada, que seja exemplo e que todos gostem de estar ao seu lado.
Autossabotagem é como um labirinto criado pela mente, onde nos perdemos entre medos e inseguranças, impedindo nosso próprio progresso.
Não dê mais do que é capaz, ou você irá se sufocar, não se engane com promessas bobas e falsas, seja você, acredite do que teu coração pedir para acreditar. Ouça e não duvide, pense e não se esquive, não finja ou minta para fugir, apenas siga em frente. Chore, porque isso te faz humana, desista por um segundo, mas depois volte, não tente trapacear a si mesmo, porque isso jamais funciona. Seja a luz. Seja você, assim automaticamente está sendo suficiente.
