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A religião é a pior invenção da especie humana.
Ela te oferece algo que você nunca pode provar que não existe, quando as coisas dão errado ela diz: "ainda não é a hora".
Quando da errado de novo ela coloca a culpa em outra coisa ou você ainda não esta "espiritualmente preparado".
A religião oferece respostas imprecisas para problemas reais. A vida parece não ter sentido em um mundo imaginário criado pela mesma.
Faça sua vida valer a pena. Encontre respostas para suas crenças, culturas e valores... QUEBRE ESSE TAL DE "PARADIGMA", Pare de acreditar em um mundo imaginário que faz a pessoa fugir da realidade. Seja simplesmente você!.
E então verás que sua vida será mais racional e completa 😉
Eu penso que os crentes que são burros, mas na verdade os ateus estão ganhando em cheio em matéria de burrice. Tudo para o ateu não existe! E só sua ignorância é Verdade Absoluta!
Se você não tem a maturidade de ouvir alguém dizer que é ateu, então você não é digno de dizer que é cristão
A maioria das pessoas acredita na existência de Deus, só não consegue ou não sabe se relacionar de fato com ele.
William Contraponto: Lucidez Entre Versos e Palavras
A poesia de William Contraponto nasce da urgência de pensar, não como quem busca respostas, mas como quem se recusa a calar diante do absurdo. Seus versos não se rendem ao consolo nem à beleza fácil: são lâminas que cortam o véu das aparências, faróis acesos no nevoeiro da linguagem. Em sua obra, cada palavra é escolha ética, cada silêncio é crítica, cada poema é um gesto de lucidez.
Filho do questionamento e irmão da dúvida, Contraponto caminha entre ideias como quem atravessa um campo minado de verdades. Sua filosofia é existencialista, mas não resignada; socialista, mas não panfletária; ateia, mas jamais vazia. O sagrado é desfeito com ironia e o poder, enfrentado com clareza. Sua fé, se há alguma, é na consciência livre, na autonomia do pensamento e na dignidade de quem se ergue sem altar.
Poeta-filósofo (ou poeta-reflexivo, como prefere ser definido) por natureza, ele escreve para inquietar, não para entreter. Não há ornamento em sua linguagem, apenas densidade. Cada poema seu é uma fresta por onde o mundo se desnuda. E é ali — entre versos e palavras — que habita sua lucidez: uma lucidez que fere, mas ilumina; que não explica, mas revela; que não conforta, mas desperta.
William Contraponto não oferece abrigo. Oferece espelhos.
William Contraponto e a Espiritualidade
William Contraponto é um autor ateu, de vertente existencialista, que traz em sua obra uma visão crítica e reflexiva do mundo. Foi médium na umbanda e no espiritismo, mas abandonou essas práticas ao perceber que a mediunidade, em sua experiência, se manifestava como um fenômeno condicionado — fruto de influências culturais, psicológicas e sociais, não de uma realidade sobrenatural. Essa vivência marcou profundamente sua filosofia, que questiona o sagrado e propõe uma busca lúcida pela liberdade de pensamento
Todo ser humano nasce ateu? Sim, claro. Mas a partir do momento que começa a contemplar o existencial, na grandeza e a diminuta manifesta da matéria, compreende perfeitamente que o nada é incapaz de criar tudo o quanto contemplamos com os olhos, sentimos com o tato, saboreamos com o paladar e identificamos com o olfato, seja o odor das mais belas flores, até mesmo os mais desagradáveis aromas.
Em tudo vejo a manifestação do Eterno Pai celestial, criando e transformando todas as coisas. Impossível para eu, me declarar um ateu.
O que temos de concreto é a vida nesse plano. Todo resto é especulação. Milhares delas. Certas ou não, mas nada além de especulações.
Abdiquei de qualquer crença no intangível. Porém, mantenho a crença de que o sagrado um dos elementos fundamentais para a resistência da humanidade como tal no planeta.
Eu nunca acreditei em Papai Noel. Na verdade, eu nunca acreditei em nada que eu não pudesse ver e constatar que realmente existe.
