Tag amor
Rosas
Nossos espinhos,
nossa defesa,
nosso perfume
abraço.
É preciso
entender o
contexto e
suportar
ambos.
Márcia A. Prazeres
Mais uma vez...
Amar é igual a
compartilhar a vida;
simplesmente
compartilhar e
vivê-la.
Márcia A. Prazeres
Singular
"Em sua mente não serei lembrado,
mas revivido!
.
.
.
Não é uma questão de ser o melhor ou
inesquecível, mas sim visceral."
D'Ante
O mal que faz ao outro, a si mesmo o faz.
O amor que dá ao outro, a si mesmo o faz.
As formas aparentam separação, mas a essência as conectas como uma só.
Uma mulher que vive intensamente em uma eterna busca pelo amor, pela vida e pela realização própria.
O peso do amor não entregue
Era uma vez...
Uma vez, em um ano qualquer, nasceu uma menina cujo sonho era físico e distante — e o sonho do seu coração, quase impossível.
Seu coração desejava, quase que desesperadamente, ser amado por alguém de verdade, pois aquele coração tinha muito amor para dar, e ele não aguentava o peso de tanto sentimento.
Ele só queria distribuir.
Mas o cérebro da menina não permitia.
Precisava ser a pessoa certa — ou, pelo menos, alguém que não fosse superficial, como o tempo em que ela vivia.
E, pelo menos até hoje, ela não teve um "felizes para sempre". Ainda não.
E, sinceramente, não sei se terá.
Talvez, um "feliz para sempre"... sozinha.
Bom dia minha amada namorada.
Venho lhe dizer que foi no dia 22 em que os nossos olhos se cruzaram pela primeira vez, fazendo com que os nossos corações abrissem as portas do amor,da paixão que ardia dentro de nós impulsionando assim os nossos lábios,os nossos corpos e alma provarem o gosto do amor, o sabor do beijo,força da cumplicidade, do companheirismo,da reciprocidade e contigo poder viver os bons momentos que Deus tem para nós, obrigado por estar comigo e caminhar juntos para uma feliz e guiada por Deus.um beijo bem gostoso do seu amado namorado.😘😍💓💕
O amor e o trabalho podem ser comparados como processos de construção, nos quais os indivíduos compartilham uma jornada de conexão e colaboração.
Assim como na tecelagem de uma história de amor, onde há o entrelaçamento de afeto e cumplicidade, o trabalho humano, quando encarado de forma elevada, torna-se uma fonte de realização pessoal e coletiva, possibilitando o alcance de objetivos, o desenvolvimento pessoal e a contribuição para o bem-estar da sociedade.
O amor, mesmo oculto pelo ódio e ansiedade, é uma força resiliente que, ao ser integrada com emoções contrastantes, ilumina o caminho para a cura e o equilíbrio emocional.
A dinâmica do amor para a mulher é marcada por um profundo desejo de alcançar a plenitude da vida, que frequentemente a leva a atos de autossacrifício.
Ela percebe o amor como um projeto de existência racional, transcendendo meras reações emocionais e servindo como um meio de realização pessoal.
Enquanto isso, os homens tendem a adotar uma visão mais romântica do amor.
Para as mulheres, encontrar seu lugar no mundo, cumprir sua missão e elaborar um plano de vida equilibrado, frequentemente ligado à maternidade, são prioridades.
Essa perspectiva ajuda a entender por que as mulheres são mais inclinadas a buscar o divórcio, enquanto os homens muitas vezes o fazem por causa de um novo amor.
De maneira paradoxal, o amor pode interferir no próprio ato de amar. Isso significa que, embora seja um sentimento positivo e enriquecedor, ele pode, às vezes, complicar a experiência de amar.
Isso pode ocorrer devido a expectativas, medos, inseguranças ou outras complexidades emocionais que acompanham esse sentimento, tornando difícil vivenciá-lo de forma plena e autêntica.
A paixão surge como uma tempestade, enquanto o amor se constrói lentamente, erguendo-se em um processo contínuo de edificação e consolidação.
Há indivíduos que demonstram uma predileção pelo conceito abstrato do amor em detrimento da disposição efetiva para amar.
Na era da modernidade líquida, a concepção de valor atribuída à duração do amor tem sido progressivamente relativizada.
As pessoas frequentemente buscam no amor a solução para todos os seus problemas.
Contudo, na realidade, o amor deve ser compreendido como uma gratificação que se obtém após a resolução dos próprios conflitos e dificuldades.
Assim, o amor não resolve problemas; é a recompensa após superá-los.
É fundamental aprender a administrar conflitos e tristezas, aceitar as oscilações de humor, buscar serenidade, fortalecer a autoestima e apoiar-se em si mesmo, sem recorrer a muletas emocionais.
Após cumprir esse processo de autodescoberta e autossuficiência, o amor se manifestará como uma justa recompensa.
A dicotomia entre o espaço privado das mulheres e o espaço público dos homens é um tema recorrente na análise das dinâmicas de poder e gênero ao longo da história.
No contexto das antigas sociedades monárquicas, as mulheres eram frequentemente relegadas ao espaço privado, limitadas aos domínios do lar e da família, enquanto os homens ocupavam o espaço público, engajando-se em atividades políticas, econômicas e sociais.
Um exemplo emblemático desse paradigma é observado nos objetivos das princesas dos contos de fadas, cujo principal objetivo era ser escolhidas por um príncipe.
Esta narrativa simbolicamente reforça a noção de que a realização feminina estava atrelada à aprovação masculina, representada pela metáfora do sapatinho de cristal.
Após o príncipe passar por um teste de aptidão, que envolvia a prova do sapato, todas as mulheres eram submetidas a esse mesmo critério de escolha, e apenas uma seria privilegiada.
Esse estado de submissão e falta de autonomia é simbolizado pelo sapatinho de cristal, que além de representar a castidade, também reforça a ideia de que a validação social e a consideração como indivíduo dependem da escolha por um parceiro masculino.
O ideal de amor romântico, difundido ao longo dos séculos, consolidou esse modelo, colocando as mulheres em uma posição de subordinação e limitando sua autonomia.
Qualquer tentativa de separação ou independência era muitas vezes vista como um desvio do ideal socialmente aceito, um pecado contra a ordem estabelecida.
Assim, a análise crítica desses temas revela não apenas a construção histórica e cultural das relações de gênero, mas também os impactos duradouros do ideal de amor romântico na configuração das identidades femininas e masculinas, perpetuando padrões de submissão e limitação da autonomia feminina que ainda ressoam nos dias de hoje.
